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Já reparou que a logística interna está em plena transformação? Com o avanço das tecnologias de automação, análise de dados e inteligência artificial, os armazéns deixam de ser apenas espaços de estocagem e passam a atuar como verdadeiros centros estratégicos de eficiência. 

Assim, entender as principais tendências que os especialistas apontam para a logística interna em 2026 é de fundamental importância para manter a competitividade, reduzir custos e aprimorar a experiência operacional.

Leia também: Não basta reagir: é preciso antecipar. Como a IA deve tornar a logística interna mais inteligente?

Segundo o relatório DHL Logistics Trend Radar 2025, mais de 80% das empresas planejam investir em automação e digitalização de processos até 2026, buscando maior precisão e agilidade em toda a cadeia logística. A seguir, veja as três principais tendências que vão moldar o futuro dos centros de distribuição e armazéns no próximo ano:

  1. Automação inteligente e integrada

A automação já é uma realidade em muitos armazéns, mas a tendência para 2026 é a integração total dos sistemas e equipamentos. Plataformas de controle centralizado e algoritmos de machine learning permitirão que empilhadeiras autônomas, transelevadores e sistemas de picking operem de forma sincronizada, otimizando fluxos sem intervenção humana.

Essa integração também trará ganhos significativos de produtividade. Estudos da PwC (2024) apontam que as empresas que adotam automação inteligente registram até 40% de aumento na eficiência operacional e 30% de redução no tempo de ciclo de pedidos.

  1. Armazéns autônomos e conectados

Outra tendência em destaque é o avanço dos armazéns autônomos, onde a tecnologia IoT (Internet das Coisas) se combina à robótica e à análise de dados em tempo real. Em vez de apenas responder a comandos, os sistemas passam a prever demandas, identificar gargalos e ajustar rotas automaticamente.

A conectividade 5G, que estará amplamente consolidada até 2026, permitirá a comunicação instantânea entre máquinas, sensores e sistemas de gestão (WMS), elevando a precisão das operações e o controle sobre cada etapa do fluxo logístico.

  1. Sustentabilidade e eficiência energética

A sustentabilidade também será um dos principais pilares da logística interna do futuro. Armazéns automatizados e sistemas inteligentes de climatização e energia já reduzem consideravelmente o consumo de recursos, e essa tendência tende a se fortalecer.

Segundo um estudo da Gartner (2025), empresas que investem em tecnologias sustentáveis na logística conseguem reduzir em até 25% seus custos energéticos e diminuir a emissão de CO₂ em até 40%. Além do impacto ambiental, a eficiência energética também se traduz em economia direta e valorização da marca.

O futuro da intralogística é integrado, inteligente e sustentável

As tendências para a logística interna em 2026 apontam para um cenário em que automação, conectividade e sustentabilidade caminham lado a lado. A transformação já está em curso, e quem se adiantar sairá na frente em competitividade, segurança e eficiência.

A Scheffer Logística e Automação oferece as melhores soluções do mercado para a automação intralogística, com tecnologias de ponta que integram pessoas, dados e equipamentos para alcançar o máximo desempenho operacional.

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A busca por eficiência é um desafio constante no setor logístico. Reduzir desperdícios, otimizar recursos e garantir a qualidade das operações são metas que exigem, mais do que boas intenções, de métodos assertivos. 

É exatamente aí que entra a Lean Six Sigma, uma metodologia que combina melhoria contínua e redução de variabilidade para elevar a performance de processos logísticos a outro patamar.

Segundo um estudo da McKinsey & Company (2024), empresas que aplicam metodologias Lean Six Sigma em suas operações logísticas registram, em média, uma redução de até 35% nos custos operacionais e um aumento de 50% na produtividade. Esses números reforçam o impacto da metodologia na eficiência e competitividade das organizações.

Leia também: O impacto da Indústria 4.0 na cadeia logística: integração de dados, IoT e sistemas inteligentes

O que é Lean Six Sigma?

A Lean Six Sigma é a integração de duas abordagens complementares:

  1. Lean, que foca na eliminação de desperdícios e aumento da velocidade dos processos;
  2. Six Sigma, que busca reduzir erros e variabilidade, garantindo a qualidade.

Na prática, essa combinação ajuda empresas a entregarem mais valor com menos recursos, melhorando continuamente a performance de ponta a ponta.

Como o Lean Six Sigma se aplica à logística?

Na logística interna, aplicar o Lean Six Sigma significa olhar para todas as etapas do fluxo (do recebimento à expedição) com foco em eficiência e previsibilidade. Entre os principais benefícios estão:

  • Redução de retrabalhos e erros de separação de pedidos.
  • Otimização de rotas e movimentações dentro do armazém.
  • Melhor aproveitamento do espaço físico e dos equipamentos.
  • Redução de estoques e custos de armazenagem.
  • Aumento da produtividade sem aumento de recursos.

As 5 etapas do Lean Six Sigma

A metodologia é estruturada no ciclo DMAIC, sigla em inglês para:

Etapa Objetivo principal
Definir (Define) Identificar o problema e as metas de melhoria.
Medir (Measure) Coletar dados e entender o desempenho atual.
Analisar (Analyze) Encontrar as causas raiz dos problemas.
Melhorar (Improve) Desenvolver e implementar soluções eficientes.
Controlar (Control) Monitorar os resultados e manter os ganhos alcançados.

Aplicação prática no ambiente logístico

Entre as principais aplicações da Lean Six Sigma para a logística interna, destacamos:

  1. Mapeamento de processos: o primeiro passo é entender o fluxo completo de movimentação de materiais.
  2. Identificação de gargalos: com base em dados e indicadores, são detectadas as etapas que geram atrasos ou retrabalho.
  3. Implementação de melhorias: podem incluir a automação de movimentações, reorganização do layout do armazém ou integração de sistemas de gestão.
  4. Monitoramento contínuo: os resultados são acompanhados em tempo real, garantindo que as melhorias sejam sustentáveis.

Conforme este artigo demonstra, a Lean Six Sigma é uma cultura de eficiência e melhoria contínua. Quando aplicada à logística interna, transforma dados e processos em vantagem competitiva, garantindo entregas mais rápidas, custos menores e operações de alta performance.

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Na logística interna, a escolha entre armazenagem automática e armazenagem semiautomática pode determinar ganhos de eficiência, custo e competitividade, mas como definir qual modelo aplicar em cada realidade operacional? 

Neste artigo, explicaremos os conceitos, benefícios, limitações e critérios de decisão, apoiados por dados recentes. Ao final, você entenderá por que a Scheffer se destaca no desenvolvimento dessas soluções.

Leia também: Por que o layout é fundamental em um projeto de automação intralogístico?

O que é armazenagem automática e o que é armazenagem semiautomática?

A armazenagem automática refere-se a sistemas em que a maioria dos processos de movimentação, estocagem e retirada de carga são executados por equipamentos automatizados, com mínima intervenção humana. Isso inclui transelevadores, shuttles, esteiras automatizadas, robôs de movimentação e sistemas AS/RS (sistemas automáticos de armazenamento e recuperação). 

Já a armazenagem semiautomática combina operações automatizadas com atividades manuais ou semiautomáticas. Por exemplo: você pode ter transportadores automáticos até determinada área, seguidos de manuseio humano ou empilhadeiras semiautomatizadas para estocagem final. O sistema semiautomático busca equilíbrio entre automação e flexibilidade operacional.

Por que comparar essas abordagens é crucial?

Escolher a solução correta não é questão de “mais tecnologia sempre é melhor”: na realidade, cada operação tem características distintas — volume, diversidade de SKUs, ritmo de saída, layout, investimento disponível, etc. Desse modo, optar pelo modelo errado pode gerar subutilização de recursos ou gargalos.

Um dado recente demonstra o impacto real da automação na armazenagem: na operação de um grande e-commerce no Brasil, a implantação de robôs móveis resultou em redução de até 20% no tempo de processamento de pedidos, além de aumentar a capacidade de armazenamento interno entre 10% e 15%. 

Isso evidencia que movimentações automáticas e eficientes permitem ganhos concretos em tempo, espaço e throughput.

5 vantagens da armazenagem automática

  1. Velocidade de operação muito alta, com processos contínuos e programados;
  2. Baixo índice de erro, garantindo consistência e precisão;
  3. Excelente aproveitamento do espaço, inclusive vertical;
  4. Escalabilidade, com possibilidade de expansão modular;
  5. Custos operacionais reduzidos no longo prazo, devido à menor necessidade de mão de obra recorrente.

5 vantagens da armazenagem semiautomática

  1. Investimento inicial mais moderado, permitindo retorno mais rápido;
  2. Maior flexibilidade para mudanças de layout e ajustes de SKU;
  3. Redução parcial de mão de obra, ainda mantendo equilíbrio entre pessoas e máquinas;
  4. Boa opção para operações em crescimento que ainda não justificam automação total;
  5. Viabilidade como etapa de transição rumo à automação completa.

Quando aplicar cada tipo?

 A armazenagem automática é indicada quando:

  • Você tem elevado giro de SKUs ou demandas intensas de throughput.
  • Há necessidade de uso máximo de espaço vertical e corredores estreitos.
  • A operação é estável e previsível, com menos mudança de layout.
  • Você dispõe de capital para investir com retorno em médio prazo.

A armazenagem semiautomática é viável quando:

  • O volume ou fluxo ainda não justificam automação completa.
  • A operação precisa de flexibilidade para ajustes frequentes.
  • O orçamento disponível impõe limitações ao investimento em automação total.
  • Você deseja testagem gradual: começar com módulos semiautomáticos e migrar conforme a maturidade.

A experiência de mais de três décadas de mercado da Scheffer aponta que a escolha entre armazenagem automática e armazenagem semiautomática deve ser feita com base em estudos de demanda, layout, retorno de investimento e flexibilidade operacional. 

Enquanto a armazenagem automática entrega o máximo de eficiência e precisão, mas exige investimentos maiores, a semiautomática oferece um equilíbrio interessante em muitas operações em crescimento.

A Scheffer é referência no desenvolvimento de soluções de armazenagem automática e semiautomática, oferecendo projetos customizados que equilibram eficiência, robustez e escalabilidade.

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Considerada a Quarta Revolução Industrial, a Indústria 4.0 é caracterizada pela integração entre o mundo físico e o digital, se baseando em tecnologias como Internet das Coisas (IoT), big data, inteligência artificial, automação avançada e sistemas ciberfísicos.

Sua importância está em permitir que empresas operem de forma mais eficiente, conectada e inteligente, utilizando dados em tempo real para tomar decisões, reduzir custos, prever falhas e responder rapidamente às demandas do mercado.

Leia também: Não basta reagir: é preciso antecipar. Como a IA deve tornar a logística interna mais inteligente?

Na logística, a Indústria 4.0 já tem representado uma transformação profunda: processos antes isolados passam a ser conectados em uma rede inteligente, garantindo rastreabilidade, transparência e escalabilidade em toda a cadeia de suprimentos.

Segundo um estudo recente da consultoria PwC, 86% das empresas globais já consideram os conceitos da Indústria 4.0 fundamentais para aumentar a competitividade até 2030.

Integração de dados: a base da eficiência

Sabia que um dos principais pilares da Indústria 4.0 é a integração de dados de diferentes sistemas? Ao unificar informações de transporte, armazenagem, fornecedores e clientes em plataformas conectadas, as empresas conseguem:

  • Prever demandas com maior precisão;
  • Reduzir rupturas e excessos de estoque;
  • Melhorar a tomada de decisão com dashboards inteligentes;
  • Aumentar a transparência em toda a cadeia de suprimentos.

Essa visibilidade integrada é decisiva em cenários de incerteza, permitindo respostas rápidas a mudanças no mercado ou a interrupções na cadeia global.

IoT: conectividade em tempo real

A Internet das Coisas, que até pouco tempo era apontada como uma tendência futura, já virou realidade em inúmeros setores da indústria. Sensores instalados em veículos, equipamentos e armazéns permitem monitorar condições de transporte, localização e desempenho de ativos em tempo real.

Exemplos práticos incluem:

  • Sensores de temperatura em contêineres, essenciais para a logística de alimentos e medicamentos;
  • Etiquetas RFID para rastreamento de pallets e mercadorias;
  • Monitoramento de equipamentos internos, como elevadores de carga e transelevadores, garantindo manutenção preditiva.

De acordo com um estudo da IDC (2024), empresas que adotam IoT em operações logísticas registram até 25% de redução em falhas operacionais e maior eficiência energética.

Antes e depois da Indústria 4.0 na logística

Aspecto Antes da Indústria 4.0 Com a Indústria 4.0
Gestão de dados Informações fragmentadas em sistemas isolados Integração em tempo real com plataformas conectadas
Visibilidade da cadeia Rastreamento limitado e muitas vezes manual Rastreabilidade completa com IoT e sensores inteligentes
Decisão estratégica Baseada em histórico e experiência humana Baseada em dados preditivos, IA e analytics avançados
Armazenagem Processos manuais e dependência de mão de obra intensiva Automação com transelevadores, AGVs e sistemas robotizados
Eficiência operacional Maior risco de falhas, atrasos e retrabalhos Redução de custos, previsibilidade e otimização contínua

Sistemas inteligentes e automação

A automação aplicada à logística interna é um dos pontos em que a Indústria 4.0 mais gera impacto direto. Soluções como transelevadores, transportadores automatizados, AGVs (veículos guiados automaticamente) e softwares de gestão integrados tornam processos anteriormente manuais em fluxos digitais, seguros e escaláveis.

Nesse sentido, o diferencial está no uso de inteligência artificial para analisar dados coletados e ajustar operações em tempo real. Com isso, a logística deixa de ser apenas um suporte e passa a ser um motor estratégico de competitividade.

Como você pôde observar neste artigo, muito mais do que uma mera modernização tecnológica, a Indústria 4.0 na logística se consolida como mudança de mentalidade. Inegavelmente, as empresas que adotam integração de dados, IoT e automação inteligente (entre outras tecnologias) conquistam maior eficiência, rastreabilidade e capacidade de crescimento sustentável.

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A automação logística deixou de ser apenas uma tendência para se tornar uma necessidade estratégica em empresas que buscam um diferencial competitivo. 

Segundo estudo da McKinsey & Company, empresas que adotam automação em processos logísticos podem reduzir em até 30% os custos operacionais e aumentar a produtividade em cerca de 25%

Esses números mostram o impacto direto da tecnologia na eficiência das operações.

Ao integrar tecnologias inteligentes nos processos de armazenagem, transporte e gestão de estoques, as organizações conseguem reduzir falhas humanas e elevar a eficiência operacional a novos patamares.

Leia também: Não basta reagir: é preciso antecipar. Como a IA deve tornar a logística interna mais inteligente?

Por que falhas humanas ainda são um desafio?

Mesmo com equipes qualificadas, a logística depende de atividades repetitivas e detalhistas, como conferência de produtos, preenchimento de relatórios e movimentação de mercadorias. Nesse cenário, erros podem ocorrer por:

  • Cansaço físico ou mental
  • Falta de padronização nos processos
  • Dificuldade de comunicação entre setores
  • Excesso de informações manuais para análise

Essas falhas, ainda que pequenas, podem gerar grandes impactos, como atrasos, perdas financeiras e insatisfação do cliente.

Automação logística: como funciona na prática

A automação logística atua como uma aliada para mitigar esses riscos. Ela se traduz em equipamentos, softwares e sistemas integrados que substituem tarefas manuais, oferecem maior precisão e agilizam operações.

Entre as principais aplicações da automação logística, estão:

  1. Sistemas de gestão automatizada de armazéns (WMS);
  2. Sensores e esteiras inteligentes para movimentação de cargas;
  3. Equipamentos automatizados para separação e embalagem;
  4. Relatórios em tempo real para análise de desempenho;
  5. Benefícios diretos da automação logística.

Para tornar esse tema mais didático, veja, na tabela abaixo, uma comparação simples entre processos manuais e processos automatizados:

Aspecto Processos Manuais Processos Automatizados
Conferência de produtos Sujeita a erros e retrabalho Precisão garantida com leitores óticos
Tempo de execução Mais demorado e variável Redução significativa e padronização
Custos operacionais Elevados com retrabalho e perdas Otimização de recursos e menos desperdício
Satisfação do cliente Impactada por falhas e atrasos Maior confiabilidade e entregas ágeis

Impacto na eficiência operacional

Empresas que investem em automação logística conquistam um diferencial competitivo: reduzem custos, ganham agilidade e criam processos escaláveis. Além disso, a integração de tecnologias permite que gestores tenham acesso a dados em tempo real, o que facilita a tomada de decisão e o planejamento estratégico.

Ao diminuir a dependência de tarefas manuais, a automação logística libera as equipes para funções mais estratégicas, valorizando o capital humano e criando um ciclo de melhoria contínua.

Como você pôde ver neste artigo, a automação logística é um caminho sem volta para operações seguras, eficientes e preparadas para o futuro. Nesse sentido, reduzir falhas humanas e aumentar a eficiência operacional já não é um mero diferencial, mas sim uma exigência em um mercado cada vez mais competitivo.

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Reconhecida como a maior rede de chocolates finos do mundo, a Cacau Show está presente em todos os cantos do Brasil, sendo referência de crescimento, inovação e proximidade com o consumidor. Trata-se de uma marca que não para de expandir, reinventando-se continuamente para levar experiência e qualidade a milhões de pessoas.

A Scheffer Logística e Automação tem orgulho de ser parte dessa trajetória. Há mais de 25 anos, nossa parceria com a Cacau Show vem se fortalecendo, conectando tecnologia, automação e eficiência logística a cada novo desafio enfrentado pela marca.

Scheffer e Cacau Show: uma parceria construída com confiança e inovação

Ao longo de mais de duas décadas, a relação da Scheffer com a Cacau Show ultrapassou consideravelmente a prestação de serviços. Transformou-se, na verdade, em um trabalho conjunto que acompanha o ritmo acelerado de expansão da marca, oferecendo soluções que sustentam a performance e a confiabilidade de suas operações.

Cada novo projeto é uma oportunidade de reafirmar essa confiança mútua e de traduzir inovação em resultados concretos.

Área em que o Cacau Park está sendo construído em Itu (SP)/Foto: Divulgação

O novo marco da parceria Scheffer e Cacau Show: vem aí o Cacau Park

Recentemente, essa parceria de sucesso ganhou mais um capítulo com a entrega do Cacau Park. O projeto foi desenvolvido para atender à crescente demanda da Cacau Show, incorporando tecnologias de automação que agregam ainda mais eficiência à sua operação:

  • Esteiras para movimentação de caixas de papelão até a área de paletização automática com robô
  • Transportadores motorizados para cargas paletizadas
  • Transelevador de dupla profundidade para armazenagem de cargas paletizadas
  • Sistema de carregamento e descarregamento automático de carretas

O Cacau Park simboliza a evolução constante da logística da Cacau Show e reforça como a automação é fundamental para sustentar o crescimento de empresas líderes em seus setores.

Projetos que marcaram essa história

Além do Cacau Park, a Scheffer já esteve à frente de diversas soluções para a Cacau Show, cada uma delas desenhada para atender a necessidades específicas de produção e distribuição:

Cacau Show Fábrica

  • 07 transelevadores de dupla profundidade em armazém autoportante para 15.000 posições de armazenagem.
  • 02 elevadores automáticos de 03 paradas com transportadores para cargas paletizadas.
  • 02 elevadores automáticos de 02 paradas com transportadores para cargas paletizadas.
  • Sistema de carregamento e descarregamento automático de carretas.
  • Transportadores de roletes motorizados, transportadores motorizados de correntes, mesas giratórias e mesas elevatórias.

Cacau Show CD Intensidade

  • 04 transelevadores de dupla profundidade em armazém autoportante para 23.772 posições de armazenagem.
  • 04 elevadores automáticos de 03 paradas com transportadores para cargas paletizadas
  • Sistema de carregamento e descarregamento automático de carretas

Cacau Show Mega CD

  • 02 elevadores automáticos de 03 paradas com transportadores para cargas paletizadas

Equipe da Scheffer formada por Carlos Taniguchi (Diretor de Operações), Afif Miguel Filho (CEO), Emerson Azevedo (Supervisor de Negócios) e Jeferson Alves (Gerente de Projetos) com Alê Costa, CEO e fundador da Cacau Show (ao centro): parceria de mais de duas décadas Foto: Divulgação

Mais do que tecnologia: resultados

Muito além de aumentarem a capacidade de armazenagem e a agilidade dos processos, essas soluções desenvolvidas pela Scheffer também elevam os padrões de confiabilidade e segurança das operações. Isso contribui para que a Cacau Show mantenha sua excelência, mesmo diante do aumento contínuo da demanda.

Conforme você pôde observar neste artigo, a parceria entre a Scheffer e a Cacau Show é a prova de que relacionamentos de longo prazo, baseados em confiança e inovação, geram resultados extraordinários. Com cada projeto, reafirmamos nosso compromisso de entregar tecnologia que transforma a logística interna em vantagem competitiva.

O Cacau Park é apenas o mais recente capítulo de uma história que segue em expansão. E que continuará a ser escrita com dedicação, inovação e propósito.

Entre em contato com um dos nossos consultores e veja como as nossas soluções também podem transformar a operação do seu negócio: (42) 99128-2460.

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Na logística interna, a escolha do transportador é uma decisão estratégica que impacta diretamente a eficiência, os custos e a segurança das operações. Um transportador inadequado pode gerar atrasos, avarias e até riscos à integridade dos colaboradores. Já a escolha correta garante agilidade, precisão e otimização do fluxo produtivo.

Neste artigo, você vai entender o que avaliar para escolher o transportador ideal e como essa decisão pode transformar os resultados da sua logística interna automatizada.

Leia também: Principais benefícios da paletização para a logística interna das empresas

Entenda as necessidades da sua operação

Antes de avaliar opções, é fundamental mapear o fluxo interno de materiais, volumes, distâncias percorridas e tipos de carga movimentados. Essa análise orienta a definição da capacidade, velocidade e formato do transportador, evitando investimentos inadequados ou subdimensionados.

Avalie a capacidade de carga e a resistência

O transportador deve suportar o peso e o volume das cargas com segurança e durabilidade. Considere não apenas o cenário atual, mas também possíveis expansões da produção. Transportadores subdimensionados comprometem a operação e aumentam custos de manutenção.

Considere a flexibilidade de layout

Em operações dinâmicas, é importante que o transportador permita ajustes de layout, mudanças de percurso e integração com outros equipamentos de automação. Modelos modulares oferecem mais flexibilidade e facilitam expansões ou adaptações.

Priorize tecnologia e integração

Na logística automatizada, o transportador ideal deve se integrar a sistemas de controle e monitoramento, permitindo rastrear o fluxo de materiais em tempo real e gerar dados para tomada de decisão. A automação reduz erros, aumenta a produtividade e garante mais segurança.

Avalie a segurança operacional

Um bom transportador deve ter dispositivos de segurança, como proteções, sensores e sistemas de parada de emergência. Isso preserva a integridade física dos colaboradores e atende às normas de segurança do trabalho.

Considere o custo total de propriedade

Não se limite ao preço inicial. Avalie o custo total de propriedade (TCO), incluindo instalação, consumo de energia, manutenção e vida útil do equipamento. Um transportador mais robusto e eficiente pode ter um investimento inicial maior, mas gera economia no médio e longo prazo.

Escolha fornecedores especializados e confiáveis

A parceria com um fornecedor que entenda profundamente de automação na operação logística é essencial. Prefira empresas que ofereçam tecnologia nacional, suporte técnico em todo o Brasil e soluções personalizadas para sua realidade.

Desempenho, segurança e custo-benefício

O transportador ideal para sua logística interna deve unir desempenho, segurança, integração tecnológica e custo-benefício. Investir tempo nessa escolha é garantir que sua operação tenha mais eficiência, menos paradas e maior competitividade.

A Scheffer desenvolve soluções completas para logística interna automatizada, incluindo transportadores projetados sob medida, tecnologia nacional e suporte técnico em todo o Brasil. 

A empresa conta com equipamentos dotados de tecnologia de ponta, como o Transportador de Roletes Motorizado, Transportador de Correntes Paralelas e Transportador de Esteira Modular, garantindo alta performance e adaptação às necessidades de cada cliente.

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A competitividade no mercado atual exige que as empresas adotem processos cada vez mais ágeis, precisos e eficientes

Nesse sentido, a automação na operação logística deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica. 

Leia também: Armazéns industriais: dicas para otimizar sua gestão de operações

De acordo com o estudo 2024 MHI Annual Industry Report, elaborado em parceria com a Deloitte, empresas que adotam automação logística e tecnologias digitais podem reduzir até 40% dos custos operacionais e aumentar em até 35% a eficiência de seus processos, fortalecendo a competitividade e a capacidade de resposta ao mercado.

Se a sua empresa ainda opera de forma manual ou com sistemas limitados, há sinais claros de que é hora de investir em logística automatizada para evitar gargalos e perdas.

A seguir, apresentamos cinco sinais que indicam a urgência dessa transformação:

  1. Alto índice de erros operacionais

Erros de separação, conferência ou expedição de produtos geram atrasos, retrabalho e insatisfação dos clientes. Quando a operação depende excessivamente de processos manuais, a margem para falhas aumenta consideravelmente. A automação logística reduz drasticamente esses erros, garantindo rastreabilidade e maior precisão nas etapas do fluxo.

  1. Dificuldade em atender picos de demanda

Se sua operação sofre para se adaptar em datas sazonais, lançamentos de produtos ou aumento repentino de pedidos, a automação é um caminho inevitável. Sistemas automatizados e equipamentos inteligentes permitem escalabilidade sem comprometer a qualidade e o prazo das entregas.

  1. Falta de visibilidade e controle em tempo real

Sem dados atualizados, é impossível tomar decisões estratégicas rápidas. A logística automatizada oferece monitoramento contínuo, integrando informações sobre estoques, movimentações e desempenho de cada processo. Isso permite agir de forma proativa diante de imprevistos.

  1. Custos operacionais elevados

Manter processos manuais ou pouco integrados gera desperdício de tempo e recursos. A automação otimiza o uso da mão de obra, reduz deslocamentos desnecessários e melhora o aproveitamento do espaço, diminuindo custos e aumentando a eficiência geral da operação.

  1. Reclamações recorrentes de clientes

Entregas atrasadas, pedidos incorretos e falta de informações de rastreamento afetam diretamente a experiência do cliente e a reputação da marca. A automação contribui para melhorar os prazos, garantir precisão na preparação dos pedidos e oferecer transparência no processo de entrega.

Automação na operação logística: uma decisão estratégica

Caso a sua empresa enfrente um ou mais desses sinais, adiar a automação significa manter gargalos que comprometem resultados. Por outro lado, investir em automação na operação logística é uma decisão estratégica para ganhar eficiência, competitividade e escalabilidade.

A Scheffer desenvolve as melhores soluções de automação para logística interna do mercado, com suporte em todo o Brasil e tecnologia nacional, garantindo que sua operação alcance novos níveis de produtividade e controle.

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A separação de pedidos, também conhecida como picking, é uma das etapas mais críticas de qualquer operação logística. Responsável por garantir que o produto certo chegue ao cliente no tempo correto e nas condições ideais, esse processo exige precisão, agilidade e, cada vez mais, segurança.

Em ambientes de alta demanda e grande volume de SKU’s, um picking mal estruturado compromete a experiência do cliente, gera retrabalho e impacta diretamente na margem de lucro. Por outro lado, operações bem organizadas, com processos e tecnologias adequadas, conseguem transformar o picking em um diferencial competitivo real.

Neste artigo, você vai entender como aliar eficiência e segurança na separação de pedidos, adotando boas práticas e soluções modernas que otimizam a intralogística.

Leia também: Cross-docking: saiba quando o seu negócio deve considerar esta operação

 

O que é o picking e por que ele é tão importante?

O picking é o processo de coletar produtos no estoque conforme os pedidos realizados. Parece simples, mas esse processo de separação envolve inúmeros desafios, tais como:

  • Alta rotatividade de itens
  • Necessidade de precisão total
  • Pressão por velocidade
  • Distâncias percorridas internamente
  • Segurança dos operadores

Sabia que, segundo estudo da Zebra Technologies, cerca de 60% do tempo de um operador logístico é consumido apenas na separação de pedidos? Este dado demonstra o quanto a etapa exige atenção estratégica, tanto para ser mais eficiente quanto para evitar acidentes e falhas.

Como aliar eficiência e segurança no picking?

A combinação ideal entre produtividade e segurança no picking envolve um conjunto de práticas e decisões estruturais. 

Conheça boas práticas para eficiência e segurança no picking:

Prática Benefício para a Eficiência Benefício para a Segurança
Zoneamento inteligente do estoque Reduz deslocamentos e tempo de coleta Minimiza trânsito e colisões entre operadores
Sistemas de gestão (WMS) Otimiza rotas e sequências de picking Diminui erros humanos e aumenta previsibilidade
Automação de transporte interno Acelera o fluxo de materiais Evita esforço físico excessivo dos operadores
Equipamentos ergonômicos e adequados Aumenta ritmo de separação Reduz riscos de lesões e acidentes
Treinamento contínuo Eleva a produtividade da equipe Garante uso seguro dos sistemas e equipamentos

 

Como a automação pode ajudar no processo de separação de pedidos?

Automatizar parte do processo de picking é uma tendência crescente entre centros de distribuição, operadores logísticos e indústrias. Com a automação, é possível:

  1. Integrar sistemas de gestão com esteiras, transelevadores e carros de transferência;
  2. Reduzir a dependência do esforço físico humano;
  3. Eliminar falhas na separação por leitura automática e validação de códigos;
  4. Agilizar o tempo de resposta aos pedidos.

Além disso, o ambiente automatizado tende a ser mais seguro, uma vez que expõe menos o operador a zonas de risco e tarefas repetitivas.

Picking como diferencial competitivo

Com o crescimento do e-commerce e o aumento da exigência dos consumidores, a separação de pedidos deixou de ser apenas um processo operacional: tornou-se uma etapa decisiva para fidelização e reputação da marca.

Empresas que investem em infraestrutura de picking inteligente e que promovem um ambiente seguro para os colaboradores colhem resultados como:

  • Redução do lead time
  • Aumento na acuracidade dos pedidos
  • Menos retrabalhos e trocas
  • Mais satisfação do cliente final

Muito além do que uma mera etapa do processo logístico, a separação de pedidos representa um ponto-chave da operação. Dessa forma, aliar a eficiência no picking com a segurança no ambiente de trabalho é uma escolha estratégica que impacta diretamente os resultados do negócio. E isso só é possível com planejamento, boas práticas e o uso inteligente da automação.

Precisando elevar o desempenho da sua operação logística? A Scheffer desenvolve soluções completas e integradas para tornar o seu processo de picking mais eficiente e seguro, com tecnologia 100% nacional.

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No universo da logística moderna, eficiência é a palavra de ordem. Quando falamos de automação intralogística, um elemento imprescindível para garantir alta performance operacional muitas vezes é subestimado: o layout

Planejar corretamente o layout na automação intralogística é o ponto de partida para fluxos otimizados, maior produtividade e redução de custos. 

Neste artigo, você vai entender por que o layout não deve ser visto apenas como uma planta de ocupação do espaço, mas, sim, como uma estratégia central na automação intralogística das empresas. Boa leitura!

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O que é automação intralogística?

A automação intralogística (ou automação da logística interna) refere-se à aplicação de tecnologias e sistemas automatizados para gerenciar, movimentar e armazenar materiais dentro de centros de distribuição, armazéns e fábricas. Este processo inclui equipamentos como transelevadores, esteiras, sistemas de picking automatizado e softwares de gestão integrados.

Contudo, para que toda essa tecnologia funcione de maneira sincronizada, o layout do espaço precisa ser desenhado, estrategicamente, desde o início do projeto.

Por que o layout faz tanta diferença?

Um layout bem planejado é o alicerce da automação. Ele define não apenas a localização de cada equipamento, mas também os fluxos de entrada e saída de materiais, áreas de armazenagem, zonas de picking e expedição.

Veja alguns motivos pelos quais o layout na automação intralogística é fundamental:

  1. Evita gargalos operacionais: um fluxo mal desenhado pode gerar acúmulo de materiais em determinadas etapas, comprometendo o tempo de ciclo;
  2. Garante segurança: layouts desorganizados ou improvisados aumentam o risco de acidentes com equipamentos automatizados e operadores;
  3. Aumenta a produtividade: quando o layout favorece a lógica dos processos e o uso inteligente dos espaços, os ganhos em produtividade são visíveis;
  4. Reduz retrabalho e desperdício: minimizar deslocamentos desnecessários e facilitar o acesso às mercadorias reduz erros e perdas;
  5. Facilita a escalabilidade: um bom layout já prevê expansões futuras, permitindo adaptar o sistema com menor impacto.

De acordo com estudo da Deloitte, até 50% da eficiência operacional de um armazém automatizado pode ser determinada pela qualidade do layout logístico adotado. Ou seja, mesmo com equipamentos de ponta, um layout mal planejado pode comprometer metade da performance esperada.

Layout não é só espaço: é estratégia

Ao pensar no layout na automação intralogística, é preciso ir além da ocupação física. Nesse sentido, um bom projeto deve considerar os seguintes fatores:

  • Volume e variedade de produtos
  • Frequência e rotatividade dos itens
  • Níveis de automação desejados
  • Integração entre áreas e sistemas
  • Capacidade de armazenagem atual e futura

Trata-se de uma engenharia que une análise de dados, simulações virtuais e experiência prática para criar o cenário mais eficiente possível.

Como garantir um layout eficiente?

Segundo os especialistas em logística interna, o recomendado é que o layout seja planejado em conjunto com o projeto de automação, preferencialmente com a participação de profissionais especializados em intralogística. 

Atualmente, com o avanço da tecnologia, softwares avançados de modelagem são utilizados para simular cenários e propor a melhor configuração de layout para cada operação.

A partir dessa análise, torna-se possível:

– Maximizar o uso do espaço disponível
– Otimizar rotas e fluxos internos
– Integrar tecnologia e operação humana com segurança e eficiência
– Reduzir o tempo de implementação e adaptação do sistema

Você sabia?

Conforme estudo do Institute of Industrial and Systems Engineers (IISE), as empresas que revisaram seus layouts antes de automatizar conseguiram reduzir até 30% os custos operacionais, graças à eliminação de fluxos ineficientes e melhor aproveitamento do espaço.

Como você pôde observar neste artigo, ignorar a importância do layout em um projeto de automação intralogística é comprometer o sucesso de toda a operação. Ele é o ponto de partida para que as soluções tecnológicas entreguem, de fato, os resultados esperados. Assim, muito mais do que ocupar espaço, o layout organiza a lógica do funcionamento interno e impacta diretamente na performance, nos custos e na escalabilidade do negócio.

A dica da Scheffer é: antes de automatizar, projete. E, para projetar com inteligência, conte com quem entende do assunto.

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