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A velocidade de entrega se tornou um dos principais fatores competitivos da logística moderna. Em operações cada vez mais pressionadas por volumes elevados, múltiplos SKUs e prazos mais curtos, a separação de pedidos passou a exigir níveis muito maiores de precisão e produtividade.

Nesse cenário, o sorter na logística vem ganhando espaço como uma das tecnologias mais importantes para centros de distribuição que precisam aumentar eficiência operacional sem comprometer a qualidade da expedição.

Segundo levantamento da consultoria McKinsey & Company, empresas que investem em automação logística podem reduzir custos operacionais em até 30% e aumentar significativamente a produtividade em processos de separação e movimentação de materiais. Esse avanço está diretamente ligado à adoção de sistemas inteligentes de fluxo e sortimento.

Leia também: Smart Centers em supply chain: tudo o que você precisa saber

O que é sorter na logística?

O sorter é um sistema automatizado utilizado para identificar, direcionar e separar produtos dentro de operações logísticas.

Na prática, ele organiza automaticamente os itens conforme critérios definidos pela operação, tais como:

  • Destino
  • Pedido
  • Região
  • Transportadora
  • Tipo de produto
  • Prioridade de expedição

O objetivo é acelerar o fluxo interno, reduzir erros humanos e aumentar a capacidade operacional do centro de distribuição.

Em operações com grande volume de pedidos, o sorter se torna essencial para manter velocidade e organização sem gerar gargalos.

Por que a separação de pedidos se tornou um desafio?

O crescimento do e-commerce, da omnicanalidade e das entregas rápidas elevou drasticamente a complexidade logística.

Hoje, muitas empresas precisam lidar simultaneamente com:

  • Pedidos menores e mais fragmentados
  • Alta variedade de produtos
  • Necessidade de rastreabilidade
  • Pressão por entregas rápidas
  • Picos sazonais de demanda
  • Redução de erros operacionais

Em processos manuais, essa complexidade aumenta riscos de falhas, retrabalho, atrasos e custos operacionais.

É exatamente nesse ponto que os sistemas de sortimento automatizado ganham relevância.

Como o sorter aumenta velocidade e precisão?

Os sistemas de sorter automatizam uma etapa crítica da intralogística: o direcionamento correto dos produtos dentro do fluxo operacional.

Com apoio de sensores, leitores, esteiras inteligentes e integração sistêmica, o equipamento identifica os itens e realiza a separação automaticamente.

Esse processo gera ganhos importantes como:

  • Maior velocidade operacional

O fluxo contínuo reduz paradas e acelera o processamento dos pedidos.

  • Redução de erros

A automação minimiza falhas humanas na separação e expedição.

  • Melhor aproveitamento da operação

A equipe deixa de atuar em tarefas repetitivas e pode focar em atividades mais estratégicas.

  • Mais rastreabilidade

Os sistemas permitem acompanhamento em tempo real das movimentações.

  • Escalabilidade operacional

A operação ganha capacidade para absorver aumento de demanda sem perder eficiência.

  • Flexibilidade e integração fazem diferença

Uma das principais vantagens dos sistemas modernos de sorter é a capacidade de adaptação às necessidades de cada operação.

As soluções atuais permitem integração completa com WMS, ERPs e outros sistemas logísticos, garantindo mais inteligência operacional e controle dos fluxos.

Além disso, os equipamentos podem ser personalizados conforme:

  • Tipo de produto
  • Volume movimentado
  • Layout disponível
  • Velocidade necessária
  • Características da operação

Isso torna a automação mais aderente à realidade logística de cada empresa.

Conheça as soluções de sorter da Scheffer

A Scheffer Logística e Automação desenvolve sistemas de sortimento projetados para operações que exigem alta velocidade, precisão e integração logística.

As soluções da Scheffer combinam tecnologia de ponta, robustez, flexibilidade operacional e suporte técnico especializado, permitindo maior eficiência na separação de pedidos e otimização dos fluxos internos.

Se a sua empresa busca reduzir erros, acelerar expedições e preparar a logística para operações mais complexas e escaláveis, fale com os especialistas da Scheffer e descubra como os sistemas de sorter podem transformar sua operação: (42) 99128-2460

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A transformação da logística interna já deixou de ser uma tendência para se tornar uma necessidade operacional. Com o avanço da automação, empresas de diferentes segmentos buscam soluções capazes de reduzir falhas, aumentar produtividade, melhorar a rastreabilidade e tornar os fluxos mais inteligentes. 

Mas, diante de tantas tecnologias disponíveis, surge uma dúvida comum: como escolher a solução ideal para a operação?

É justamente nesse cenário que o showroom de automação logística ganha importância estratégica.

Muito além de apresentar equipamentos, um showroom permite visualizar a tecnologia em funcionamento, entender sua aplicação prática e reduzir incertezas antes da tomada de decisão. Em operações logísticas, onde cada escolha impacta diretamente produtividade, custos e eficiência, essa experiência prática faz toda a diferença.

Leia também: Logística Interna: o que considerar antes de implementar novos sistemas?

A distância entre teoria e operação real

Em apresentações comerciais, layouts 3D e vídeos institucionais, muitas soluções parecem semelhantes. Porém, na prática, cada operação possui necessidades específicas relacionadas a espaço, volume movimentado, fluxo de materiais, ergonomia, velocidade de separação de pedidos e integração de sistemas.

Por isso, ver uma solução operando ajuda a compreender fatores que nem sempre ficam claros em apresentações tradicionais, como:

  • Dinâmica dos equipamentos
  • Velocidade operacional
  • Fluxo de movimentação de cargas
  • Ergonomia da operação
  • Interface dos sistemas
  • Integração entre tecnologias
  • Segurança operacional
  • Possibilidades de customização

Essa visualização prática torna o processo decisório mais técnico, mais seguro e mais alinhado à realidade da empresa.

Como um showroom reduz riscos na implementação?

Projetos de automação logística envolvem investimento, planejamento e impacto direto na rotina operacional. Quando a empresa consegue interagir com a solução antes da implantação, parte dos riscos da decisão é reduzida.

O showroom permite validar, por exemplo:

Aspecto Benefício
Fluxo operacional Melhor entendimento da aplicação na prática
Performance dos sistemas Avaliação da velocidade e eficiência
Integração tecnológica Visualização da comunicação entre soluções
Ergonomia Mais clareza sobre segurança e conforto operacional
Escalabilidade Entendimento sobre futuras expansões

Além disso, visitas técnicas ajudam gestores a envolver diferentes áreas da empresa no processo, incluindo logística, operações, engenharia, TI e diretoria. Isso acelera os alinhamentos internos e melhora a análise sobre retorno do investimento.

A experiência prática acelera decisões

Muitas empresas chegam ao processo de automação com dúvidas sobre viabilidade, adaptação da equipe ou impacto real na produtividade. Quando conseguem visualizar a operação acontecendo, essas barreiras diminuem.

Em um showroom de automação logística, é possível observar aplicações como:

  • Sistemas de transporte de caixas
  • Picking automatizado
  • Sorters
  • Soluções de armazenagem
  • Fluxos integrados de movimentação
  • Tecnologias para separação de pedidos

Na prática, isso ajuda a traduzir conceitos técnicos em ganhos operacionais concretos.

A automação deixa de ser apenas um projeto no papel e passa a ser percebida como uma solução aplicável ao dia a dia da operação.

Conheça o showroom de automação logística da Scheffer

A Scheffer Logística e Automação possui em sua sede, em Ponta Grossa, um moderno showroom de automação logística, desenvolvido para que empresas possam conhecer de perto diferentes soluções em funcionamento.

O espaço reúne tecnologias voltadas à movimentação de cargas, separação de pedidos, transporte automatizado e integração operacional, permitindo uma experiência prática e estratégica para empresas que desejam modernizar sua logística interna.

Visitar um showroom é uma oportunidade relevante de enxergar a automação além da teoria e tomar decisões com mais segurança, clareza e visão de longo prazo.

Quer conhecer as soluções da Scheffer na prática? Entre em contato com nossos especialistas e agende uma visita ao nosso showroom: (42) 99128-2460

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Em qualquer operação logística ou industrial, a elevação de cargas representa um dos momentos mais críticos de toda a cadeia. 

É nesse instante, quando toneladas são suspensas, movimentadas e posicionadas, que falhas de equipamento, processos inadequados ou ausência de planejamento estratégico podem transformar uma rotina produtiva em um cenário de prejuízo ou tragédia.

E ainda assim, muitas empresas tratam esse processo como algo secundário, relegando decisões sobre equipamentos e sistemas de içamento a um segundo plano. Esse é um erro que pode custar muito caro.

Leia também: Logística Interna: o que considerar antes de implementar novos sistemas?

O que está realmente em jogo na elevação de cargas?

Quando falamos em elevação de cargas com segurança, não estamos apenas discutindo normas técnicas ou conformidade com a legislação, embora esses aspectos também sejam fundamentais. Estamos falando de um impacto direto na continuidade operacional, na integridade dos colaboradores e na competitividade do negócio.

Segundo dados do Painel de Informações e Estatísticas da Inspeção do Trabalho no Brasil (SIT), do Ministério do Trabalho, trabalhadores envolvidos em operações de cargas e descargas figuram entre as 10 ocupações com mais lesões registradas no país, acumulando 94,7 mil acidentes entre 2014 e 2021. 

No mesmo período, veículos, máquinas e equipamentos foram responsáveis por mais de 1,6 milhão de acidentes de trabalho, correspondendo a um terço de todos os registros nacionais.

Além do aspecto humano, há consequências operacionais severas: paradas não programadas, danos a materiais, responsabilidade civil e perda de credibilidade perante clientes e parceiros. A pergunta que toda liderança logística deveria se fazer é: meu sistema de elevação de cargas está à altura do que minha operação exige?

Os quatro pilares de um sistema de elevação de cargas eficiente

Para facilitar a compreensão sobre este tema, listamos os quatro pilares para um sistema de elevação de cargas eficiente:

  •  Segurança estrutural

Equipamentos certificados, dimensionados corretamente e com manutenção preventiva rigorosa.

  •  Estabilidade de carga

Sistemas que garantem equilíbrio durante todo o movimento, eliminando riscos de tombamento ou queda.

  • Automação inteligente

Controles precisos que reduzem a dependência humana em pontos críticos e aumentam a repetibilidade.

  • Conformidade normativa

Aderência às normas NR-11, NR-12 e demais regulamentações específicas do segmento de atuação.

Por que a escolha do fornecedor faz toda a diferença?

Muito além de ser resultante de um bom equipamento isolado, a elevação de cargas eficiente é fruto de uma solução completa, a qual envolve projeto técnico adequado, instalação precisa, treinamento das equipes e suporte contínuo. Por isso, a escolha do parceiro tecnológico é tão estratégica quanto a escolha do equipamento em si.

Empresas que investem em soluções de elevação de alta performance colhem benefícios concretos: 

  • Redução de acidentes
  • Ganho de velocidade operacional
  • Menor índice de avarias em produtos
  • Maior satisfação das equipes de trabalho. 

Em um mercado onde a eficiência logística é diferencial competitivo, esses números fazem toda a diferença no resultado.

Conforme você pôde observar neste artigo, a segurança e a estabilidade na elevação de cargas, muito além do fator custo, representam um investimento estratégico que protege pessoas, patrimônio e a continuidade do seu negócio. Logo, o momento de agir é antes que qualquer incidente aconteça.

Pronto para elevar o nível da sua operação?

Há mais de 30 anos a Scheffer oferece soluções completas em elevação de cargas — do projeto à instalação e suporte técnico. Fale com nossos especialistas e descubra como podemos tornar sua operação mais segura, estável e eficiente: WhatsApp: (42) 99128-2460

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Em logística, ganhar eficiência deixou de ser apenas uma meta operacional para se tornar, cada vez mais, uma exigência competitiva

Nesse sentido, dados do estudo State of Logistics Report 2024, da Kearney, demonstram que as empresas estão redesenhando suas redes de distribuição para reduzir custos, ampliar capacidade, ganhar agilidade e extrair mais valor da estrutura já existente. 

Ao mesmo tempo, o relatório aponta que a demanda por novos espaços esfriou à medida que as organizações passaram a buscar mais capacidade dentro da operação atual.

Leia também: Rastreabilidade em tempo real: a nova exigência da logística moderna e como alcançá-la

É justamente nesse cenário que o OEE na logística ganha relevância. Embora o indicador tenha nascido na manufatura, sua lógica se adapta muito bem a ambientes intralogísticos, especialmente em operações com esteiras, sorters, sistemas de armazenagem automática, picking e movimentação contínua. 

Além disso, um estudo acadêmico publicado em 2025 propôs, inclusive, o conceito de Overall Warehouse Effectiveness para reforçar a necessidade de indicadores integrados capazes de medir a eficiência real das operações de armazém.

O que é OEE na logística?

OEE significa Overall Equipment Effectiveness, ou Eficiência Global dos Equipamentos. Na prática, é um indicador que mede o quanto um sistema está entregando do seu potencial real, considerando três fatores:

Disponibilidade

Quanto tempo o equipamento ou sistema esteve efetivamente disponível para operar.

Performance

Se a operação rodou na velocidade esperada ou abaixo da capacidade projetada.

Qualidade

Se o processo entregou o resultado correto, sem falhas, retrabalho, perdas ou movimentações equivocadas.

A fórmula é simples:

OEE = Disponibilidade × Performance × Qualidade

Na logística, esse cálculo ajuda a identificar gargalos que nem sempre aparecem em análises superficiais. Um transportador pode estar funcionando, por exemplo, mas com paradas frequentes, velocidade reduzida ou alto índice de erro no fluxo.

Por que o OEE é importante na logística?

Monitorar o OEE na logística permite transformar percepção em dados. Em vez de tratar a baixa produtividade como um problema genérico, a operação passa a entender onde está a perda.

Os principais ganhos são:

  • maior visibilidade sobre a eficiência real dos ativos
  • redução de paradas e microparadas
  • melhoria no fluxo de materiais
  • apoio à tomada de decisão sobre automação e manutenção
  • aumento da produtividade sem ampliar área física

Como ler o OEE na logística?

Componente O que mede Exemplo na logística
Disponibilidade Tempo real de operação Paradas de esteiras, falhas em elevadores, manutenção não planejada
Performance Ritmo da operação Sistema rodando abaixo da velocidade nominal
Qualidade Saída correta do processo Erros de separação, perdas, retrabalho ou desvio de itens

Como implementar o OEE na sua operação?

A implementação começa com uma escolha objetiva: quais ativos ou processos mais impactam o fluxo logístico. Nem tudo precisa ser medido de uma vez.

O caminho mais prático envolve cinco etapas:

  1. Definir o ponto crítico da operação

Mapeie onde uma parada, lentidão ou erro gera maior impacto. Pode ser uma esteira, um transelevador, uma área de picking ou um sistema de separação.

  1. Padronizar os dados

Defina o que será considerado parada, queda de performance e falha de qualidade. Sem critério claro, o indicador perde valor.

  1. Medir continuamente

O OEE funciona melhor com acompanhamento recorrente. Quanto mais consistente for a coleta, mais fácil fica enxergar padrões.

  1. Cruzar indicador com causa

Não basta saber que o índice caiu. É preciso entender se a perda veio de manutenção, layout, gargalo operacional ou erro humano.

  1. Agir sobre o que trava o fluxo

A análise deve virar ação. Em muitos casos, isso leva à revisão de processo. Em outros, mostra que a automação é o próximo passo lógico.

Conforme vimos neste artigo, o OEE na logística é um indicador valioso para empresas que querem operar com mais previsibilidade, produtividade e inteligência. Quando bem aplicado, ele mostra onde a operação perde capacidade e quais decisões podem gerar ganho real de performance.

Em ambientes cada vez mais pressionados por velocidade, custo e precisão, medir eficiência deixou de ser diferencial. Passou a ser parte da estratégia.

Acesse o site e veja como as tecnologias de automação logística da Scheffer podem ser decisivas para potencializar os resultados do seu negócio: www.schefferlogistica.com.br 

Se preferir, chame um dos nossos consultores no WhatsApp: (42) 99128-2460

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A logística interna é o coração operacional de qualquer empresa que lida com movimentação de materiais, estoques e informações dentro de suas instalações. Também chamada de intralogística, ela é responsável por coordenar processos que impactam diretamente na produtividade, nos custos e na capacidade de atender clientes com rapidez e precisão.

Antes de implementar novos sistemas para otimizar sua logística interna, é fundamental avaliar tanto os benefícios desejados quanto os desafios envolvidos. Neste artigo, exploramos os principais pontos a considerar (desde dados relevantes até fatores práticos de decisão).

Leia também: 3 tendências para a logística interna em 2026 que você precisa conhecer

Importância da logística interna

As empresas que investem em aprimorar seus sistemas de intralogística conseguem reduzir gargalos e melhorar o fluxo de materiais entre recebimento, armazenagem, produção e expedição. Isso repercute em toda a cadeia de suprimentos, influenciando desde a gestão de estoque até o atendimento ao cliente.

Um estudo recente publicado no International Journal of Automative Science and Technology mostrou que iniciativas baseadas na chamada Logística 4.0 podem reduzir custos operacionais em até 13,37% quando tecnologias como RFID são aplicadas em processos internos, mostrando o impacto direto de sistemas avançados na eficiência das operações.

O que considerar antes de escolher um novo sistema

Antes de selecionar e implementar sistemas (como WMS, ERP ou ferramentas de automação), avalie os seguintes aspectos:

Fatores para avaliação Por que importa
Integração com sistemas existentes Evita redundância e inconsistência de dados
Escalabilidade e flexibilidade Suporta crescimento e mudanças operacionais
Capacidade de automação Reduz retrabalho e erros de processo
Treinamento e adoção de usuários Garante uso efetivo da solução
Visibilidade em tempo real Permite decisões mais rápidas e precisas

 

Benefícios esperados com sistemas bem implementados

  • Maior precisão de estoque, reduzindo perdas e rupturas
  • Processos mais rápidos e padronizados, com menos retrabalho
  • Melhor integração entre áreas, alinhando operações com estratégia corporativa

Riscos de uma implementação mal planejada

Contudo, é importante observar que mesmo soluções tecnológicas avançadas podem falhar se não houver:

  • levantamento claro de requisitos
  • treinamento adequado de equipes
  • integração com práticas de gestão existentes
  • métricas claras de sucesso e acompanhamento pós-go-live

Conforme demonstramos neste artigo, implementar novos sistemas de logística interna é uma decisão estratégica que exige análise cuidadosa de processos, tecnologia e pessoas. Considerar a integração, a flexibilidade e os resultados esperados ajuda a garantir que a intralogística deixe de ser apenas uma função operacional e se transforme em um diferencial competitivo.

Quer aprimorar sua logística interna com soluções tecnológicas e consultoria especializada? Acesse o site e conheça tudo o que a Scheffer pode fazer por sua empresa: www.schefferlogistica.com.br 

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A rastreabilidade em tempo real já deixou de ser apenas um diferencial competitivo e passou a ser uma exigência básica na logística moderna nos últimos anos. 

Segundo relatório publicado em 2024 pela Gartner, empresas que operam com visibilidade em tempo real em suas cadeias logísticas reduzem em até 25% as interrupções operacionais e ampliam significativamente a capacidade de resposta a eventos críticos, como atrasos, falhas de abastecimento e desvios de processo.

Esse cenário reflete uma mudança estrutural no setor. Desse modo, operar sem dados confiáveis e atualizados deixou de ser aceitável pelo mercado, que atende a consumidores cada vez mais exigentes.

Leia também: Saiba como medir o ROI de um projeto de automação intralogística

O que é rastreabilidade em tempo real na logística?

Rastreabilidade em tempo real na logística é a capacidade de monitorar continuamente materiais, produtos, equipamentos e fluxos ao longo de toda a operação interna e externa. Isso inclui movimentações dentro do armazém, processos intralogísticos, transporte interno e integração com sistemas corporativos.

Assim, mais do que ‘saber onde algo está’, trata-se de compreender o status do processo, identificar desvios instantaneamente e agir antes que o problema gere impacto financeiro ou operacional.

Por que a rastreabilidade se tornou uma exigência?

O aumento da complexidade das operações logísticas, aliado à pressão por prazos menores e custos mais baixos, elevou o nível de risco operacional. Processos manuais, registros defasados e sistemas desconectados criam pontos cegos que dificultam a tomada de decisão.

Sem rastreabilidade em tempo real na logística, a gestão atua de forma reativa. Com ela, porém, passa a atuar de forma preditiva e estratégica, elevando o nível de maturidade da operação.

Conheça os 6 principais ganhos da rastreabilidade em tempo real na logística

A adoção da rastreabilidade em tempo real na logística gera benefícios claros e mensuráveis para a operação:

1) Redução de perdas, extravios e falhas de movimentação;

2) Aumento da acuracidade de inventário e confiabilidade dos dados;

3) Identificação imediata de gargalos e desvios operacionais;

4) Menor retrabalho e redução de custos operacionais;

5) Mais transparência para auditorias, compliance e governança;

6) Base sólida para automação, analytics e melhoria contínua.

Esses ganhos impactam diretamente indicadores como nível de serviço, lead time, custo por operação e segurança do processo.

Como alcançar a rastreabilidade em tempo real na prática?

Alcançar rastreabilidade em tempo real na logística exige mais do que sensores ou etiquetas. É necessário um ecossistema integrado que combine automação intralogística, sistemas de controle, software de gestão e inteligência operacional.

Tecnologias como sistemas de movimentação automatizada, identificação automática, sensores industriais e plataformas de supervisão permitem capturar dados em tempo real e transformá-los em informação acionável. O fator decisivo está na integração entre essas tecnologias e na aderência à realidade da operação.

Como a Scheffer pode te ajudar nesse processo?

Há 30 anos, a Scheffer desenvolve soluções completas para a logística interna das empresas, integrando automação, engenharia e sistemas inteligentes de controle logístico. Cada projeto é estruturado para garantir visibilidade total da operação, confiabilidade dos dados e suporte à tomada de decisão em tempo real.

Fale com um dos nossos consultores agora mesmo e descubra como evoluir sua operação com soluções sob medida para os desafios atuais da logística.

WhatsApp: (42) 99128-2460.

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Você sabia que a integração entre automação, dados e pessoas se tornou um dos pilares estratégicos para operações industriais e logísticas que buscam eficiência, segurança e escalabilidade?

Um fluxo intralogístico contínuo depende exatamente dessa combinação equilibrada, em que tecnologias avançadas trabalham em conjunto com equipes capacitadas e indicadores confiáveis. 

Leia também: O impacto da Indústria 4.0 na cadeia logística: integração de dados, IoT e sistemas inteligentes

Segundo o estudo Warehouse Automation Outlook 2025, da Interact Analysis, empresas que alinham automação com gestão orientada por dados alcançam até 2,5 vezes mais eficiência operacional do que aquelas que automatizam sem integrar processos e pessoas, reforçando o peso da inteligência operacional na competitividade.

Automação como estrutura do fluxo

Sistemas automáticos de armazenagem, esteiras transportadoras, VLMs e soluções de movimentação representam a base física do fluxo intralogístico. Eles garantem velocidade, padronização e menor índice de falhas. No entanto, a automação só entrega seu potencial máximo quando está conectada às demais áreas da operação e a um ecossistema de dados confiável.

Dados como eixo de decisão

Também é importante observar que um fluxo intralogístico contínuo depende de decisões rápidas e precisas. Para isso, dados centralizados e atualizados em tempo real são essenciais. Entre as informações que permitem ajustes imediatos e prevenção de gargalos, estão: 

  • Níveis de estoque
  • Status de pedidos
  • Capacidade de picking
  • Utilização de equipamentos
  • Tempo de ciclo 

Nesse cenário, a integração entre automação e sistemas de gestão é o que transforma dados em inteligência operacional.

Pessoas como agentes de continuidade

Mesmo com tecnologias cada vez mais avançadas, as pessoas seguem no centro da operação. Equipes treinadas são imprescindíveis para interpretar dados, ajustar processos e garantir que a automação funcione de forma fluida. Ao mesmo tempo, a combinação entre competências técnicas e visão analítica cria um ambiente onde cada decisão fortalece a cadência operacional.

O resultado: um fluxo intralogístico sem interrupções

Quando automação, dados e pessoas trabalham juntos, o resultado é uma operação mais rápida, previsível e escalável. O fluxo se torna contínuo porque cada elemento retroalimenta o outro. A automação gera dados, os dados orientam decisões e as pessoas aprimoram processos.

Conforme este artigo demonstra, integrar automação, dados e pessoas é o caminho para operações realmente eficientes e preparadas para o futuro. 

Para empresas que desejam estruturar um fluxo intralogístico contínuo e alcançar alta performance, a Scheffer é a melhor opção do mercado, oferecendo soluções completas para transformar a logística interna com precisão, segurança e inteligência.

Fale com um dos nossos consultores agora mesmo: 

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Medir o ROI de um projeto de automação intralogística é uma das decisões estratégicas mais importantes para qualquer empresa que busca competitividade, escalabilidade e redução de custos operacionais. 

Em um cenário em que o mercado exige cada vez mais agilidade e precisão, compreender como mensurar os resultados de forma estruturada é fundamental para sustentar investimentos e garantir retorno claro ao negócio.

Leia também: Lean Six Sigma: o que é esta metodologia e como aplicá-la na logística?

O que é o ROI?

Antes de qualquer cálculo, é fundamental entender o que é o ROI. A sigla vem do inglês Return on Investment, ou Retorno sobre Investimento. Em termos simples, o ROI mostra quanto uma empresa ganha em relação ao que investiu. 

Por que o ROI é importante?

O ROI é importante porque transforma percepções em números concretos, permitindo avaliar se um projeto traz retorno real, comparar alternativas de investimento e tomar decisões estratégicas com segurança. No contexto da automação intralogística, o ROI revela se a tecnologia adotada está reduzindo custos, aumentando produtividade e fortalecendo a operação de forma sustentável.

Segundo o relatório Global Warehouse Automation Market 2025, da Research & Markets, empresas que adotam automação intralogística conseguem reduzir até 30% dos custos operacionais totais, além de elevar a eficiência dos fluxos internos. Esse dado reforça que o investimento, quando bem estruturado e mensurado, não apenas se paga como também fortalece a base operacional da companhia.

Identifique as métricas essenciais do ROI

O primeiro passo é estabelecer critérios objetivos. As métricas mais utilizadas incluem: 

  • Redução de horas trabalhadas
  • Diminuição de erros de separação
  • Custos evitados com retrabalho
  • Economia de espaço
  • Ganho de velocidade no atendimento dos pedidos. 

Dica da Scheffer: quanto mais claro for o ponto de partida, mais preciso será o resultado.

Calcule o ROI considerando todos os impactos

O cálculo tradicional do ROI segue a seguinte fórmula:

ROI = (Ganhos obtidos menos Custo do investimento) dividido pelo Custo do investimento.

No entanto, na automação intralogística, os impactos indiretos são igualmente relevantes. Entre eles estão estabilidade operacional, maior previsibilidade de entregas, redução de riscos de acidentes e aumento da capacidade instalada sem necessidade de expansão física.

Avalie ganhos de longo prazo

Projetos de automação intralogística tendem a trazer resultados crescentes ao longo dos anos. Soluções como armazenagem automática, sistemas de transporte interno e equipamentos de elevação reduzem gargalos e ampliam a eficiência à medida que o volume operacional cresce. Por isso, o ROI deve considerar não apenas o retorno imediato, mas também os ganhos acumulados em um horizonte de médio e longo prazo.

Compare o cenário atual com o potencial futuro

Uma avaliação de ROI realmente estratégica compara a operação como ela é hoje com o cenário ideal após a implementação. Identificar o grau de maturidade logística da empresa é imprescindível para determinar quais indicadores terão maior impacto e quais soluções farão mais diferença no dia a dia da operação.

Método, clareza e visão completa

Medir o ROI de um projeto de automação intralogística exige método, clareza e uma visão completa dos benefícios diretos e indiretos. Com dados confiáveis, processos estruturados e análise rigorosa, o investimento se torna uma alavanca para competitividade e expansão. 

As empresas que desejam elevar sua eficiência intralogística encontram na Scheffer a melhor opção do mercado para transformar sua logística interna com inteligência, precisão e alto desempenho.

Entre em contato agora mesmo com um dos nossos consultores e descubra como as nossas soluções podem potencializar os resultados da sua operação: WhatsApp: (42) 99128-2460.

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Já reparou que a logística interna está em plena transformação? Com o avanço das tecnologias de automação, análise de dados e inteligência artificial, os armazéns deixam de ser apenas espaços de estocagem e passam a atuar como verdadeiros centros estratégicos de eficiência. 

Assim, entender as principais tendências que os especialistas apontam para a logística interna em 2026 é de fundamental importância para manter a competitividade, reduzir custos e aprimorar a experiência operacional.

Leia também: Não basta reagir: é preciso antecipar. Como a IA deve tornar a logística interna mais inteligente?

Segundo o relatório DHL Logistics Trend Radar 2025, mais de 80% das empresas planejam investir em automação e digitalização de processos até 2026, buscando maior precisão e agilidade em toda a cadeia logística. A seguir, veja as três principais tendências que vão moldar o futuro dos centros de distribuição e armazéns no próximo ano:

  1. Automação inteligente e integrada

A automação já é uma realidade em muitos armazéns, mas a tendência para 2026 é a integração total dos sistemas e equipamentos. Plataformas de controle centralizado e algoritmos de machine learning permitirão que empilhadeiras autônomas, transelevadores e sistemas de picking operem de forma sincronizada, otimizando fluxos sem intervenção humana.

Essa integração também trará ganhos significativos de produtividade. Estudos da PwC (2024) apontam que as empresas que adotam automação inteligente registram até 40% de aumento na eficiência operacional e 30% de redução no tempo de ciclo de pedidos.

  1. Armazéns autônomos e conectados

Outra tendência em destaque é o avanço dos armazéns autônomos, onde a tecnologia IoT (Internet das Coisas) se combina à robótica e à análise de dados em tempo real. Em vez de apenas responder a comandos, os sistemas passam a prever demandas, identificar gargalos e ajustar rotas automaticamente.

A conectividade 5G, que estará amplamente consolidada até 2026, permitirá a comunicação instantânea entre máquinas, sensores e sistemas de gestão (WMS), elevando a precisão das operações e o controle sobre cada etapa do fluxo logístico.

  1. Sustentabilidade e eficiência energética

A sustentabilidade também será um dos principais pilares da logística interna do futuro. Armazéns automatizados e sistemas inteligentes de climatização e energia já reduzem consideravelmente o consumo de recursos, e essa tendência tende a se fortalecer.

Segundo um estudo da Gartner (2025), empresas que investem em tecnologias sustentáveis na logística conseguem reduzir em até 25% seus custos energéticos e diminuir a emissão de CO₂ em até 40%. Além do impacto ambiental, a eficiência energética também se traduz em economia direta e valorização da marca.

O futuro da intralogística é integrado, inteligente e sustentável

As tendências para a logística interna em 2026 apontam para um cenário em que automação, conectividade e sustentabilidade caminham lado a lado. A transformação já está em curso, e quem se adiantar sairá na frente em competitividade, segurança e eficiência.

A Scheffer Logística e Automação oferece as melhores soluções do mercado para a automação intralogística, com tecnologias de ponta que integram pessoas, dados e equipamentos para alcançar o máximo desempenho operacional.

Fale com um dos nossos consultores agora mesmo: WhatsApp: (42) 99128-2460.

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A busca por eficiência é um desafio constante no setor logístico. Reduzir desperdícios, otimizar recursos e garantir a qualidade das operações são metas que exigem, mais do que boas intenções, de métodos assertivos. 

É exatamente aí que entra a Lean Six Sigma, uma metodologia que combina melhoria contínua e redução de variabilidade para elevar a performance de processos logísticos a outro patamar.

Segundo um estudo da McKinsey & Company (2024), empresas que aplicam metodologias Lean Six Sigma em suas operações logísticas registram, em média, uma redução de até 35% nos custos operacionais e um aumento de 50% na produtividade. Esses números reforçam o impacto da metodologia na eficiência e competitividade das organizações.

Leia também: O impacto da Indústria 4.0 na cadeia logística: integração de dados, IoT e sistemas inteligentes

O que é Lean Six Sigma?

A Lean Six Sigma é a integração de duas abordagens complementares:

  1. Lean, que foca na eliminação de desperdícios e aumento da velocidade dos processos;
  2. Six Sigma, que busca reduzir erros e variabilidade, garantindo a qualidade.

Na prática, essa combinação ajuda empresas a entregarem mais valor com menos recursos, melhorando continuamente a performance de ponta a ponta.

Como o Lean Six Sigma se aplica à logística?

Na logística interna, aplicar o Lean Six Sigma significa olhar para todas as etapas do fluxo (do recebimento à expedição) com foco em eficiência e previsibilidade. Entre os principais benefícios estão:

  • Redução de retrabalhos e erros de separação de pedidos.
  • Otimização de rotas e movimentações dentro do armazém.
  • Melhor aproveitamento do espaço físico e dos equipamentos.
  • Redução de estoques e custos de armazenagem.
  • Aumento da produtividade sem aumento de recursos.

As 5 etapas do Lean Six Sigma

A metodologia é estruturada no ciclo DMAIC, sigla em inglês para:

Etapa Objetivo principal
Definir (Define) Identificar o problema e as metas de melhoria.
Medir (Measure) Coletar dados e entender o desempenho atual.
Analisar (Analyze) Encontrar as causas raiz dos problemas.
Melhorar (Improve) Desenvolver e implementar soluções eficientes.
Controlar (Control) Monitorar os resultados e manter os ganhos alcançados.

Aplicação prática no ambiente logístico

Entre as principais aplicações da Lean Six Sigma para a logística interna, destacamos:

  1. Mapeamento de processos: o primeiro passo é entender o fluxo completo de movimentação de materiais.
  2. Identificação de gargalos: com base em dados e indicadores, são detectadas as etapas que geram atrasos ou retrabalho.
  3. Implementação de melhorias: podem incluir a automação de movimentações, reorganização do layout do armazém ou integração de sistemas de gestão.
  4. Monitoramento contínuo: os resultados são acompanhados em tempo real, garantindo que as melhorias sejam sustentáveis.

Conforme este artigo demonstra, a Lean Six Sigma é uma cultura de eficiência e melhoria contínua. Quando aplicada à logística interna, transforma dados e processos em vantagem competitiva, garantindo entregas mais rápidas, custos menores e operações de alta performance.

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