Duas empresas podem movimentar o mesmo número de pedidos por dia e precisar de projetos de automação diferentes. Uma trabalha com poucos produtos e grandes volumes por pedido. A outra separa milhares de itens pequenos para destinos distintos. O espaço disponível, os horários de pico e as etapas já automatizadas também influenciam a solução.
Por isso, automação logística sob medida vai além de escolher um equipamento e ajustar suas dimensões. É possível definir como os produtos serão armazenados, percorrerão o armazém e chegarão às pessoas e aos sistemas que participam da operação.
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O layout e o caminho das cargas
Um projeto começa pelo espaço físico e pelo fluxo de materiais. Onde a carga entra? Quais trajetos faz até a armazenagem ou separação? Em que pontos há espera, cruzamento de fluxos ou movimentação manual excessiva?
As respostas orientam o posicionamento dos equipamentos e o percurso das cargas. Transportadores de roletes, por exemplo, têm construção modular que permite adequação ao layout. Dependendo da operação, o projeto também pode aproveitar a altura disponível para ampliar a capacidade de armazenagem sem depender apenas de área no piso.
A combinação de equipamentos
Personalizar não significa fabricar todos os componentes do zero. Significa selecionar e combinar tecnologias conforme as características dos produtos e o trabalho que precisa ser realizado.
Um projeto pode reunir transportadores para movimentação interna, um sistema vertical para armazenagem e uma solução específica para separação de pedidos. No centro de distribuição da Hayamax, por exemplo, a Scheffer combinou um miniload para caixas plásticas com um transelevador para cargas paletizadas, de acordo com os diferentes perfis de itens da operação.
A forma de separar pedidos
O picking também pode ser desenhado conforme o volume de pedidos, o giro dos produtos e a participação dos operadores. Entre as possibilidades estão levar o produto até a pessoa, orientar visualmente a coleta ou conduzir os itens por transportadores até pontos de consolidação.
As estações de trabalho fazem parte dessa definição. Sua configuração pode considerar a posição do operador e os recursos necessários para orientar a separação e reduzir erros.
A integração com os sistemas existentes
O equipamento precisa receber instruções e informar o que aconteceu em cada etapa. Por isso, o projeto também considera como a automação trocará dados com os sistemas de gestão já usados pela empresa, como ERP e WMS.
Essa integração permite coordenar estoque, movimentação e separação sem criar etapas desconectadas. Também é importante definir quais informações a operação precisa acompanhar para avaliar o desempenho do sistema depois da implantação.
Por onde começar?
A personalização começa com um diagnóstico: características dos produtos, volumes atuais e previstos, espaço disponível, fluxo de pedidos e gargalos. Esses dados ajudam a decidir o que automatizar, em que sequência e com qual capacidade.
A Scheffer desenvolve projetos de armazenagem e movimentação a partir dessa análise da operação. Converse com nossa equipe para avaliar quais soluções fazem sentido para o seu negócio e como elas podem trabalhar juntas.
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