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Em muitas operações logísticas, o problema não está apenas na falta de espaço. Está na forma como o espaço disponível é utilizado.

Armazéns, centros de distribuição e áreas industriais podem chegar rapidamente ao limite quando há aumento no volume de produtos, maior variedade de SKUs, crescimento da demanda ou necessidade de reorganizar fluxos internos. 

Nesse cenário, ampliar a área física nem sempre é a melhor solução. Além de envolver custos altos, obras e maior complexidade operacional, essa decisão pode não resolver a raiz do problema.

O avanço da automação reforça esse movimento. Segundo estudo da Mordor Intelligence, o mercado global de automação de armazéns deve crescer de US$ 34,17 bilhões em 2026 para US$ 65,74 bilhões em 2031, impulsionado por fatores como escassez de mão de obra, maior pressão por eficiência e adoção de tecnologias robóticas em operações logísticas.

É nesse contexto que a verticalização de estoque se torna uma estratégia importante para empresas que precisam ganhar capacidade sem expandir a área construída.

Leia também: Elevação de cargas com mais segurança e estabilidade: por que esse ponto merece atenção estratégica?

O que é verticalização de estoque?

Verticalização de estoque é o uso estratégico da altura disponível no armazém para ampliar a capacidade de armazenagem. Em vez de ocupar apenas a área horizontal, a operação passa a aproveitar melhor o espaço vertical, por meio de estruturas, sistemas automatizados e equipamentos projetados para armazenar, movimentar e acessar produtos em diferentes níveis.

Essa estratégia permite que o mesmo metro quadrado comporte um volume maior de itens, com mais controle, segurança e fluidez nos processos. Na prática, a verticalização transforma o armazém em uma estrutura mais inteligente, capaz de armazenar mais sem necessariamente ocupar mais área.

Por que verticalizar o estoque?

A verticalização de estoque se torna necessária quando a operação começa a apresentar sinais de saturação. Corredores congestionados, dificuldade para localizar produtos, excesso de movimentações, baixa produtividade na separação e necessidade constante de reorganização são alguns indícios de que o armazém pode estar usando mal sua capacidade.

Verticalizar o estoque permite reorganizar a operação com base em critérios mais eficientes de armazenagem, acesso e movimentação. Em vez de apenas “apertar” mais produtos no mesmo espaço, a empresa passa a estruturar melhor os fluxos, reduzir deslocamentos desnecessários e criar condições para uma operação mais previsível.

Dores relacionadas à verticalização de estoque

É muito importante observar que a verticalização de estoque precisa ser planejada com critério. Uma solução mal dimensionada pode gerar novos gargalos, dificultar acessos ou comprometer a segurança da operação.

Entre as principais dores relacionadas ao tema estão a limitação de pé-direito aproveitável, a falta de integração entre armazenagem e movimentação, a baixa visibilidade sobre o estoque, o excesso de movimentações manuais e a dificuldade de adaptar o layout às características reais da operação.

Também é comum que empresas tentem verticalizar apenas com estruturas estáticas, sem considerar automação, ergonomia, fluxo de materiais e integração com sistemas de gestão. Nesse caso, o ganho de espaço pode acontecer, mas a eficiência operacional continua limitada.

Por isso, verticalizar não deve ser uma decisão isolada. Precisa fazer parte de um projeto intralogístico completo, que considere capacidade, giro dos produtos, perfil dos SKUs, segurança, produtividade e escalabilidade.

Benefícios da verticalização de estoque

A verticalização de estoque traz ganhos que vão além do aumento de capacidade. Quando bem planejada, ela melhora o aproveitamento da estrutura existente e contribui para uma operação mais produtiva, segura e escalável.

Entre os principais benefícios estão:

  • Aumento da capacidade de armazenagem: permite utilizar melhor o pé-direito do armazém e ampliar o volume estocado sem ocupar mais área horizontal.
  • Redução de custos com expansão física: ajuda a evitar ou postergar investimentos em novos galpões, locações adicionais ou obras estruturais.
  • Mais produtividade operacional: reduz deslocamentos, melhora o acesso aos itens e favorece processos mais rápidos de separação, abastecimento e expedição.
  • Melhor organização do estoque: facilita a definição de posições, endereçamento e controle dos produtos armazenados.
  • Mais segurança e rastreabilidade: contribui para reduzir avarias, perdas, erros de separação e retrabalho.
  • Maior preparo para crescimento: torna a operação mais flexível para lidar com aumento de demanda, sazonalidades e maior complexidade logística.

Com isso, a verticalização deixa de ser apenas uma solução para “guardar mais produtos” e passa a ser uma estratégia para melhorar a eficiência da operação como um todo.

Soluções da Scheffer que atuam na verticalização de estoque

A Scheffer desenvolve soluções intralogísticas e de automação que ajudam empresas a aproveitar melhor o espaço disponível e aumentar a capacidade operacional com segurança e eficiência.

Entre as soluções aplicadas à verticalização de estoque estão os transelevadores para paletes e miniloads, que permitem armazenagem automatizada em altura, com mais controle, velocidade e precisão. Também se destacam os VLMs, indicados para operações que precisam armazenar itens menores em sistemas verticais compactos, reduzindo deslocamentos e otimizando a separação.

Além disso, a Scheffer desenvolve transportadores, elevadores de carga, sistemas de movimentação e integração com WMS, criando projetos sob medida para conectar armazenagem, fluxo operacional e gestão de estoque.

Mais do que ocupar melhor o espaço, a verticalização precisa fazer a operação funcionar melhor. E isso exige engenharia, automação e visão integrada do processo.

Se a sua empresa precisa ganhar capacidade sem ampliar a área do armazém, a Scheffer pode ajudar a desenvolver uma solução intralogística adequada à realidade da sua operação.

Fale com a nossa equipe e descubra como transformar espaço disponível em eficiência logística: (42) 99128-2460

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A velocidade de entrega se tornou um dos principais fatores competitivos da logística moderna. Em operações cada vez mais pressionadas por volumes elevados, múltiplos SKUs e prazos mais curtos, a separação de pedidos passou a exigir níveis muito maiores de precisão e produtividade.

Nesse cenário, o sorter na logística vem ganhando espaço como uma das tecnologias mais importantes para centros de distribuição que precisam aumentar eficiência operacional sem comprometer a qualidade da expedição.

Segundo levantamento da consultoria McKinsey & Company, empresas que investem em automação logística podem reduzir custos operacionais em até 30% e aumentar significativamente a produtividade em processos de separação e movimentação de materiais. Esse avanço está diretamente ligado à adoção de sistemas inteligentes de fluxo e sortimento.

Leia também: Smart Centers em supply chain: tudo o que você precisa saber

O que é sorter na logística?

O sorter é um sistema automatizado utilizado para identificar, direcionar e separar produtos dentro de operações logísticas.

Na prática, ele organiza automaticamente os itens conforme critérios definidos pela operação, tais como:

  • Destino
  • Pedido
  • Região
  • Transportadora
  • Tipo de produto
  • Prioridade de expedição

O objetivo é acelerar o fluxo interno, reduzir erros humanos e aumentar a capacidade operacional do centro de distribuição.

Em operações com grande volume de pedidos, o sorter se torna essencial para manter velocidade e organização sem gerar gargalos.

Por que a separação de pedidos se tornou um desafio?

O crescimento do e-commerce, da omnicanalidade e das entregas rápidas elevou drasticamente a complexidade logística.

Hoje, muitas empresas precisam lidar simultaneamente com:

  • Pedidos menores e mais fragmentados
  • Alta variedade de produtos
  • Necessidade de rastreabilidade
  • Pressão por entregas rápidas
  • Picos sazonais de demanda
  • Redução de erros operacionais

Em processos manuais, essa complexidade aumenta riscos de falhas, retrabalho, atrasos e custos operacionais.

É exatamente nesse ponto que os sistemas de sortimento automatizado ganham relevância.

Como o sorter aumenta velocidade e precisão?

Os sistemas de sorter automatizam uma etapa crítica da intralogística: o direcionamento correto dos produtos dentro do fluxo operacional.

Com apoio de sensores, leitores, esteiras inteligentes e integração sistêmica, o equipamento identifica os itens e realiza a separação automaticamente.

Esse processo gera ganhos importantes como:

  • Maior velocidade operacional

O fluxo contínuo reduz paradas e acelera o processamento dos pedidos.

  • Redução de erros

A automação minimiza falhas humanas na separação e expedição.

  • Melhor aproveitamento da operação

A equipe deixa de atuar em tarefas repetitivas e pode focar em atividades mais estratégicas.

  • Mais rastreabilidade

Os sistemas permitem acompanhamento em tempo real das movimentações.

  • Escalabilidade operacional

A operação ganha capacidade para absorver aumento de demanda sem perder eficiência.

  • Flexibilidade e integração fazem diferença

Uma das principais vantagens dos sistemas modernos de sorter é a capacidade de adaptação às necessidades de cada operação.

As soluções atuais permitem integração completa com WMS, ERPs e outros sistemas logísticos, garantindo mais inteligência operacional e controle dos fluxos.

Além disso, os equipamentos podem ser personalizados conforme:

  • Tipo de produto
  • Volume movimentado
  • Layout disponível
  • Velocidade necessária
  • Características da operação

Isso torna a automação mais aderente à realidade logística de cada empresa.

Conheça as soluções de sorter da Scheffer

A Scheffer Logística e Automação desenvolve sistemas de sortimento projetados para operações que exigem alta velocidade, precisão e integração logística.

As soluções da Scheffer combinam tecnologia de ponta, robustez, flexibilidade operacional e suporte técnico especializado, permitindo maior eficiência na separação de pedidos e otimização dos fluxos internos.

Se a sua empresa busca reduzir erros, acelerar expedições e preparar a logística para operações mais complexas e escaláveis, fale com os especialistas da Scheffer e descubra como os sistemas de sorter podem transformar sua operação: (42) 99128-2460

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A transformação da logística interna já deixou de ser uma tendência para se tornar uma necessidade operacional. Com o avanço da automação, empresas de diferentes segmentos buscam soluções capazes de reduzir falhas, aumentar produtividade, melhorar a rastreabilidade e tornar os fluxos mais inteligentes. 

Mas, diante de tantas tecnologias disponíveis, surge uma dúvida comum: como escolher a solução ideal para a operação?

É justamente nesse cenário que o showroom de automação logística ganha importância estratégica.

Muito além de apresentar equipamentos, um showroom permite visualizar a tecnologia em funcionamento, entender sua aplicação prática e reduzir incertezas antes da tomada de decisão. Em operações logísticas, onde cada escolha impacta diretamente produtividade, custos e eficiência, essa experiência prática faz toda a diferença.

Leia também: Logística Interna: o que considerar antes de implementar novos sistemas?

A distância entre teoria e operação real

Em apresentações comerciais, layouts 3D e vídeos institucionais, muitas soluções parecem semelhantes. Porém, na prática, cada operação possui necessidades específicas relacionadas a espaço, volume movimentado, fluxo de materiais, ergonomia, velocidade de separação de pedidos e integração de sistemas.

Por isso, ver uma solução operando ajuda a compreender fatores que nem sempre ficam claros em apresentações tradicionais, como:

  • Dinâmica dos equipamentos
  • Velocidade operacional
  • Fluxo de movimentação de cargas
  • Ergonomia da operação
  • Interface dos sistemas
  • Integração entre tecnologias
  • Segurança operacional
  • Possibilidades de customização

Essa visualização prática torna o processo decisório mais técnico, mais seguro e mais alinhado à realidade da empresa.

Como um showroom reduz riscos na implementação?

Projetos de automação logística envolvem investimento, planejamento e impacto direto na rotina operacional. Quando a empresa consegue interagir com a solução antes da implantação, parte dos riscos da decisão é reduzida.

O showroom permite validar, por exemplo:

Aspecto Benefício
Fluxo operacional Melhor entendimento da aplicação na prática
Performance dos sistemas Avaliação da velocidade e eficiência
Integração tecnológica Visualização da comunicação entre soluções
Ergonomia Mais clareza sobre segurança e conforto operacional
Escalabilidade Entendimento sobre futuras expansões

Além disso, visitas técnicas ajudam gestores a envolver diferentes áreas da empresa no processo, incluindo logística, operações, engenharia, TI e diretoria. Isso acelera os alinhamentos internos e melhora a análise sobre retorno do investimento.

A experiência prática acelera decisões

Muitas empresas chegam ao processo de automação com dúvidas sobre viabilidade, adaptação da equipe ou impacto real na produtividade. Quando conseguem visualizar a operação acontecendo, essas barreiras diminuem.

Em um showroom de automação logística, é possível observar aplicações como:

  • Sistemas de transporte de caixas
  • Picking automatizado
  • Sorters
  • Soluções de armazenagem
  • Fluxos integrados de movimentação
  • Tecnologias para separação de pedidos

Na prática, isso ajuda a traduzir conceitos técnicos em ganhos operacionais concretos.

A automação deixa de ser apenas um projeto no papel e passa a ser percebida como uma solução aplicável ao dia a dia da operação.

Conheça o showroom de automação logística da Scheffer

A Scheffer Logística e Automação possui em sua sede, em Ponta Grossa, um moderno showroom de automação logística, desenvolvido para que empresas possam conhecer de perto diferentes soluções em funcionamento.

O espaço reúne tecnologias voltadas à movimentação de cargas, separação de pedidos, transporte automatizado e integração operacional, permitindo uma experiência prática e estratégica para empresas que desejam modernizar sua logística interna.

Visitar um showroom é uma oportunidade relevante de enxergar a automação além da teoria e tomar decisões com mais segurança, clareza e visão de longo prazo.

Quer conhecer as soluções da Scheffer na prática? Entre em contato com nossos especialistas e agende uma visita ao nosso showroom: (42) 99128-2460

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Em qualquer operação logística ou industrial, a elevação de cargas representa um dos momentos mais críticos de toda a cadeia. 

É nesse instante, quando toneladas são suspensas, movimentadas e posicionadas, que falhas de equipamento, processos inadequados ou ausência de planejamento estratégico podem transformar uma rotina produtiva em um cenário de prejuízo ou tragédia.

E ainda assim, muitas empresas tratam esse processo como algo secundário, relegando decisões sobre equipamentos e sistemas de içamento a um segundo plano. Esse é um erro que pode custar muito caro.

Leia também: Logística Interna: o que considerar antes de implementar novos sistemas?

O que está realmente em jogo na elevação de cargas?

Quando falamos em elevação de cargas com segurança, não estamos apenas discutindo normas técnicas ou conformidade com a legislação, embora esses aspectos também sejam fundamentais. Estamos falando de um impacto direto na continuidade operacional, na integridade dos colaboradores e na competitividade do negócio.

Segundo dados do Painel de Informações e Estatísticas da Inspeção do Trabalho no Brasil (SIT), do Ministério do Trabalho, trabalhadores envolvidos em operações de cargas e descargas figuram entre as 10 ocupações com mais lesões registradas no país, acumulando 94,7 mil acidentes entre 2014 e 2021. 

No mesmo período, veículos, máquinas e equipamentos foram responsáveis por mais de 1,6 milhão de acidentes de trabalho, correspondendo a um terço de todos os registros nacionais.

Além do aspecto humano, há consequências operacionais severas: paradas não programadas, danos a materiais, responsabilidade civil e perda de credibilidade perante clientes e parceiros. A pergunta que toda liderança logística deveria se fazer é: meu sistema de elevação de cargas está à altura do que minha operação exige?

Os quatro pilares de um sistema de elevação de cargas eficiente

Para facilitar a compreensão sobre este tema, listamos os quatro pilares para um sistema de elevação de cargas eficiente:

  •  Segurança estrutural

Equipamentos certificados, dimensionados corretamente e com manutenção preventiva rigorosa.

  •  Estabilidade de carga

Sistemas que garantem equilíbrio durante todo o movimento, eliminando riscos de tombamento ou queda.

  • Automação inteligente

Controles precisos que reduzem a dependência humana em pontos críticos e aumentam a repetibilidade.

  • Conformidade normativa

Aderência às normas NR-11, NR-12 e demais regulamentações específicas do segmento de atuação.

Por que a escolha do fornecedor faz toda a diferença?

Muito além de ser resultante de um bom equipamento isolado, a elevação de cargas eficiente é fruto de uma solução completa, a qual envolve projeto técnico adequado, instalação precisa, treinamento das equipes e suporte contínuo. Por isso, a escolha do parceiro tecnológico é tão estratégica quanto a escolha do equipamento em si.

Empresas que investem em soluções de elevação de alta performance colhem benefícios concretos: 

  • Redução de acidentes
  • Ganho de velocidade operacional
  • Menor índice de avarias em produtos
  • Maior satisfação das equipes de trabalho. 

Em um mercado onde a eficiência logística é diferencial competitivo, esses números fazem toda a diferença no resultado.

Conforme você pôde observar neste artigo, a segurança e a estabilidade na elevação de cargas, muito além do fator custo, representam um investimento estratégico que protege pessoas, patrimônio e a continuidade do seu negócio. Logo, o momento de agir é antes que qualquer incidente aconteça.

Pronto para elevar o nível da sua operação?

Há mais de 30 anos a Scheffer oferece soluções completas em elevação de cargas — do projeto à instalação e suporte técnico. Fale com nossos especialistas e descubra como podemos tornar sua operação mais segura, estável e eficiente: WhatsApp: (42) 99128-2460

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Em logística, ganhar eficiência deixou de ser apenas uma meta operacional para se tornar, cada vez mais, uma exigência competitiva

Nesse sentido, dados do estudo State of Logistics Report 2024, da Kearney, demonstram que as empresas estão redesenhando suas redes de distribuição para reduzir custos, ampliar capacidade, ganhar agilidade e extrair mais valor da estrutura já existente. 

Ao mesmo tempo, o relatório aponta que a demanda por novos espaços esfriou à medida que as organizações passaram a buscar mais capacidade dentro da operação atual.

Leia também: Rastreabilidade em tempo real: a nova exigência da logística moderna e como alcançá-la

É justamente nesse cenário que o OEE na logística ganha relevância. Embora o indicador tenha nascido na manufatura, sua lógica se adapta muito bem a ambientes intralogísticos, especialmente em operações com esteiras, sorters, sistemas de armazenagem automática, picking e movimentação contínua. 

Além disso, um estudo acadêmico publicado em 2025 propôs, inclusive, o conceito de Overall Warehouse Effectiveness para reforçar a necessidade de indicadores integrados capazes de medir a eficiência real das operações de armazém.

O que é OEE na logística?

OEE significa Overall Equipment Effectiveness, ou Eficiência Global dos Equipamentos. Na prática, é um indicador que mede o quanto um sistema está entregando do seu potencial real, considerando três fatores:

Disponibilidade

Quanto tempo o equipamento ou sistema esteve efetivamente disponível para operar.

Performance

Se a operação rodou na velocidade esperada ou abaixo da capacidade projetada.

Qualidade

Se o processo entregou o resultado correto, sem falhas, retrabalho, perdas ou movimentações equivocadas.

A fórmula é simples:

OEE = Disponibilidade × Performance × Qualidade

Na logística, esse cálculo ajuda a identificar gargalos que nem sempre aparecem em análises superficiais. Um transportador pode estar funcionando, por exemplo, mas com paradas frequentes, velocidade reduzida ou alto índice de erro no fluxo.

Por que o OEE é importante na logística?

Monitorar o OEE na logística permite transformar percepção em dados. Em vez de tratar a baixa produtividade como um problema genérico, a operação passa a entender onde está a perda.

Os principais ganhos são:

  • maior visibilidade sobre a eficiência real dos ativos
  • redução de paradas e microparadas
  • melhoria no fluxo de materiais
  • apoio à tomada de decisão sobre automação e manutenção
  • aumento da produtividade sem ampliar área física

Como ler o OEE na logística?

Componente O que mede Exemplo na logística
Disponibilidade Tempo real de operação Paradas de esteiras, falhas em elevadores, manutenção não planejada
Performance Ritmo da operação Sistema rodando abaixo da velocidade nominal
Qualidade Saída correta do processo Erros de separação, perdas, retrabalho ou desvio de itens

Como implementar o OEE na sua operação?

A implementação começa com uma escolha objetiva: quais ativos ou processos mais impactam o fluxo logístico. Nem tudo precisa ser medido de uma vez.

O caminho mais prático envolve cinco etapas:

  1. Definir o ponto crítico da operação

Mapeie onde uma parada, lentidão ou erro gera maior impacto. Pode ser uma esteira, um transelevador, uma área de picking ou um sistema de separação.

  1. Padronizar os dados

Defina o que será considerado parada, queda de performance e falha de qualidade. Sem critério claro, o indicador perde valor.

  1. Medir continuamente

O OEE funciona melhor com acompanhamento recorrente. Quanto mais consistente for a coleta, mais fácil fica enxergar padrões.

  1. Cruzar indicador com causa

Não basta saber que o índice caiu. É preciso entender se a perda veio de manutenção, layout, gargalo operacional ou erro humano.

  1. Agir sobre o que trava o fluxo

A análise deve virar ação. Em muitos casos, isso leva à revisão de processo. Em outros, mostra que a automação é o próximo passo lógico.

Conforme vimos neste artigo, o OEE na logística é um indicador valioso para empresas que querem operar com mais previsibilidade, produtividade e inteligência. Quando bem aplicado, ele mostra onde a operação perde capacidade e quais decisões podem gerar ganho real de performance.

Em ambientes cada vez mais pressionados por velocidade, custo e precisão, medir eficiência deixou de ser diferencial. Passou a ser parte da estratégia.

Acesse o site e veja como as tecnologias de automação logística da Scheffer podem ser decisivas para potencializar os resultados do seu negócio: www.schefferlogistica.com.br 

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Em operações logísticas cada vez mais exigentes, medir o desempenho dos produtos ao longo da cadeia de suprimentos se tornou essencial para garantir eficiência e qualidade no atendimento ao cliente. É nesse contexto que surge o conceito de perfect order, um dos indicadores mais relevantes para avaliar a performance da logística.

O perfect order mede o percentual de pedidos entregues no prazo, completos, sem danos e com documentação correta. Ou seja, representa o nível de excelência operacional de uma empresa na entrega de seus produtos.

De acordo com um estudo do Council of Supply Chain Management Professionals (CSCMP), empresas que monitoram indicadores logísticos como o perfect order conseguem melhorar em até 20% a eficiência das entregas e reduzir significativamente custos operacionais relacionados a erros e retrabalho.

Mais do que um indicador, o perfect order se tornou um guia para operações que buscam maior controle sobre sua cadeia logística.

Leia também: Saiba como medir o ROI de um projeto de automação intralogística

O que é Perfect Order na logística

O conceito de perfect order avalia se um pedido foi executado com excelência do início ao fim da operação. Para que uma entrega seja considerada perfeita, alguns critérios precisam ser atendidos simultaneamente.

Entre os principais fatores avaliados, estão:

  • pedido entregue no prazo prometido
  • produto correto e na quantidade correta
  • itens sem danos ou avarias
  • documentação completa e correta

Quando um desses pontos falha, o pedido deixa de ser considerado perfeito. Por isso, esse indicador é uma forma eficiente de medir o desempenho real da operação logística.

  1. Maior controle sobre a eficiência operacional

Uma das principais vantagens de acompanhar o perfect order é a possibilidade de entender com mais clareza como a operação está sendo executada.

Ao analisar esse indicador, gestores conseguem identificar rapidamente onde estão ocorrendo falhas. O problema pode estar na separação de pedidos, no transporte, na armazenagem ou na conferência final.

Esse tipo de visibilidade permite agir de forma mais precisa para corrigir gargalos e melhorar a eficiência da operação.

  1. Redução de erros e retrabalho

Erros logísticos geram impactos diretos nos custos da empresa. Reentregas, devoluções, avarias e correções de documentação aumentam despesas operacionais e comprometem a produtividade da equipe.

Quando o desempenho dos pedidos é medido por meio do perfect order, esses problemas deixam de ser invisíveis.

A empresa passa a monitorar falhas recorrentes e pode implementar melhorias nos processos logísticos, reduzindo retrabalho e desperdícios.

  1. Melhoria na experiência do cliente

O cliente final percebe diretamente quando uma operação logística funciona bem. Pedidos completos, entregues no prazo e sem problemas fortalecem a confiança na marca.

O indicador de perfect order permite acompanhar exatamente esse nível de qualidade percebida pelo cliente.

Quanto maior o índice de pedidos perfeitos, maior tende a ser a satisfação do consumidor e a reputação da empresa no mercado.

Por que o Perfect Order é um indicador estratégico?

Em cadeias de suprimentos modernas, eficiência logística não significa apenas movimentar produtos rapidamente. Significa entregar com qualidade, consistência e previsibilidade.

O perfect order reúne esses fatores em um único indicador, permitindo que empresas acompanhem de forma clara o desempenho de seus processos logísticos.

Ao monitorar esse indicador de forma contínua, organizações conseguem transformar dados operacionais em melhorias práticas, aumentando a eficiência, reduzindo custos e oferecendo uma experiência superior aos clientes.

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A pressão por mais eficiência, visibilidade e velocidade nas operações logísticas tem levado as empresas a repensarem, profundamente, a forma como seus centros de distribuição são estruturados.

Nesse cenário, os smart centers em supply chain surgem como uma evolução natural dos centros logísticos tradicionais, combinando automação, inteligência de dados e conectividade para tornar as operações mais eficientes.

Segundo um estudo da McKinsey & Company, empresas que adotam tecnologias digitais avançadas na cadeia de suprimentos podem reduzir custos logísticos em até 15% e aumentar a eficiência operacional em cerca de 30%. Parte desse ganho está diretamente ligada à implementação de estruturas inteligentes capazes de integrar dados, automação e tomada de decisão em tempo real.

É justamente nesse contexto que os smart centers ganham protagonismo.

Leia também: Automação intralogística: como reduzir custos operacionais em até 30% sem expandir área?

O que são smart centers em supply chain?

Os smart centers em supply chain são centros logísticos projetados para operar com alto nível de automação e inteligência operacional. Eles utilizam tecnologias como robótica, sistemas automatizados de armazenagem, sensores, análise de dados e integração com sistemas de gestão para otimizar o fluxo de materiais e informações.

Na prática, isso significa que processos antes manuais ou fragmentados passam a funcionar de forma integrada e orientada por dados.

Entre as principais características de um smart center na cadeia de suprimentos, estão:

  • Automação de movimentação e armazenagem
  • Integração entre sistemas logísticos e operacionais
  • Monitoramento em tempo real das operações
  • Uso de dados para tomada de decisão
  • Maior previsibilidade e controle de estoque

O resultado é uma operação mais rápida, precisa e escalável.

Como os smart centers transformam a logística?

Ao contrário do que muitos possam imaginar, os smart centers não são apenas centros automatizados. Eles funcionam como núcleos inteligentes de gestão logística, capazes de centralizar informações e coordenar operações com maior eficiência.

Isso impacta diretamente áreas críticas da supply chain, como:

Além disso, a integração entre sistemas permite identificar gargalos e tomar decisões com base em dados operacionais reais.

Diferença entre centros logísticos tradicionais e smart centers

Conforme você pode observar na tabela abaixo, a principal diferença entre um centro tradicional e um smart center está no nível de inteligência aplicada às operações:

Aspecto Centro logístico tradicional Smart center
Processos Predominantemente manuais Altamente automatizados
Tomada de decisão Baseada em experiência Orientada por dados
Visibilidade operacional Limitada Monitoramento em tempo real
Eficiência operacional Variável Otimizada por tecnologia
Escalabilidade Restrita Alta capacidade de expansão

 

Essa evolução permite que empresas lidem melhor com cenários de alta demanda, aumento de SKUs e maior complexidade operacional.

Tecnologias que compõem um smart center

Os smart centers em supply chain são resultado da integração de diversas tecnologias. Entre as mais utilizadas estão:

Quando integradas, essas tecnologias permitem criar um ambiente logístico altamente eficiente, com menor dependência de processos manuais.

Por que os smart centers estão se tornando estratégicos?

O crescimento do e-commerce, a necessidade de entregas mais rápidas e o aumento da complexidade das cadeias de suprimentos estão pressionando empresas a repensar seus modelos logísticos.

Nesse cenário, os smart centers em supply chain oferecem vantagens estratégicas importantes:

  1. Aumento da produtividade operacional
  2. Redução de erros e retrabalho
  3. Maior controle sobre estoque e movimentações
  4. Ganho de velocidade na separação de pedidos
  5. Melhor aproveitamento do espaço logístico

Muito além de uma inovação tecnológica, os smart centers representam um novo modelo de gestão logística, orientado por dados, automação e eficiência.

Empresas que investem nessa estrutura conseguem responder com mais rapidez às mudanças do mercado e construir operações mais resilientes e escaláveis.

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A eficiência energética na automação intralogística tem ganhado destaque como um impulsionador de desempenho operacional e sustentabilidade nas operações de armazéns, centros de distribuição e instalações industriais. 

Com o aumento dos custos de energia e as demandas por práticas mais verdes, integrar eficiência energética em sistemas automatizados já não é apenas uma vantagem competitiva, e sim uma necessidade estratégica.

Um dado impactante: segundo um levantamento da Aegis Sortation, as tecnologias automatizadas projetadas para eficiência energética podem reduzir o consumo de energia em até 30% em operações logísticas, quando combinadas com controles inteligentes e otimização de processos.

Leia também: O impacto da Indústria 4.0 na cadeia logística: integração de dados, IoT e sistemas inteligentes

Conheça os três principais benefícios da eficiência energética na automação intralogística:

Benefício 1: Redução significativa de custos operacionais

Empresas que adotam automação com foco em eficiência energética conseguem reduzir os custos relacionados ao consumo de eletricidade e operação de equipamentos. A automação inteligente ajusta dinamicamente o uso de energia com base na demanda real, evitando desperdícios e permitindo que componentes como motores, transportadores e sistemas de climatização funcionem de modo otimizado.

Benefício 2: Menor impacto ambiental e sustentabilidade

Um dos principais objetivos da eficiência energética é reduzir o uso de energia sem comprometer a produtividade. Isso não só diminui custos, como também reduz a pegada de carbono e os impactos ambientais associados às operações intralogísticas. Empresas que alcançam esse equilíbrio fortalecem sua reputação e se alinham às demandas de clientes, parceiros e regulamentações ambientais cada vez mais rigorosas.

Benefício 3: Aumento de produtividade e disponibilidade operacional

Sistemas que utilizam tecnologias como sensores IoT, algoritmos de controle e análise de dados em tempo real permitem não apenas o gerenciamento eficiente de energia, mas também a melhoria do fluxo de materiais, redução de falhas e maior disponibilidade de equipamentos. Essa medida contribui diretamente para um desempenho operacional mais confiável e resiliente, além de permitir decisões baseadas em dados que aceleram processos intralogísticos.

Principais ganhos da eficiência energética na automação intralogística:

  • Redução de custos operacionais: menor consumo de energia elétrica e otimização do uso de equipamentos automatizados ao longo da operação.
  • Sustentabilidade e alinhamento ESG: diminuição das emissões de carbono e maior aderência a práticas ambientais exigidas por clientes, parceiros e reguladores.
  • Aumento de produtividade e disponibilidade: processos mais estáveis, menos paradas não planejadas e maior eficiência no fluxo intralogístico.

Como você pôde observar neste artigo, a eficiência energética na automação intralogística é um diferencial estratégico que une economia, sustentabilidade e performance operacional. Ao investir em tecnologias que consomem menos energia e operam de forma inteligente, sua empresa potencializa resultados e se posiciona à frente em um mercado cada vez mais competitivo e consciente.

Quer elevar o patamar da sua intralogística com soluções que combinam automação e eficiência energética?

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A logística interna é o coração operacional de qualquer empresa que lida com movimentação de materiais, estoques e informações dentro de suas instalações. Também chamada de intralogística, ela é responsável por coordenar processos que impactam diretamente na produtividade, nos custos e na capacidade de atender clientes com rapidez e precisão.

Antes de implementar novos sistemas para otimizar sua logística interna, é fundamental avaliar tanto os benefícios desejados quanto os desafios envolvidos. Neste artigo, exploramos os principais pontos a considerar (desde dados relevantes até fatores práticos de decisão).

Leia também: 3 tendências para a logística interna em 2026 que você precisa conhecer

Importância da logística interna

As empresas que investem em aprimorar seus sistemas de intralogística conseguem reduzir gargalos e melhorar o fluxo de materiais entre recebimento, armazenagem, produção e expedição. Isso repercute em toda a cadeia de suprimentos, influenciando desde a gestão de estoque até o atendimento ao cliente.

Um estudo recente publicado no International Journal of Automative Science and Technology mostrou que iniciativas baseadas na chamada Logística 4.0 podem reduzir custos operacionais em até 13,37% quando tecnologias como RFID são aplicadas em processos internos, mostrando o impacto direto de sistemas avançados na eficiência das operações.

O que considerar antes de escolher um novo sistema

Antes de selecionar e implementar sistemas (como WMS, ERP ou ferramentas de automação), avalie os seguintes aspectos:

Fatores para avaliação Por que importa
Integração com sistemas existentes Evita redundância e inconsistência de dados
Escalabilidade e flexibilidade Suporta crescimento e mudanças operacionais
Capacidade de automação Reduz retrabalho e erros de processo
Treinamento e adoção de usuários Garante uso efetivo da solução
Visibilidade em tempo real Permite decisões mais rápidas e precisas

 

Benefícios esperados com sistemas bem implementados

  • Maior precisão de estoque, reduzindo perdas e rupturas
  • Processos mais rápidos e padronizados, com menos retrabalho
  • Melhor integração entre áreas, alinhando operações com estratégia corporativa

Riscos de uma implementação mal planejada

Contudo, é importante observar que mesmo soluções tecnológicas avançadas podem falhar se não houver:

  • levantamento claro de requisitos
  • treinamento adequado de equipes
  • integração com práticas de gestão existentes
  • métricas claras de sucesso e acompanhamento pós-go-live

Conforme demonstramos neste artigo, implementar novos sistemas de logística interna é uma decisão estratégica que exige análise cuidadosa de processos, tecnologia e pessoas. Considerar a integração, a flexibilidade e os resultados esperados ajuda a garantir que a intralogística deixe de ser apenas uma função operacional e se transforme em um diferencial competitivo.

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A rastreabilidade em tempo real já deixou de ser apenas um diferencial competitivo e passou a ser uma exigência básica na logística moderna nos últimos anos. 

Segundo relatório publicado em 2024 pela Gartner, empresas que operam com visibilidade em tempo real em suas cadeias logísticas reduzem em até 25% as interrupções operacionais e ampliam significativamente a capacidade de resposta a eventos críticos, como atrasos, falhas de abastecimento e desvios de processo.

Esse cenário reflete uma mudança estrutural no setor. Desse modo, operar sem dados confiáveis e atualizados deixou de ser aceitável pelo mercado, que atende a consumidores cada vez mais exigentes.

Leia também: Saiba como medir o ROI de um projeto de automação intralogística

O que é rastreabilidade em tempo real na logística?

Rastreabilidade em tempo real na logística é a capacidade de monitorar continuamente materiais, produtos, equipamentos e fluxos ao longo de toda a operação interna e externa. Isso inclui movimentações dentro do armazém, processos intralogísticos, transporte interno e integração com sistemas corporativos.

Assim, mais do que ‘saber onde algo está’, trata-se de compreender o status do processo, identificar desvios instantaneamente e agir antes que o problema gere impacto financeiro ou operacional.

Por que a rastreabilidade se tornou uma exigência?

O aumento da complexidade das operações logísticas, aliado à pressão por prazos menores e custos mais baixos, elevou o nível de risco operacional. Processos manuais, registros defasados e sistemas desconectados criam pontos cegos que dificultam a tomada de decisão.

Sem rastreabilidade em tempo real na logística, a gestão atua de forma reativa. Com ela, porém, passa a atuar de forma preditiva e estratégica, elevando o nível de maturidade da operação.

Conheça os 6 principais ganhos da rastreabilidade em tempo real na logística

A adoção da rastreabilidade em tempo real na logística gera benefícios claros e mensuráveis para a operação:

1) Redução de perdas, extravios e falhas de movimentação;

2) Aumento da acuracidade de inventário e confiabilidade dos dados;

3) Identificação imediata de gargalos e desvios operacionais;

4) Menor retrabalho e redução de custos operacionais;

5) Mais transparência para auditorias, compliance e governança;

6) Base sólida para automação, analytics e melhoria contínua.

Esses ganhos impactam diretamente indicadores como nível de serviço, lead time, custo por operação e segurança do processo.

Como alcançar a rastreabilidade em tempo real na prática?

Alcançar rastreabilidade em tempo real na logística exige mais do que sensores ou etiquetas. É necessário um ecossistema integrado que combine automação intralogística, sistemas de controle, software de gestão e inteligência operacional.

Tecnologias como sistemas de movimentação automatizada, identificação automática, sensores industriais e plataformas de supervisão permitem capturar dados em tempo real e transformá-los em informação acionável. O fator decisivo está na integração entre essas tecnologias e na aderência à realidade da operação.

Como a Scheffer pode te ajudar nesse processo?

Há 30 anos, a Scheffer desenvolve soluções completas para a logística interna das empresas, integrando automação, engenharia e sistemas inteligentes de controle logístico. Cada projeto é estruturado para garantir visibilidade total da operação, confiabilidade dos dados e suporte à tomada de decisão em tempo real.

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