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Em qualquer operação logística ou industrial, a elevação de cargas representa um dos momentos mais críticos de toda a cadeia. 

É nesse instante, quando toneladas são suspensas, movimentadas e posicionadas, que falhas de equipamento, processos inadequados ou ausência de planejamento estratégico podem transformar uma rotina produtiva em um cenário de prejuízo ou tragédia.

E ainda assim, muitas empresas tratam esse processo como algo secundário, relegando decisões sobre equipamentos e sistemas de içamento a um segundo plano. Esse é um erro que pode custar muito caro.

Leia também: Logística Interna: o que considerar antes de implementar novos sistemas?

O que está realmente em jogo na elevação de cargas?

Quando falamos em elevação de cargas com segurança, não estamos apenas discutindo normas técnicas ou conformidade com a legislação, embora esses aspectos também sejam fundamentais. Estamos falando de um impacto direto na continuidade operacional, na integridade dos colaboradores e na competitividade do negócio.

Segundo dados do Painel de Informações e Estatísticas da Inspeção do Trabalho no Brasil (SIT), do Ministério do Trabalho, trabalhadores envolvidos em operações de cargas e descargas figuram entre as 10 ocupações com mais lesões registradas no país, acumulando 94,7 mil acidentes entre 2014 e 2021. 

No mesmo período, veículos, máquinas e equipamentos foram responsáveis por mais de 1,6 milhão de acidentes de trabalho, correspondendo a um terço de todos os registros nacionais.

Além do aspecto humano, há consequências operacionais severas: paradas não programadas, danos a materiais, responsabilidade civil e perda de credibilidade perante clientes e parceiros. A pergunta que toda liderança logística deveria se fazer é: meu sistema de elevação de cargas está à altura do que minha operação exige?

Os quatro pilares de um sistema de elevação de cargas eficiente

Para facilitar a compreensão sobre este tema, listamos os quatro pilares para um sistema de elevação de cargas eficiente:

  •  Segurança estrutural

Equipamentos certificados, dimensionados corretamente e com manutenção preventiva rigorosa.

  •  Estabilidade de carga

Sistemas que garantem equilíbrio durante todo o movimento, eliminando riscos de tombamento ou queda.

  • Automação inteligente

Controles precisos que reduzem a dependência humana em pontos críticos e aumentam a repetibilidade.

  • Conformidade normativa

Aderência às normas NR-11, NR-12 e demais regulamentações específicas do segmento de atuação.

Por que a escolha do fornecedor faz toda a diferença?

Muito além de ser resultante de um bom equipamento isolado, a elevação de cargas eficiente é fruto de uma solução completa, a qual envolve projeto técnico adequado, instalação precisa, treinamento das equipes e suporte contínuo. Por isso, a escolha do parceiro tecnológico é tão estratégica quanto a escolha do equipamento em si.

Empresas que investem em soluções de elevação de alta performance colhem benefícios concretos: 

  • Redução de acidentes
  • Ganho de velocidade operacional
  • Menor índice de avarias em produtos
  • Maior satisfação das equipes de trabalho. 

Em um mercado onde a eficiência logística é diferencial competitivo, esses números fazem toda a diferença no resultado.

Conforme você pôde observar neste artigo, a segurança e a estabilidade na elevação de cargas, muito além do fator custo, representam um investimento estratégico que protege pessoas, patrimônio e a continuidade do seu negócio. Logo, o momento de agir é antes que qualquer incidente aconteça.

Pronto para elevar o nível da sua operação?

Há mais de 30 anos a Scheffer oferece soluções completas em elevação de cargas — do projeto à instalação e suporte técnico. Fale com nossos especialistas e descubra como podemos tornar sua operação mais segura, estável e eficiente: WhatsApp: (42) 99128-2460

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Em logística, ganhar eficiência deixou de ser apenas uma meta operacional para se tornar, cada vez mais, uma exigência competitiva

Nesse sentido, dados do estudo State of Logistics Report 2024, da Kearney, demonstram que as empresas estão redesenhando suas redes de distribuição para reduzir custos, ampliar capacidade, ganhar agilidade e extrair mais valor da estrutura já existente. 

Ao mesmo tempo, o relatório aponta que a demanda por novos espaços esfriou à medida que as organizações passaram a buscar mais capacidade dentro da operação atual.

Leia também: Rastreabilidade em tempo real: a nova exigência da logística moderna e como alcançá-la

É justamente nesse cenário que o OEE na logística ganha relevância. Embora o indicador tenha nascido na manufatura, sua lógica se adapta muito bem a ambientes intralogísticos, especialmente em operações com esteiras, sorters, sistemas de armazenagem automática, picking e movimentação contínua. 

Além disso, um estudo acadêmico publicado em 2025 propôs, inclusive, o conceito de Overall Warehouse Effectiveness para reforçar a necessidade de indicadores integrados capazes de medir a eficiência real das operações de armazém.

O que é OEE na logística?

OEE significa Overall Equipment Effectiveness, ou Eficiência Global dos Equipamentos. Na prática, é um indicador que mede o quanto um sistema está entregando do seu potencial real, considerando três fatores:

Disponibilidade

Quanto tempo o equipamento ou sistema esteve efetivamente disponível para operar.

Performance

Se a operação rodou na velocidade esperada ou abaixo da capacidade projetada.

Qualidade

Se o processo entregou o resultado correto, sem falhas, retrabalho, perdas ou movimentações equivocadas.

A fórmula é simples:

OEE = Disponibilidade × Performance × Qualidade

Na logística, esse cálculo ajuda a identificar gargalos que nem sempre aparecem em análises superficiais. Um transportador pode estar funcionando, por exemplo, mas com paradas frequentes, velocidade reduzida ou alto índice de erro no fluxo.

Por que o OEE é importante na logística?

Monitorar o OEE na logística permite transformar percepção em dados. Em vez de tratar a baixa produtividade como um problema genérico, a operação passa a entender onde está a perda.

Os principais ganhos são:

  • maior visibilidade sobre a eficiência real dos ativos
  • redução de paradas e microparadas
  • melhoria no fluxo de materiais
  • apoio à tomada de decisão sobre automação e manutenção
  • aumento da produtividade sem ampliar área física

Como ler o OEE na logística?

Componente O que mede Exemplo na logística
Disponibilidade Tempo real de operação Paradas de esteiras, falhas em elevadores, manutenção não planejada
Performance Ritmo da operação Sistema rodando abaixo da velocidade nominal
Qualidade Saída correta do processo Erros de separação, perdas, retrabalho ou desvio de itens

Como implementar o OEE na sua operação?

A implementação começa com uma escolha objetiva: quais ativos ou processos mais impactam o fluxo logístico. Nem tudo precisa ser medido de uma vez.

O caminho mais prático envolve cinco etapas:

  1. Definir o ponto crítico da operação

Mapeie onde uma parada, lentidão ou erro gera maior impacto. Pode ser uma esteira, um transelevador, uma área de picking ou um sistema de separação.

  1. Padronizar os dados

Defina o que será considerado parada, queda de performance e falha de qualidade. Sem critério claro, o indicador perde valor.

  1. Medir continuamente

O OEE funciona melhor com acompanhamento recorrente. Quanto mais consistente for a coleta, mais fácil fica enxergar padrões.

  1. Cruzar indicador com causa

Não basta saber que o índice caiu. É preciso entender se a perda veio de manutenção, layout, gargalo operacional ou erro humano.

  1. Agir sobre o que trava o fluxo

A análise deve virar ação. Em muitos casos, isso leva à revisão de processo. Em outros, mostra que a automação é o próximo passo lógico.

Conforme vimos neste artigo, o OEE na logística é um indicador valioso para empresas que querem operar com mais previsibilidade, produtividade e inteligência. Quando bem aplicado, ele mostra onde a operação perde capacidade e quais decisões podem gerar ganho real de performance.

Em ambientes cada vez mais pressionados por velocidade, custo e precisão, medir eficiência deixou de ser diferencial. Passou a ser parte da estratégia.

Acesse o site e veja como as tecnologias de automação logística da Scheffer podem ser decisivas para potencializar os resultados do seu negócio: www.schefferlogistica.com.br 

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A eficiência energética na automação intralogística tem ganhado destaque como um impulsionador de desempenho operacional e sustentabilidade nas operações de armazéns, centros de distribuição e instalações industriais. 

Com o aumento dos custos de energia e as demandas por práticas mais verdes, integrar eficiência energética em sistemas automatizados já não é apenas uma vantagem competitiva, e sim uma necessidade estratégica.

Um dado impactante: segundo um levantamento da Aegis Sortation, as tecnologias automatizadas projetadas para eficiência energética podem reduzir o consumo de energia em até 30% em operações logísticas, quando combinadas com controles inteligentes e otimização de processos.

Leia também: O impacto da Indústria 4.0 na cadeia logística: integração de dados, IoT e sistemas inteligentes

Conheça os três principais benefícios da eficiência energética na automação intralogística:

Benefício 1: Redução significativa de custos operacionais

Empresas que adotam automação com foco em eficiência energética conseguem reduzir os custos relacionados ao consumo de eletricidade e operação de equipamentos. A automação inteligente ajusta dinamicamente o uso de energia com base na demanda real, evitando desperdícios e permitindo que componentes como motores, transportadores e sistemas de climatização funcionem de modo otimizado.

Benefício 2: Menor impacto ambiental e sustentabilidade

Um dos principais objetivos da eficiência energética é reduzir o uso de energia sem comprometer a produtividade. Isso não só diminui custos, como também reduz a pegada de carbono e os impactos ambientais associados às operações intralogísticas. Empresas que alcançam esse equilíbrio fortalecem sua reputação e se alinham às demandas de clientes, parceiros e regulamentações ambientais cada vez mais rigorosas.

Benefício 3: Aumento de produtividade e disponibilidade operacional

Sistemas que utilizam tecnologias como sensores IoT, algoritmos de controle e análise de dados em tempo real permitem não apenas o gerenciamento eficiente de energia, mas também a melhoria do fluxo de materiais, redução de falhas e maior disponibilidade de equipamentos. Essa medida contribui diretamente para um desempenho operacional mais confiável e resiliente, além de permitir decisões baseadas em dados que aceleram processos intralogísticos.

Principais ganhos da eficiência energética na automação intralogística:

  • Redução de custos operacionais: menor consumo de energia elétrica e otimização do uso de equipamentos automatizados ao longo da operação.
  • Sustentabilidade e alinhamento ESG: diminuição das emissões de carbono e maior aderência a práticas ambientais exigidas por clientes, parceiros e reguladores.
  • Aumento de produtividade e disponibilidade: processos mais estáveis, menos paradas não planejadas e maior eficiência no fluxo intralogístico.

Como você pôde observar neste artigo, a eficiência energética na automação intralogística é um diferencial estratégico que une economia, sustentabilidade e performance operacional. Ao investir em tecnologias que consomem menos energia e operam de forma inteligente, sua empresa potencializa resultados e se posiciona à frente em um mercado cada vez mais competitivo e consciente.

Quer elevar o patamar da sua intralogística com soluções que combinam automação e eficiência energética?

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A logística interna é o coração operacional de qualquer empresa que lida com movimentação de materiais, estoques e informações dentro de suas instalações. Também chamada de intralogística, ela é responsável por coordenar processos que impactam diretamente na produtividade, nos custos e na capacidade de atender clientes com rapidez e precisão.

Antes de implementar novos sistemas para otimizar sua logística interna, é fundamental avaliar tanto os benefícios desejados quanto os desafios envolvidos. Neste artigo, exploramos os principais pontos a considerar (desde dados relevantes até fatores práticos de decisão).

Leia também: 3 tendências para a logística interna em 2026 que você precisa conhecer

Importância da logística interna

As empresas que investem em aprimorar seus sistemas de intralogística conseguem reduzir gargalos e melhorar o fluxo de materiais entre recebimento, armazenagem, produção e expedição. Isso repercute em toda a cadeia de suprimentos, influenciando desde a gestão de estoque até o atendimento ao cliente.

Um estudo recente publicado no International Journal of Automative Science and Technology mostrou que iniciativas baseadas na chamada Logística 4.0 podem reduzir custos operacionais em até 13,37% quando tecnologias como RFID são aplicadas em processos internos, mostrando o impacto direto de sistemas avançados na eficiência das operações.

O que considerar antes de escolher um novo sistema

Antes de selecionar e implementar sistemas (como WMS, ERP ou ferramentas de automação), avalie os seguintes aspectos:

Fatores para avaliação Por que importa
Integração com sistemas existentes Evita redundância e inconsistência de dados
Escalabilidade e flexibilidade Suporta crescimento e mudanças operacionais
Capacidade de automação Reduz retrabalho e erros de processo
Treinamento e adoção de usuários Garante uso efetivo da solução
Visibilidade em tempo real Permite decisões mais rápidas e precisas

 

Benefícios esperados com sistemas bem implementados

  • Maior precisão de estoque, reduzindo perdas e rupturas
  • Processos mais rápidos e padronizados, com menos retrabalho
  • Melhor integração entre áreas, alinhando operações com estratégia corporativa

Riscos de uma implementação mal planejada

Contudo, é importante observar que mesmo soluções tecnológicas avançadas podem falhar se não houver:

  • levantamento claro de requisitos
  • treinamento adequado de equipes
  • integração com práticas de gestão existentes
  • métricas claras de sucesso e acompanhamento pós-go-live

Conforme demonstramos neste artigo, implementar novos sistemas de logística interna é uma decisão estratégica que exige análise cuidadosa de processos, tecnologia e pessoas. Considerar a integração, a flexibilidade e os resultados esperados ajuda a garantir que a intralogística deixe de ser apenas uma função operacional e se transforme em um diferencial competitivo.

Quer aprimorar sua logística interna com soluções tecnológicas e consultoria especializada? Acesse o site e conheça tudo o que a Scheffer pode fazer por sua empresa: www.schefferlogistica.com.br 

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A rastreabilidade em tempo real já deixou de ser apenas um diferencial competitivo e passou a ser uma exigência básica na logística moderna nos últimos anos. 

Segundo relatório publicado em 2024 pela Gartner, empresas que operam com visibilidade em tempo real em suas cadeias logísticas reduzem em até 25% as interrupções operacionais e ampliam significativamente a capacidade de resposta a eventos críticos, como atrasos, falhas de abastecimento e desvios de processo.

Esse cenário reflete uma mudança estrutural no setor. Desse modo, operar sem dados confiáveis e atualizados deixou de ser aceitável pelo mercado, que atende a consumidores cada vez mais exigentes.

Leia também: Saiba como medir o ROI de um projeto de automação intralogística

O que é rastreabilidade em tempo real na logística?

Rastreabilidade em tempo real na logística é a capacidade de monitorar continuamente materiais, produtos, equipamentos e fluxos ao longo de toda a operação interna e externa. Isso inclui movimentações dentro do armazém, processos intralogísticos, transporte interno e integração com sistemas corporativos.

Assim, mais do que ‘saber onde algo está’, trata-se de compreender o status do processo, identificar desvios instantaneamente e agir antes que o problema gere impacto financeiro ou operacional.

Por que a rastreabilidade se tornou uma exigência?

O aumento da complexidade das operações logísticas, aliado à pressão por prazos menores e custos mais baixos, elevou o nível de risco operacional. Processos manuais, registros defasados e sistemas desconectados criam pontos cegos que dificultam a tomada de decisão.

Sem rastreabilidade em tempo real na logística, a gestão atua de forma reativa. Com ela, porém, passa a atuar de forma preditiva e estratégica, elevando o nível de maturidade da operação.

Conheça os 6 principais ganhos da rastreabilidade em tempo real na logística

A adoção da rastreabilidade em tempo real na logística gera benefícios claros e mensuráveis para a operação:

1) Redução de perdas, extravios e falhas de movimentação;

2) Aumento da acuracidade de inventário e confiabilidade dos dados;

3) Identificação imediata de gargalos e desvios operacionais;

4) Menor retrabalho e redução de custos operacionais;

5) Mais transparência para auditorias, compliance e governança;

6) Base sólida para automação, analytics e melhoria contínua.

Esses ganhos impactam diretamente indicadores como nível de serviço, lead time, custo por operação e segurança do processo.

Como alcançar a rastreabilidade em tempo real na prática?

Alcançar rastreabilidade em tempo real na logística exige mais do que sensores ou etiquetas. É necessário um ecossistema integrado que combine automação intralogística, sistemas de controle, software de gestão e inteligência operacional.

Tecnologias como sistemas de movimentação automatizada, identificação automática, sensores industriais e plataformas de supervisão permitem capturar dados em tempo real e transformá-los em informação acionável. O fator decisivo está na integração entre essas tecnologias e na aderência à realidade da operação.

Como a Scheffer pode te ajudar nesse processo?

Há 30 anos, a Scheffer desenvolve soluções completas para a logística interna das empresas, integrando automação, engenharia e sistemas inteligentes de controle logístico. Cada projeto é estruturado para garantir visibilidade total da operação, confiabilidade dos dados e suporte à tomada de decisão em tempo real.

Fale com um dos nossos consultores agora mesmo e descubra como evoluir sua operação com soluções sob medida para os desafios atuais da logística.

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Você sabia que a integração entre automação, dados e pessoas se tornou um dos pilares estratégicos para operações industriais e logísticas que buscam eficiência, segurança e escalabilidade?

Um fluxo intralogístico contínuo depende exatamente dessa combinação equilibrada, em que tecnologias avançadas trabalham em conjunto com equipes capacitadas e indicadores confiáveis. 

Leia também: O impacto da Indústria 4.0 na cadeia logística: integração de dados, IoT e sistemas inteligentes

Segundo o estudo Warehouse Automation Outlook 2025, da Interact Analysis, empresas que alinham automação com gestão orientada por dados alcançam até 2,5 vezes mais eficiência operacional do que aquelas que automatizam sem integrar processos e pessoas, reforçando o peso da inteligência operacional na competitividade.

Automação como estrutura do fluxo

Sistemas automáticos de armazenagem, esteiras transportadoras, VLMs e soluções de movimentação representam a base física do fluxo intralogístico. Eles garantem velocidade, padronização e menor índice de falhas. No entanto, a automação só entrega seu potencial máximo quando está conectada às demais áreas da operação e a um ecossistema de dados confiável.

Dados como eixo de decisão

Também é importante observar que um fluxo intralogístico contínuo depende de decisões rápidas e precisas. Para isso, dados centralizados e atualizados em tempo real são essenciais. Entre as informações que permitem ajustes imediatos e prevenção de gargalos, estão: 

  • Níveis de estoque
  • Status de pedidos
  • Capacidade de picking
  • Utilização de equipamentos
  • Tempo de ciclo 

Nesse cenário, a integração entre automação e sistemas de gestão é o que transforma dados em inteligência operacional.

Pessoas como agentes de continuidade

Mesmo com tecnologias cada vez mais avançadas, as pessoas seguem no centro da operação. Equipes treinadas são imprescindíveis para interpretar dados, ajustar processos e garantir que a automação funcione de forma fluida. Ao mesmo tempo, a combinação entre competências técnicas e visão analítica cria um ambiente onde cada decisão fortalece a cadência operacional.

O resultado: um fluxo intralogístico sem interrupções

Quando automação, dados e pessoas trabalham juntos, o resultado é uma operação mais rápida, previsível e escalável. O fluxo se torna contínuo porque cada elemento retroalimenta o outro. A automação gera dados, os dados orientam decisões e as pessoas aprimoram processos.

Conforme este artigo demonstra, integrar automação, dados e pessoas é o caminho para operações realmente eficientes e preparadas para o futuro. 

Para empresas que desejam estruturar um fluxo intralogístico contínuo e alcançar alta performance, a Scheffer é a melhor opção do mercado, oferecendo soluções completas para transformar a logística interna com precisão, segurança e inteligência.

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Já reparou que a logística interna está em plena transformação? Com o avanço das tecnologias de automação, análise de dados e inteligência artificial, os armazéns deixam de ser apenas espaços de estocagem e passam a atuar como verdadeiros centros estratégicos de eficiência. 

Assim, entender as principais tendências que os especialistas apontam para a logística interna em 2026 é de fundamental importância para manter a competitividade, reduzir custos e aprimorar a experiência operacional.

Leia também: Não basta reagir: é preciso antecipar. Como a IA deve tornar a logística interna mais inteligente?

Segundo o relatório DHL Logistics Trend Radar 2025, mais de 80% das empresas planejam investir em automação e digitalização de processos até 2026, buscando maior precisão e agilidade em toda a cadeia logística. A seguir, veja as três principais tendências que vão moldar o futuro dos centros de distribuição e armazéns no próximo ano:

  1. Automação inteligente e integrada

A automação já é uma realidade em muitos armazéns, mas a tendência para 2026 é a integração total dos sistemas e equipamentos. Plataformas de controle centralizado e algoritmos de machine learning permitirão que empilhadeiras autônomas, transelevadores e sistemas de picking operem de forma sincronizada, otimizando fluxos sem intervenção humana.

Essa integração também trará ganhos significativos de produtividade. Estudos da PwC (2024) apontam que as empresas que adotam automação inteligente registram até 40% de aumento na eficiência operacional e 30% de redução no tempo de ciclo de pedidos.

  1. Armazéns autônomos e conectados

Outra tendência em destaque é o avanço dos armazéns autônomos, onde a tecnologia IoT (Internet das Coisas) se combina à robótica e à análise de dados em tempo real. Em vez de apenas responder a comandos, os sistemas passam a prever demandas, identificar gargalos e ajustar rotas automaticamente.

A conectividade 5G, que estará amplamente consolidada até 2026, permitirá a comunicação instantânea entre máquinas, sensores e sistemas de gestão (WMS), elevando a precisão das operações e o controle sobre cada etapa do fluxo logístico.

  1. Sustentabilidade e eficiência energética

A sustentabilidade também será um dos principais pilares da logística interna do futuro. Armazéns automatizados e sistemas inteligentes de climatização e energia já reduzem consideravelmente o consumo de recursos, e essa tendência tende a se fortalecer.

Segundo um estudo da Gartner (2025), empresas que investem em tecnologias sustentáveis na logística conseguem reduzir em até 25% seus custos energéticos e diminuir a emissão de CO₂ em até 40%. Além do impacto ambiental, a eficiência energética também se traduz em economia direta e valorização da marca.

O futuro da intralogística é integrado, inteligente e sustentável

As tendências para a logística interna em 2026 apontam para um cenário em que automação, conectividade e sustentabilidade caminham lado a lado. A transformação já está em curso, e quem se adiantar sairá na frente em competitividade, segurança e eficiência.

A Scheffer Logística e Automação oferece as melhores soluções do mercado para a automação intralogística, com tecnologias de ponta que integram pessoas, dados e equipamentos para alcançar o máximo desempenho operacional.

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A busca por eficiência é um desafio constante no setor logístico. Reduzir desperdícios, otimizar recursos e garantir a qualidade das operações são metas que exigem, mais do que boas intenções, de métodos assertivos. 

É exatamente aí que entra a Lean Six Sigma, uma metodologia que combina melhoria contínua e redução de variabilidade para elevar a performance de processos logísticos a outro patamar.

Segundo um estudo da McKinsey & Company (2024), empresas que aplicam metodologias Lean Six Sigma em suas operações logísticas registram, em média, uma redução de até 35% nos custos operacionais e um aumento de 50% na produtividade. Esses números reforçam o impacto da metodologia na eficiência e competitividade das organizações.

Leia também: O impacto da Indústria 4.0 na cadeia logística: integração de dados, IoT e sistemas inteligentes

O que é Lean Six Sigma?

A Lean Six Sigma é a integração de duas abordagens complementares:

  1. Lean, que foca na eliminação de desperdícios e aumento da velocidade dos processos;
  2. Six Sigma, que busca reduzir erros e variabilidade, garantindo a qualidade.

Na prática, essa combinação ajuda empresas a entregarem mais valor com menos recursos, melhorando continuamente a performance de ponta a ponta.

Como o Lean Six Sigma se aplica à logística?

Na logística interna, aplicar o Lean Six Sigma significa olhar para todas as etapas do fluxo (do recebimento à expedição) com foco em eficiência e previsibilidade. Entre os principais benefícios estão:

  • Redução de retrabalhos e erros de separação de pedidos.
  • Otimização de rotas e movimentações dentro do armazém.
  • Melhor aproveitamento do espaço físico e dos equipamentos.
  • Redução de estoques e custos de armazenagem.
  • Aumento da produtividade sem aumento de recursos.

As 5 etapas do Lean Six Sigma

A metodologia é estruturada no ciclo DMAIC, sigla em inglês para:

Etapa Objetivo principal
Definir (Define) Identificar o problema e as metas de melhoria.
Medir (Measure) Coletar dados e entender o desempenho atual.
Analisar (Analyze) Encontrar as causas raiz dos problemas.
Melhorar (Improve) Desenvolver e implementar soluções eficientes.
Controlar (Control) Monitorar os resultados e manter os ganhos alcançados.

Aplicação prática no ambiente logístico

Entre as principais aplicações da Lean Six Sigma para a logística interna, destacamos:

  1. Mapeamento de processos: o primeiro passo é entender o fluxo completo de movimentação de materiais.
  2. Identificação de gargalos: com base em dados e indicadores, são detectadas as etapas que geram atrasos ou retrabalho.
  3. Implementação de melhorias: podem incluir a automação de movimentações, reorganização do layout do armazém ou integração de sistemas de gestão.
  4. Monitoramento contínuo: os resultados são acompanhados em tempo real, garantindo que as melhorias sejam sustentáveis.

Conforme este artigo demonstra, a Lean Six Sigma é uma cultura de eficiência e melhoria contínua. Quando aplicada à logística interna, transforma dados e processos em vantagem competitiva, garantindo entregas mais rápidas, custos menores e operações de alta performance.

Quer transformar sua operação e preparar sua empresa para o futuro da Indústria 4.0? Entre em contato agora mesmo com a Scheffer e descubra nossas soluções de automação logística

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A automação logística deixou de ser apenas uma tendência para se tornar uma necessidade estratégica em empresas que buscam um diferencial competitivo. 

Segundo estudo da McKinsey & Company, empresas que adotam automação em processos logísticos podem reduzir em até 30% os custos operacionais e aumentar a produtividade em cerca de 25%

Esses números mostram o impacto direto da tecnologia na eficiência das operações.

Ao integrar tecnologias inteligentes nos processos de armazenagem, transporte e gestão de estoques, as organizações conseguem reduzir falhas humanas e elevar a eficiência operacional a novos patamares.

Leia também: Não basta reagir: é preciso antecipar. Como a IA deve tornar a logística interna mais inteligente?

Por que falhas humanas ainda são um desafio?

Mesmo com equipes qualificadas, a logística depende de atividades repetitivas e detalhistas, como conferência de produtos, preenchimento de relatórios e movimentação de mercadorias. Nesse cenário, erros podem ocorrer por:

  • Cansaço físico ou mental
  • Falta de padronização nos processos
  • Dificuldade de comunicação entre setores
  • Excesso de informações manuais para análise

Essas falhas, ainda que pequenas, podem gerar grandes impactos, como atrasos, perdas financeiras e insatisfação do cliente.

Automação logística: como funciona na prática

A automação logística atua como uma aliada para mitigar esses riscos. Ela se traduz em equipamentos, softwares e sistemas integrados que substituem tarefas manuais, oferecem maior precisão e agilizam operações.

Entre as principais aplicações da automação logística, estão:

  1. Sistemas de gestão automatizada de armazéns (WMS);
  2. Sensores e esteiras inteligentes para movimentação de cargas;
  3. Equipamentos automatizados para separação e embalagem;
  4. Relatórios em tempo real para análise de desempenho;
  5. Benefícios diretos da automação logística.

Para tornar esse tema mais didático, veja, na tabela abaixo, uma comparação simples entre processos manuais e processos automatizados:

Aspecto Processos Manuais Processos Automatizados
Conferência de produtos Sujeita a erros e retrabalho Precisão garantida com leitores óticos
Tempo de execução Mais demorado e variável Redução significativa e padronização
Custos operacionais Elevados com retrabalho e perdas Otimização de recursos e menos desperdício
Satisfação do cliente Impactada por falhas e atrasos Maior confiabilidade e entregas ágeis

Impacto na eficiência operacional

Empresas que investem em automação logística conquistam um diferencial competitivo: reduzem custos, ganham agilidade e criam processos escaláveis. Além disso, a integração de tecnologias permite que gestores tenham acesso a dados em tempo real, o que facilita a tomada de decisão e o planejamento estratégico.

Ao diminuir a dependência de tarefas manuais, a automação logística libera as equipes para funções mais estratégicas, valorizando o capital humano e criando um ciclo de melhoria contínua.

Como você pôde ver neste artigo, a automação logística é um caminho sem volta para operações seguras, eficientes e preparadas para o futuro. Nesse sentido, reduzir falhas humanas e aumentar a eficiência operacional já não é um mero diferencial, mas sim uma exigência em um mercado cada vez mais competitivo.

Quer saber como podemos transformar a sua operação de logística interna? Conheça nossas Soluções Que Movimentam o Mundo: www.schefferlogistica.com.br 

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Reconhecida como a maior rede de chocolates finos do mundo, a Cacau Show está presente em todos os cantos do Brasil, sendo referência de crescimento, inovação e proximidade com o consumidor. Trata-se de uma marca que não para de expandir, reinventando-se continuamente para levar experiência e qualidade a milhões de pessoas.

A Scheffer Logística e Automação tem orgulho de ser parte dessa trajetória. Há mais de 25 anos, nossa parceria com a Cacau Show vem se fortalecendo, conectando tecnologia, automação e eficiência logística a cada novo desafio enfrentado pela marca.

Scheffer e Cacau Show: uma parceria construída com confiança e inovação

Ao longo de mais de duas décadas, a relação da Scheffer com a Cacau Show ultrapassou consideravelmente a prestação de serviços. Transformou-se, na verdade, em um trabalho conjunto que acompanha o ritmo acelerado de expansão da marca, oferecendo soluções que sustentam a performance e a confiabilidade de suas operações.

Cada novo projeto é uma oportunidade de reafirmar essa confiança mútua e de traduzir inovação em resultados concretos.

Área em que o Cacau Park está sendo construído em Itu (SP)/Foto: Divulgação

O novo marco da parceria Scheffer e Cacau Show: vem aí o Cacau Park

Recentemente, essa parceria de sucesso ganhou mais um capítulo com a entrega do Cacau Park. O projeto foi desenvolvido para atender à crescente demanda da Cacau Show, incorporando tecnologias de automação que agregam ainda mais eficiência à sua operação:

  • Esteiras para movimentação de caixas de papelão até a área de paletização automática com robô
  • Transportadores motorizados para cargas paletizadas
  • Transelevador de dupla profundidade para armazenagem de cargas paletizadas
  • Sistema de carregamento e descarregamento automático de carretas

O Cacau Park simboliza a evolução constante da logística da Cacau Show e reforça como a automação é fundamental para sustentar o crescimento de empresas líderes em seus setores.

Projetos que marcaram essa história

Além do Cacau Park, a Scheffer já esteve à frente de diversas soluções para a Cacau Show, cada uma delas desenhada para atender a necessidades específicas de produção e distribuição:

Cacau Show Fábrica

  • 07 transelevadores de dupla profundidade em armazém autoportante para 15.000 posições de armazenagem.
  • 02 elevadores automáticos de 03 paradas com transportadores para cargas paletizadas.
  • 02 elevadores automáticos de 02 paradas com transportadores para cargas paletizadas.
  • Sistema de carregamento e descarregamento automático de carretas.
  • Transportadores de roletes motorizados, transportadores motorizados de correntes, mesas giratórias e mesas elevatórias.

Cacau Show CD Intensidade

  • 04 transelevadores de dupla profundidade em armazém autoportante para 23.772 posições de armazenagem.
  • 04 elevadores automáticos de 03 paradas com transportadores para cargas paletizadas
  • Sistema de carregamento e descarregamento automático de carretas

Cacau Show Mega CD

  • 02 elevadores automáticos de 03 paradas com transportadores para cargas paletizadas

Equipe da Scheffer formada por Carlos Taniguchi (Diretor de Operações), Afif Miguel Filho (CEO), Emerson Azevedo (Supervisor de Negócios) e Jeferson Alves (Gerente de Projetos) com Alê Costa, CEO e fundador da Cacau Show (ao centro): parceria de mais de duas décadas Foto: Divulgação

Mais do que tecnologia: resultados

Muito além de aumentarem a capacidade de armazenagem e a agilidade dos processos, essas soluções desenvolvidas pela Scheffer também elevam os padrões de confiabilidade e segurança das operações. Isso contribui para que a Cacau Show mantenha sua excelência, mesmo diante do aumento contínuo da demanda.

Conforme você pôde observar neste artigo, a parceria entre a Scheffer e a Cacau Show é a prova de que relacionamentos de longo prazo, baseados em confiança e inovação, geram resultados extraordinários. Com cada projeto, reafirmamos nosso compromisso de entregar tecnologia que transforma a logística interna em vantagem competitiva.

O Cacau Park é apenas o mais recente capítulo de uma história que segue em expansão. E que continuará a ser escrita com dedicação, inovação e propósito.

Entre em contato com um dos nossos consultores e veja como as nossas soluções também podem transformar a operação do seu negócio: (42) 99128-2460.