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O layout de armazém influencia diretamente o tempo de movimentação, o aproveitamento do espaço e a capacidade de atender aos pedidos. Mesmo assim, é comum que centros de distribuição mantenham uma configuração criada para um volume, um mix de produtos ou uma dinâmica operacional que já não correspondem à realidade da empresa.

O problema costuma aparecer aos poucos: as distâncias aumentam, determinados corredores ficam congestionados e a operação passa a depender de ajustes improvisados. Reconhecer esses sinais é o primeiro passo para reorganizar o armazém antes que as perdas afetem prazos, custos e qualidade do atendimento.

Leia também: Sorter na logística: como aumentar a velocidade e a precisão na separação de pedidos?

Confira três sinais de que o seu centro de distribuição precisa ser reorganizado:

  1. As equipes percorrem distâncias excessivas

Se os operadores precisam atravessar o armazém várias vezes para separar um único pedido, o posicionamento dos produtos e a definição dos fluxos devem ser avaliados.

Uma revisão acadêmica sobre roteirização de separadores, publicada no International Journal of Production Economics, aponta que o deslocamento pode representar mais de 50% do tempo total de picking em operações manuais. O estudo também destaca a relação entre distância percorrida, localização dos itens e configuração do armazém. 

Produtos com maior giro armazenados longe das áreas de separação, expedição ou consolidação aumentam o tempo gasto em atividades que não agregam valor ao pedido. Uma reorganização baseada na frequência de movimentação dos itens pode encurtar rotas e elevar a produtividade.

  1. Corredores congestionados e fluxos cruzados fazem parte da rotina

Empilhadeiras, paleteiras, operadores e mercadorias disputando as mesmas passagens indicam que o layout do armazém não acompanha mais o fluxo da operação.

O cruzamento frequente entre recebimento, armazenagem, picking e expedição cria pontos de conflito, eleva o risco de acidentes e dificulta a previsibilidade dos processos. Nos períodos de maior demanda, esses gargalos se tornam ainda mais evidentes.

A análise deve considerar o sentido das movimentações, a largura dos corredores, os pontos de entrada e saída e as características dos equipamentos utilizados. Em alguns casos, também é necessário rever a localização das áreas de conferência, preparação e despacho.

  1. Falta espaço, mesmo com posições mal aproveitadas

A percepção de que o centro de distribuição está cheio nem sempre significa falta de área física. O problema pode estar no aproveitamento inadequado da altura, na distribuição das estruturas ou na manutenção de espaços destinados a produtos com baixo giro.

Paletes mantidos em áreas de circulação, posições vazias de difícil acesso e estoques espalhados são indícios de que a capacidade disponível não está sendo utilizada de forma eficiente. Antes de ampliar o galpão, vale avaliar alternativas como verticalização, revisão do endereçamento e adoção de sistemas automatizados de armazenagem.

Como reorganizar o layout do armazém?

A reorganização do layout do armazém deve partir de dados sobre volume, giro dos produtos, perfil dos pedidos, trajetos e capacidade necessária. A partir desse diagnóstico, é possível definir estruturas e tecnologias adequadas aos objetivos da empresa, como transelevadores, transportadores, carros de transferência e sistemas integrados de gestão.

A Scheffer desenvolve soluções personalizadas em automação intralogística para melhorar o aproveitamento do espaço e tornar a movimentação de cargas mais eficiente. Fale com nossa equipe e descubra como reorganizar o seu centro de distribuição: (42) 99128-2460

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Cada operação logística possui características próprias. Perfil dos produtos, volume de pedidos, espaço disponível, sazonalidade, velocidade de expedição e perspectivas de crescimento são alguns dos fatores que influenciam a escolha das tecnologias. Por isso, desenvolver soluções integradas em armazenagem exige compreender profundamente o cenário e os objetivos do cliente.

Colocar o cliente no centro significa iniciar o projeto pela operação. A tecnologia entra como resposta às necessidades identificadas, conectando equipamentos, sistemas e processos em uma estrutura eficiente e preparada para evoluir.

Leia também: Verticalização de estoque: como ganhar capacidade sem ampliar a área do armazém?

O diagnóstico orienta as decisões

O primeiro passo é analisar como os materiais percorrem o armazém. Essa avaliação considera o recebimento, a estocagem, o abastecimento, a separação de pedidos e a expedição, além dos gargalos que comprometem a produtividade.

Também é importante entender quais resultados a empresa pretende alcançar. O objetivo pode ser ampliar a capacidade sem aumentar a área física, reduzir erros de picking, melhorar a rastreabilidade ou acelerar a movimentação interna.

Com essas informações, é possível definir prioridades e projetar uma solução alinhada à realidade do negócio.

Tecnologias conectadas ao mesmo fluxo

As soluções integradas em armazenagem podem combinar diferentes tecnologias, como transelevadores, transportadores, sorters, elevadores de carga, sistemas de picking, VLMs e robôs móveis autônomos.

O valor da integração está na forma como essas soluções trabalham em conjunto. Cada equipamento desempenha uma função dentro do fluxo e troca informações com os sistemas responsáveis pelo controle da operação. Isso reduz etapas manuais, deslocamentos improdutivos e pontos de espera entre os processos.

A integração também facilita o acompanhamento de indicadores, o controle do estoque e a identificação de oportunidades de melhoria.

Flexibilidade para acompanhar o crescimento

Uma solução centrada no cliente deve considerar as demandas atuais e a evolução esperada da operação. Projetos modulares permitem ampliar capacidades, incorporar novas tecnologias e adaptar processos conforme o volume ou o perfil dos pedidos muda.

Essa flexibilidade ajuda a proteger o investimento e evita que a estrutura se torne um limitador para o crescimento da empresa.

A parceria continua após a implantação

O desempenho da automação depende de uma implantação bem planejada, do treinamento das equipes e do suporte técnico ao longo da operação. Ter um parceiro próximo contribui para manter a disponibilidade dos equipamentos e realizar ajustes sempre que necessário.

Há mais de 30 anos a Scheffer desenvolve soluções integradas em armazenagem a partir dos desafios específicos de cada cliente, reunindo engenharia, tecnologia nacional e atendimento especializado. 

Fale com o nosso time e descubra como aumentar a produtividade da sua operação com soluções intralogísticas sob medida: (42) 99128-2460

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Entre os dias 15 e 17 de setembro, a Intra-Log 2026, principal e mais completo evento de intralogística, automação e tecnologias para a cadeia de suprimentos da América Latina, reunirá profissionais, especialistas e empresas para apresentar tecnologias, compartilhar experiências e discutir os próximos passos da logística interna no Brasil e no mundo. 

A Feira e Fórum Internacional de Intralogística e Automação será realizada no Pavilhão Azul do Expo Center Norte, em São Paulo. A programação deste ano contempla aplicações práticas desenvolvidas por grandes empresas, além de debates sobre robótica, transformação digital, eficiência operacional, planejamento e sustentabilidade. 

Leia também: Showroom de automação logística: por que ver a solução em funcionamento facilita a tomada de decisão?

Confira três assuntos que devem ganhar destaque durante a Intra-Log 2026:

  1. Automação e robótica para operações escaláveis

A evolução da automação será um dos principais temas da Intra-Log 2026. A programação inclui discussões sobre a transição da automação para sistemas com maior autonomia e sobre o uso da tecnologia como alavanca de crescimento.

Robôs móveis, equipamentos automatizados e sistemas integrados ajudam empresas a ampliar a capacidade operacional, reduzir movimentações desnecessárias e responder às variações de demanda com mais flexibilidade. Essas soluções também contribuem para enfrentar desafios relacionados à disponibilidade de mão-de-obra em atividades repetitivas ou que envolvem esforço físico.

O tema será abordado tanto no Fórum Intra-Log quanto no Robotics & Automation Summit, atração gratuita programada para a tarde do primeiro dia.

  1. Transformação digital e excelência operacional

Outro assunto presente na programação será a conexão entre transformação digital, automação e excelência operacional. Tecnologias aplicadas isoladamente podem resolver pontos específicos, mas os maiores ganhos surgem quando equipamentos, sistemas de gestão e dados trabalham de forma integrada.

Essa integração permite acompanhar fluxos, identificar gargalos e tomar decisões com base em informações atualizadas. Também favorece a rastreabilidade e a sincronização de etapas como armazenagem, separação, movimentação e expedição.

Cases de empresas mostrarão como tecnologia, eficiência e gestão podem apoiar operações de grande escala. Para os visitantes, será uma oportunidade de conhecer diferentes caminhos para transformar dados e automação em produtividade.

  1. Planejamento integrado e logística sustentável

A Intra-Log 2026 também abrirá espaço para discutir o planejamento de longo prazo das operações. Uma das apresentações previstas tratará de quatro décadas de planejamento integrado, enquanto outra abordará uma central de paletização automatizada que conecta inovação, automação e sustentabilidade.

O planejamento intralogístico considera crescimento da demanda, aproveitamento do espaço, fluxos de materiais, segurança e possibilidades de expansão. Quando esses aspectos são avaliados de maneira conjunta, a empresa consegue investir com mais precisão e preparar sua estrutura para os próximos ciclos de crescimento.

Automatizar também pode reduzir desperdícios, deslocamentos improdutivos e consumo desnecessário de recursos, fortalecendo operações mais eficientes e sustentáveis.

Visite a Scheffer na Intra-Log 2026

Sabia que a Scheffer será uma das empresas expositoras da Intra-Log 2026? Durante a feira, nossa equipe estará pronta para apresentar soluções brasileiras em automação intralogística e conversar sobre os desafios de armazenagem, movimentação e separação da sua operação.

Programe-se: a feira acontece de 15 a 17 de setembro, das 10h às 18h, no Expo Center Norte, em São Paulo. Visite o estande da Scheffer, converse com o nosso time e descubra como a automação pode preparar sua logística interna para crescer com mais eficiência, segurança e inteligência. Inscrições: https://euvou.events/intra-logexposouthamericaelabelepackexpo 

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A separação de pedidos é uma das etapas mais sensíveis da operação logística. Quando o picking funciona bem, os pedidos seguem com mais velocidade, precisão e controle. Quando há falhas, os impactos aparecem em retrabalho, atrasos, devoluções, avarias, perda de produtividade e insatisfação do cliente.

O desafio é ainda maior em operações com alto volume de SKUs, pedidos fracionados, sazonalidade, prazos curtos e exigência crescente por rastreabilidade. Nessas condições, depender apenas de processos manuais pode limitar a capacidade da operação e aumentar a chance de erros.

Segundo René de Koster, Tho Le-Duc e Kees Jan Roodbergen, autores da revisão acadêmica Design and Control of Warehouse Order Picking: A Literature Review, publicada no European Journal of Operational Research, o picking pode representar até 55% dos custos operacionais totais de um armazém. Ou seja, melhorar essa etapa não é apenas uma questão de produtividade. É uma decisão estratégica para reduzir custos e aumentar a eficiência logística.

É nesse contexto que o picking automatizado ganha relevância.

Leia também: Logística Interna: o que considerar antes de implementar novos sistemas?

O que é picking automatizado?

O picking automatizado é a aplicação de tecnologias, equipamentos e sistemas para tornar a separação de pedidos mais rápida, precisa e integrada. Em vez de depender exclusivamente do deslocamento manual de operadores pelo armazém, a operação passa a contar com soluções que orientam, transportam, organizam ou até executam parte do processo de separação.

Essa automação pode envolver sistemas como pick to light, transportadores, esteiras, miniloads, VLMs, sorters, integração com WMS e outras soluções intralogísticas que ajudam a conectar estoque, separação, conferência e expedição.

O objetivo não é apenas substituir etapas manuais, mas criar um fluxo mais inteligente, com menos deslocamentos, menos falhas e mais visibilidade operacional.

Por que investir em picking automatizado?

O picking automatizado se torna uma alternativa importante quando a operação começa a apresentar gargalos recorrentes na separação de pedidos. Filas internas, excesso de deslocamentos, dificuldade para localizar itens, divergências entre pedido e separação, baixa produtividade por operador e aumento de retrabalho são sinais de alerta.

Automatizar o picking permite organizar melhor os fluxos, reduzir a dependência de processos manuais repetitivos e aumentar a previsibilidade da operação. Com isso, a empresa ganha mais controle sobre uma etapa que impacta diretamente prazo, custo e experiência do cliente.

3 dicas para aumentar a produtividade e reduzir erros na separação de pedidos

  1. Reduza deslocamentos desnecessários

Grande parte do tempo perdido no picking está no deslocamento dos operadores. Quando os itens estão mal distribuídos, quando o layout não favorece o fluxo ou quando não há apoio de sistemas, a equipe caminha mais do que separa.

Soluções como VLMs, miniloads, transportadores e sistemas de picking orientado ajudam a aproximar os produtos dos operadores, organizar rotas e reduzir movimentações improdutivas. Quanto menor o deslocamento, maior tende a ser a produtividade da separação.

  1. Use tecnologia para orientar a operação

Erros de picking muitas vezes acontecem por falhas de leitura, identificação incorreta de produtos, pressão por velocidade ou falta de padronização no processo. Tecnologias como pick to light, integração com WMS e sistemas de conferência ajudam a orientar o operador de forma mais clara, indicando o item, a quantidade e a posição correta.

Essa orientação reduz a dependência de memória, experiência individual ou processos manuais de conferência. O resultado é uma separação mais padronizada, rápida e confiável.

  1. Integre picking, armazenagem e expedição

Automatizar apenas uma etapa, sem conectar o restante do fluxo, pode transferir o gargalo para outro ponto da operação. Por isso, o picking automatizado precisa ser pensado dentro de uma visão integrada da intralogística.

Quando armazenagem, separação, transporte interno, conferência e expedição trabalham de forma conectada, a operação ganha mais fluidez. Isso reduz paradas, evita acúmulos em pontos críticos e melhora a capacidade de resposta aos pedidos.

Benefícios do picking automatizado

Entre os principais benefícios do picking automatizado estão:

  • Maior produtividade na separação de pedidos: com menos deslocamentos e processos mais bem orientados.
  • Redução de erros operacionais: com apoio de sistemas, sinalizações e conferências integradas.
  • Melhor aproveitamento da equipe: direcionando pessoas para atividades de maior valor e menor repetição.
  • Mais rastreabilidade: com dados sobre itens separados, horários, posições e etapas do processo.
  • Mais velocidade na expedição: com fluxos internos mais organizados e previsíveis.
  • Melhor experiência do cliente: com pedidos mais precisos, entregas mais confiáveis e menos retrabalho.

Soluções da Scheffer para picking automatizado

A Scheffer desenvolve soluções intralogísticas e de automação voltadas para operações que precisam aumentar produtividade, reduzir erros e melhorar a eficiência na separação de pedidos.

Entre as soluções aplicáveis ao picking automatizado estão sistemas pick to light, transportadores, VLMs, miniloads, sorters, elevadores de carga e integração com WMS. Cada projeto é desenvolvido de acordo com o perfil da operação, considerando volume de pedidos, características dos produtos, layout, giro de estoque, fluxo interno e metas de produtividade.

Muito além de automatizar uma etapa, a Scheffer atua no desenvolvimento de soluções integradas para tornar a intralogística mais inteligente, segura e eficiente.

Se a sua operação precisa separar mais pedidos, com menos erros e maior controle, o picking automatizado pode ser o próximo passo.

Fale com a equipe da Scheffer e descubra como aumentar a produtividade da sua operação com soluções intralogísticas sob medida: (42) 99128-2460

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Em muitas operações logísticas, o problema não está apenas na falta de espaço. Está na forma como o espaço disponível é utilizado.

Armazéns, centros de distribuição e áreas industriais podem chegar rapidamente ao limite quando há aumento no volume de produtos, maior variedade de SKUs, crescimento da demanda ou necessidade de reorganizar fluxos internos. 

Nesse cenário, ampliar a área física nem sempre é a melhor solução. Além de envolver custos altos, obras e maior complexidade operacional, essa decisão pode não resolver a raiz do problema.

O avanço da automação reforça esse movimento. Segundo estudo da Mordor Intelligence, o mercado global de automação de armazéns deve crescer de US$ 34,17 bilhões em 2026 para US$ 65,74 bilhões em 2031, impulsionado por fatores como escassez de mão de obra, maior pressão por eficiência e adoção de tecnologias robóticas em operações logísticas.

É nesse contexto que a verticalização de estoque se torna uma estratégia importante para empresas que precisam ganhar capacidade sem expandir a área construída.

Leia também: Elevação de cargas com mais segurança e estabilidade: por que esse ponto merece atenção estratégica?

O que é verticalização de estoque?

Verticalização de estoque é o uso estratégico da altura disponível no armazém para ampliar a capacidade de armazenagem. Em vez de ocupar apenas a área horizontal, a operação passa a aproveitar melhor o espaço vertical, por meio de estruturas, sistemas automatizados e equipamentos projetados para armazenar, movimentar e acessar produtos em diferentes níveis.

Essa estratégia permite que o mesmo metro quadrado comporte um volume maior de itens, com mais controle, segurança e fluidez nos processos. Na prática, a verticalização transforma o armazém em uma estrutura mais inteligente, capaz de armazenar mais sem necessariamente ocupar mais área.

Por que verticalizar o estoque?

A verticalização de estoque se torna necessária quando a operação começa a apresentar sinais de saturação. Corredores congestionados, dificuldade para localizar produtos, excesso de movimentações, baixa produtividade na separação e necessidade constante de reorganização são alguns indícios de que o armazém pode estar usando mal sua capacidade.

Verticalizar o estoque permite reorganizar a operação com base em critérios mais eficientes de armazenagem, acesso e movimentação. Em vez de apenas “apertar” mais produtos no mesmo espaço, a empresa passa a estruturar melhor os fluxos, reduzir deslocamentos desnecessários e criar condições para uma operação mais previsível.

Dores relacionadas à verticalização de estoque

É muito importante observar que a verticalização de estoque precisa ser planejada com critério. Uma solução mal dimensionada pode gerar novos gargalos, dificultar acessos ou comprometer a segurança da operação.

Entre as principais dores relacionadas ao tema estão a limitação de pé-direito aproveitável, a falta de integração entre armazenagem e movimentação, a baixa visibilidade sobre o estoque, o excesso de movimentações manuais e a dificuldade de adaptar o layout às características reais da operação.

Também é comum que empresas tentem verticalizar apenas com estruturas estáticas, sem considerar automação, ergonomia, fluxo de materiais e integração com sistemas de gestão. Nesse caso, o ganho de espaço pode acontecer, mas a eficiência operacional continua limitada.

Por isso, verticalizar não deve ser uma decisão isolada. Precisa fazer parte de um projeto intralogístico completo, que considere capacidade, giro dos produtos, perfil dos SKUs, segurança, produtividade e escalabilidade.

Benefícios da verticalização de estoque

A verticalização de estoque traz ganhos que vão além do aumento de capacidade. Quando bem planejada, ela melhora o aproveitamento da estrutura existente e contribui para uma operação mais produtiva, segura e escalável.

Entre os principais benefícios estão:

  • Aumento da capacidade de armazenagem: permite utilizar melhor o pé-direito do armazém e ampliar o volume estocado sem ocupar mais área horizontal.
  • Redução de custos com expansão física: ajuda a evitar ou postergar investimentos em novos galpões, locações adicionais ou obras estruturais.
  • Mais produtividade operacional: reduz deslocamentos, melhora o acesso aos itens e favorece processos mais rápidos de separação, abastecimento e expedição.
  • Melhor organização do estoque: facilita a definição de posições, endereçamento e controle dos produtos armazenados.
  • Mais segurança e rastreabilidade: contribui para reduzir avarias, perdas, erros de separação e retrabalho.
  • Maior preparo para crescimento: torna a operação mais flexível para lidar com aumento de demanda, sazonalidades e maior complexidade logística.

Com isso, a verticalização deixa de ser apenas uma solução para “guardar mais produtos” e passa a ser uma estratégia para melhorar a eficiência da operação como um todo.

Soluções da Scheffer que atuam na verticalização de estoque

A Scheffer desenvolve soluções intralogísticas e de automação que ajudam empresas a aproveitar melhor o espaço disponível e aumentar a capacidade operacional com segurança e eficiência.

Entre as soluções aplicadas à verticalização de estoque estão os transelevadores para paletes e miniloads, que permitem armazenagem automatizada em altura, com mais controle, velocidade e precisão. Também se destacam os VLMs, indicados para operações que precisam armazenar itens menores em sistemas verticais compactos, reduzindo deslocamentos e otimizando a separação.

Além disso, a Scheffer desenvolve transportadores, elevadores de carga, sistemas de movimentação e integração com WMS, criando projetos sob medida para conectar armazenagem, fluxo operacional e gestão de estoque.

Mais do que ocupar melhor o espaço, a verticalização precisa fazer a operação funcionar melhor. E isso exige engenharia, automação e visão integrada do processo.

Se a sua empresa precisa ganhar capacidade sem ampliar a área do armazém, a Scheffer pode ajudar a desenvolver uma solução intralogística adequada à realidade da sua operação.

Fale com a nossa equipe e descubra como transformar espaço disponível em eficiência logística: (42) 99128-2460

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A velocidade de entrega se tornou um dos principais fatores competitivos da logística moderna. Em operações cada vez mais pressionadas por volumes elevados, múltiplos SKUs e prazos mais curtos, a separação de pedidos passou a exigir níveis muito maiores de precisão e produtividade.

Nesse cenário, o sorter na logística vem ganhando espaço como uma das tecnologias mais importantes para centros de distribuição que precisam aumentar eficiência operacional sem comprometer a qualidade da expedição.

Segundo levantamento da consultoria McKinsey & Company, empresas que investem em automação logística podem reduzir custos operacionais em até 30% e aumentar significativamente a produtividade em processos de separação e movimentação de materiais. Esse avanço está diretamente ligado à adoção de sistemas inteligentes de fluxo e sortimento.

Leia também: Smart Centers em supply chain: tudo o que você precisa saber

O que é sorter na logística?

O sorter é um sistema automatizado utilizado para identificar, direcionar e separar produtos dentro de operações logísticas.

Na prática, ele organiza automaticamente os itens conforme critérios definidos pela operação, tais como:

  • Destino
  • Pedido
  • Região
  • Transportadora
  • Tipo de produto
  • Prioridade de expedição

O objetivo é acelerar o fluxo interno, reduzir erros humanos e aumentar a capacidade operacional do centro de distribuição.

Em operações com grande volume de pedidos, o sorter se torna essencial para manter velocidade e organização sem gerar gargalos.

Por que a separação de pedidos se tornou um desafio?

O crescimento do e-commerce, da omnicanalidade e das entregas rápidas elevou drasticamente a complexidade logística.

Hoje, muitas empresas precisam lidar simultaneamente com:

  • Pedidos menores e mais fragmentados
  • Alta variedade de produtos
  • Necessidade de rastreabilidade
  • Pressão por entregas rápidas
  • Picos sazonais de demanda
  • Redução de erros operacionais

Em processos manuais, essa complexidade aumenta riscos de falhas, retrabalho, atrasos e custos operacionais.

É exatamente nesse ponto que os sistemas de sortimento automatizado ganham relevância.

Como o sorter aumenta velocidade e precisão?

Os sistemas de sorter automatizam uma etapa crítica da intralogística: o direcionamento correto dos produtos dentro do fluxo operacional.

Com apoio de sensores, leitores, esteiras inteligentes e integração sistêmica, o equipamento identifica os itens e realiza a separação automaticamente.

Esse processo gera ganhos importantes como:

  • Maior velocidade operacional

O fluxo contínuo reduz paradas e acelera o processamento dos pedidos.

  • Redução de erros

A automação minimiza falhas humanas na separação e expedição.

  • Melhor aproveitamento da operação

A equipe deixa de atuar em tarefas repetitivas e pode focar em atividades mais estratégicas.

  • Mais rastreabilidade

Os sistemas permitem acompanhamento em tempo real das movimentações.

  • Escalabilidade operacional

A operação ganha capacidade para absorver aumento de demanda sem perder eficiência.

  • Flexibilidade e integração fazem diferença

Uma das principais vantagens dos sistemas modernos de sorter é a capacidade de adaptação às necessidades de cada operação.

As soluções atuais permitem integração completa com WMS, ERPs e outros sistemas logísticos, garantindo mais inteligência operacional e controle dos fluxos.

Além disso, os equipamentos podem ser personalizados conforme:

  • Tipo de produto
  • Volume movimentado
  • Layout disponível
  • Velocidade necessária
  • Características da operação

Isso torna a automação mais aderente à realidade logística de cada empresa.

Conheça as soluções de sorter da Scheffer

A Scheffer Logística e Automação desenvolve sistemas de sortimento projetados para operações que exigem alta velocidade, precisão e integração logística.

As soluções da Scheffer combinam tecnologia de ponta, robustez, flexibilidade operacional e suporte técnico especializado, permitindo maior eficiência na separação de pedidos e otimização dos fluxos internos.

Se a sua empresa busca reduzir erros, acelerar expedições e preparar a logística para operações mais complexas e escaláveis, fale com os especialistas da Scheffer e descubra como os sistemas de sorter podem transformar sua operação: (42) 99128-2460

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A transformação da logística interna já deixou de ser uma tendência para se tornar uma necessidade operacional. Com o avanço da automação, empresas de diferentes segmentos buscam soluções capazes de reduzir falhas, aumentar produtividade, melhorar a rastreabilidade e tornar os fluxos mais inteligentes. 

Mas, diante de tantas tecnologias disponíveis, surge uma dúvida comum: como escolher a solução ideal para a operação?

É justamente nesse cenário que o showroom de automação logística ganha importância estratégica.

Muito além de apresentar equipamentos, um showroom permite visualizar a tecnologia em funcionamento, entender sua aplicação prática e reduzir incertezas antes da tomada de decisão. Em operações logísticas, onde cada escolha impacta diretamente produtividade, custos e eficiência, essa experiência prática faz toda a diferença.

Leia também: Logística Interna: o que considerar antes de implementar novos sistemas?

A distância entre teoria e operação real

Em apresentações comerciais, layouts 3D e vídeos institucionais, muitas soluções parecem semelhantes. Porém, na prática, cada operação possui necessidades específicas relacionadas a espaço, volume movimentado, fluxo de materiais, ergonomia, velocidade de separação de pedidos e integração de sistemas.

Por isso, ver uma solução operando ajuda a compreender fatores que nem sempre ficam claros em apresentações tradicionais, como:

  • Dinâmica dos equipamentos
  • Velocidade operacional
  • Fluxo de movimentação de cargas
  • Ergonomia da operação
  • Interface dos sistemas
  • Integração entre tecnologias
  • Segurança operacional
  • Possibilidades de customização

Essa visualização prática torna o processo decisório mais técnico, mais seguro e mais alinhado à realidade da empresa.

Como um showroom reduz riscos na implementação?

Projetos de automação logística envolvem investimento, planejamento e impacto direto na rotina operacional. Quando a empresa consegue interagir com a solução antes da implantação, parte dos riscos da decisão é reduzida.

O showroom permite validar, por exemplo:

Aspecto Benefício
Fluxo operacional Melhor entendimento da aplicação na prática
Performance dos sistemas Avaliação da velocidade e eficiência
Integração tecnológica Visualização da comunicação entre soluções
Ergonomia Mais clareza sobre segurança e conforto operacional
Escalabilidade Entendimento sobre futuras expansões

Além disso, visitas técnicas ajudam gestores a envolver diferentes áreas da empresa no processo, incluindo logística, operações, engenharia, TI e diretoria. Isso acelera os alinhamentos internos e melhora a análise sobre retorno do investimento.

A experiência prática acelera decisões

Muitas empresas chegam ao processo de automação com dúvidas sobre viabilidade, adaptação da equipe ou impacto real na produtividade. Quando conseguem visualizar a operação acontecendo, essas barreiras diminuem.

Em um showroom de automação logística, é possível observar aplicações como:

  • Sistemas de transporte de caixas
  • Picking automatizado
  • Sorters
  • Soluções de armazenagem
  • Fluxos integrados de movimentação
  • Tecnologias para separação de pedidos

Na prática, isso ajuda a traduzir conceitos técnicos em ganhos operacionais concretos.

A automação deixa de ser apenas um projeto no papel e passa a ser percebida como uma solução aplicável ao dia a dia da operação.

Conheça o showroom de automação logística da Scheffer

A Scheffer Logística e Automação possui em sua sede, em Ponta Grossa, um moderno showroom de automação logística, desenvolvido para que empresas possam conhecer de perto diferentes soluções em funcionamento.

O espaço reúne tecnologias voltadas à movimentação de cargas, separação de pedidos, transporte automatizado e integração operacional, permitindo uma experiência prática e estratégica para empresas que desejam modernizar sua logística interna.

Visitar um showroom é uma oportunidade relevante de enxergar a automação além da teoria e tomar decisões com mais segurança, clareza e visão de longo prazo.

Quer conhecer as soluções da Scheffer na prática? Entre em contato com nossos especialistas e agende uma visita ao nosso showroom: (42) 99128-2460

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Em qualquer operação logística ou industrial, a elevação de cargas representa um dos momentos mais críticos de toda a cadeia. 

É nesse instante, quando toneladas são suspensas, movimentadas e posicionadas, que falhas de equipamento, processos inadequados ou ausência de planejamento estratégico podem transformar uma rotina produtiva em um cenário de prejuízo ou tragédia.

E ainda assim, muitas empresas tratam esse processo como algo secundário, relegando decisões sobre equipamentos e sistemas de içamento a um segundo plano. Esse é um erro que pode custar muito caro.

Leia também: Logística Interna: o que considerar antes de implementar novos sistemas?

O que está realmente em jogo na elevação de cargas?

Quando falamos em elevação de cargas com segurança, não estamos apenas discutindo normas técnicas ou conformidade com a legislação, embora esses aspectos também sejam fundamentais. Estamos falando de um impacto direto na continuidade operacional, na integridade dos colaboradores e na competitividade do negócio.

Segundo dados do Painel de Informações e Estatísticas da Inspeção do Trabalho no Brasil (SIT), do Ministério do Trabalho, trabalhadores envolvidos em operações de cargas e descargas figuram entre as 10 ocupações com mais lesões registradas no país, acumulando 94,7 mil acidentes entre 2014 e 2021. 

No mesmo período, veículos, máquinas e equipamentos foram responsáveis por mais de 1,6 milhão de acidentes de trabalho, correspondendo a um terço de todos os registros nacionais.

Além do aspecto humano, há consequências operacionais severas: paradas não programadas, danos a materiais, responsabilidade civil e perda de credibilidade perante clientes e parceiros. A pergunta que toda liderança logística deveria se fazer é: meu sistema de elevação de cargas está à altura do que minha operação exige?

Os quatro pilares de um sistema de elevação de cargas eficiente

Para facilitar a compreensão sobre este tema, listamos os quatro pilares para um sistema de elevação de cargas eficiente:

  •  Segurança estrutural

Equipamentos certificados, dimensionados corretamente e com manutenção preventiva rigorosa.

  •  Estabilidade de carga

Sistemas que garantem equilíbrio durante todo o movimento, eliminando riscos de tombamento ou queda.

  • Automação inteligente

Controles precisos que reduzem a dependência humana em pontos críticos e aumentam a repetibilidade.

  • Conformidade normativa

Aderência às normas NR-11, NR-12 e demais regulamentações específicas do segmento de atuação.

Por que a escolha do fornecedor faz toda a diferença?

Muito além de ser resultante de um bom equipamento isolado, a elevação de cargas eficiente é fruto de uma solução completa, a qual envolve projeto técnico adequado, instalação precisa, treinamento das equipes e suporte contínuo. Por isso, a escolha do parceiro tecnológico é tão estratégica quanto a escolha do equipamento em si.

Empresas que investem em soluções de elevação de alta performance colhem benefícios concretos: 

  • Redução de acidentes
  • Ganho de velocidade operacional
  • Menor índice de avarias em produtos
  • Maior satisfação das equipes de trabalho. 

Em um mercado onde a eficiência logística é diferencial competitivo, esses números fazem toda a diferença no resultado.

Conforme você pôde observar neste artigo, a segurança e a estabilidade na elevação de cargas, muito além do fator custo, representam um investimento estratégico que protege pessoas, patrimônio e a continuidade do seu negócio. Logo, o momento de agir é antes que qualquer incidente aconteça.

Pronto para elevar o nível da sua operação?

Há mais de 30 anos a Scheffer oferece soluções completas em elevação de cargas — do projeto à instalação e suporte técnico. Fale com nossos especialistas e descubra como podemos tornar sua operação mais segura, estável e eficiente: WhatsApp: (42) 99128-2460

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Em logística, ganhar eficiência deixou de ser apenas uma meta operacional para se tornar, cada vez mais, uma exigência competitiva

Nesse sentido, dados do estudo State of Logistics Report 2024, da Kearney, demonstram que as empresas estão redesenhando suas redes de distribuição para reduzir custos, ampliar capacidade, ganhar agilidade e extrair mais valor da estrutura já existente. 

Ao mesmo tempo, o relatório aponta que a demanda por novos espaços esfriou à medida que as organizações passaram a buscar mais capacidade dentro da operação atual.

Leia também: Rastreabilidade em tempo real: a nova exigência da logística moderna e como alcançá-la

É justamente nesse cenário que o OEE na logística ganha relevância. Embora o indicador tenha nascido na manufatura, sua lógica se adapta muito bem a ambientes intralogísticos, especialmente em operações com esteiras, sorters, sistemas de armazenagem automática, picking e movimentação contínua. 

Além disso, um estudo acadêmico publicado em 2025 propôs, inclusive, o conceito de Overall Warehouse Effectiveness para reforçar a necessidade de indicadores integrados capazes de medir a eficiência real das operações de armazém.

O que é OEE na logística?

OEE significa Overall Equipment Effectiveness, ou Eficiência Global dos Equipamentos. Na prática, é um indicador que mede o quanto um sistema está entregando do seu potencial real, considerando três fatores:

Disponibilidade

Quanto tempo o equipamento ou sistema esteve efetivamente disponível para operar.

Performance

Se a operação rodou na velocidade esperada ou abaixo da capacidade projetada.

Qualidade

Se o processo entregou o resultado correto, sem falhas, retrabalho, perdas ou movimentações equivocadas.

A fórmula é simples:

OEE = Disponibilidade × Performance × Qualidade

Na logística, esse cálculo ajuda a identificar gargalos que nem sempre aparecem em análises superficiais. Um transportador pode estar funcionando, por exemplo, mas com paradas frequentes, velocidade reduzida ou alto índice de erro no fluxo.

Por que o OEE é importante na logística?

Monitorar o OEE na logística permite transformar percepção em dados. Em vez de tratar a baixa produtividade como um problema genérico, a operação passa a entender onde está a perda.

Os principais ganhos são:

  • maior visibilidade sobre a eficiência real dos ativos
  • redução de paradas e microparadas
  • melhoria no fluxo de materiais
  • apoio à tomada de decisão sobre automação e manutenção
  • aumento da produtividade sem ampliar área física

Como ler o OEE na logística?

Componente O que mede Exemplo na logística
Disponibilidade Tempo real de operação Paradas de esteiras, falhas em elevadores, manutenção não planejada
Performance Ritmo da operação Sistema rodando abaixo da velocidade nominal
Qualidade Saída correta do processo Erros de separação, perdas, retrabalho ou desvio de itens

Como implementar o OEE na sua operação?

A implementação começa com uma escolha objetiva: quais ativos ou processos mais impactam o fluxo logístico. Nem tudo precisa ser medido de uma vez.

O caminho mais prático envolve cinco etapas:

  1. Definir o ponto crítico da operação

Mapeie onde uma parada, lentidão ou erro gera maior impacto. Pode ser uma esteira, um transelevador, uma área de picking ou um sistema de separação.

  1. Padronizar os dados

Defina o que será considerado parada, queda de performance e falha de qualidade. Sem critério claro, o indicador perde valor.

  1. Medir continuamente

O OEE funciona melhor com acompanhamento recorrente. Quanto mais consistente for a coleta, mais fácil fica enxergar padrões.

  1. Cruzar indicador com causa

Não basta saber que o índice caiu. É preciso entender se a perda veio de manutenção, layout, gargalo operacional ou erro humano.

  1. Agir sobre o que trava o fluxo

A análise deve virar ação. Em muitos casos, isso leva à revisão de processo. Em outros, mostra que a automação é o próximo passo lógico.

Conforme vimos neste artigo, o OEE na logística é um indicador valioso para empresas que querem operar com mais previsibilidade, produtividade e inteligência. Quando bem aplicado, ele mostra onde a operação perde capacidade e quais decisões podem gerar ganho real de performance.

Em ambientes cada vez mais pressionados por velocidade, custo e precisão, medir eficiência deixou de ser diferencial. Passou a ser parte da estratégia.

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Em operações logísticas cada vez mais exigentes, medir o desempenho dos produtos ao longo da cadeia de suprimentos se tornou essencial para garantir eficiência e qualidade no atendimento ao cliente. É nesse contexto que surge o conceito de perfect order, um dos indicadores mais relevantes para avaliar a performance da logística.

O perfect order mede o percentual de pedidos entregues no prazo, completos, sem danos e com documentação correta. Ou seja, representa o nível de excelência operacional de uma empresa na entrega de seus produtos.

De acordo com um estudo do Council of Supply Chain Management Professionals (CSCMP), empresas que monitoram indicadores logísticos como o perfect order conseguem melhorar em até 20% a eficiência das entregas e reduzir significativamente custos operacionais relacionados a erros e retrabalho.

Mais do que um indicador, o perfect order se tornou um guia para operações que buscam maior controle sobre sua cadeia logística.

Leia também: Saiba como medir o ROI de um projeto de automação intralogística

O que é Perfect Order na logística

O conceito de perfect order avalia se um pedido foi executado com excelência do início ao fim da operação. Para que uma entrega seja considerada perfeita, alguns critérios precisam ser atendidos simultaneamente.

Entre os principais fatores avaliados, estão:

  • pedido entregue no prazo prometido
  • produto correto e na quantidade correta
  • itens sem danos ou avarias
  • documentação completa e correta

Quando um desses pontos falha, o pedido deixa de ser considerado perfeito. Por isso, esse indicador é uma forma eficiente de medir o desempenho real da operação logística.

  1. Maior controle sobre a eficiência operacional

Uma das principais vantagens de acompanhar o perfect order é a possibilidade de entender com mais clareza como a operação está sendo executada.

Ao analisar esse indicador, gestores conseguem identificar rapidamente onde estão ocorrendo falhas. O problema pode estar na separação de pedidos, no transporte, na armazenagem ou na conferência final.

Esse tipo de visibilidade permite agir de forma mais precisa para corrigir gargalos e melhorar a eficiência da operação.

  1. Redução de erros e retrabalho

Erros logísticos geram impactos diretos nos custos da empresa. Reentregas, devoluções, avarias e correções de documentação aumentam despesas operacionais e comprometem a produtividade da equipe.

Quando o desempenho dos pedidos é medido por meio do perfect order, esses problemas deixam de ser invisíveis.

A empresa passa a monitorar falhas recorrentes e pode implementar melhorias nos processos logísticos, reduzindo retrabalho e desperdícios.

  1. Melhoria na experiência do cliente

O cliente final percebe diretamente quando uma operação logística funciona bem. Pedidos completos, entregues no prazo e sem problemas fortalecem a confiança na marca.

O indicador de perfect order permite acompanhar exatamente esse nível de qualidade percebida pelo cliente.

Quanto maior o índice de pedidos perfeitos, maior tende a ser a satisfação do consumidor e a reputação da empresa no mercado.

Por que o Perfect Order é um indicador estratégico?

Em cadeias de suprimentos modernas, eficiência logística não significa apenas movimentar produtos rapidamente. Significa entregar com qualidade, consistência e previsibilidade.

O perfect order reúne esses fatores em um único indicador, permitindo que empresas acompanhem de forma clara o desempenho de seus processos logísticos.

Ao monitorar esse indicador de forma contínua, organizações conseguem transformar dados operacionais em melhorias práticas, aumentando a eficiência, reduzindo custos e oferecendo uma experiência superior aos clientes.

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