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Em qualquer operação logística ou industrial, a elevação de cargas representa um dos momentos mais críticos de toda a cadeia. 

É nesse instante, quando toneladas são suspensas, movimentadas e posicionadas, que falhas de equipamento, processos inadequados ou ausência de planejamento estratégico podem transformar uma rotina produtiva em um cenário de prejuízo ou tragédia.

E ainda assim, muitas empresas tratam esse processo como algo secundário, relegando decisões sobre equipamentos e sistemas de içamento a um segundo plano. Esse é um erro que pode custar muito caro.

Leia também: Logística Interna: o que considerar antes de implementar novos sistemas?

O que está realmente em jogo na elevação de cargas?

Quando falamos em elevação de cargas com segurança, não estamos apenas discutindo normas técnicas ou conformidade com a legislação, embora esses aspectos também sejam fundamentais. Estamos falando de um impacto direto na continuidade operacional, na integridade dos colaboradores e na competitividade do negócio.

Segundo dados do Painel de Informações e Estatísticas da Inspeção do Trabalho no Brasil (SIT), do Ministério do Trabalho, trabalhadores envolvidos em operações de cargas e descargas figuram entre as 10 ocupações com mais lesões registradas no país, acumulando 94,7 mil acidentes entre 2014 e 2021. 

No mesmo período, veículos, máquinas e equipamentos foram responsáveis por mais de 1,6 milhão de acidentes de trabalho, correspondendo a um terço de todos os registros nacionais.

Além do aspecto humano, há consequências operacionais severas: paradas não programadas, danos a materiais, responsabilidade civil e perda de credibilidade perante clientes e parceiros. A pergunta que toda liderança logística deveria se fazer é: meu sistema de elevação de cargas está à altura do que minha operação exige?

Os quatro pilares de um sistema de elevação de cargas eficiente

Para facilitar a compreensão sobre este tema, listamos os quatro pilares para um sistema de elevação de cargas eficiente:

  •  Segurança estrutural

Equipamentos certificados, dimensionados corretamente e com manutenção preventiva rigorosa.

  •  Estabilidade de carga

Sistemas que garantem equilíbrio durante todo o movimento, eliminando riscos de tombamento ou queda.

  • Automação inteligente

Controles precisos que reduzem a dependência humana em pontos críticos e aumentam a repetibilidade.

  • Conformidade normativa

Aderência às normas NR-11, NR-12 e demais regulamentações específicas do segmento de atuação.

Por que a escolha do fornecedor faz toda a diferença?

Muito além de ser resultante de um bom equipamento isolado, a elevação de cargas eficiente é fruto de uma solução completa, a qual envolve projeto técnico adequado, instalação precisa, treinamento das equipes e suporte contínuo. Por isso, a escolha do parceiro tecnológico é tão estratégica quanto a escolha do equipamento em si.

Empresas que investem em soluções de elevação de alta performance colhem benefícios concretos: 

  • Redução de acidentes
  • Ganho de velocidade operacional
  • Menor índice de avarias em produtos
  • Maior satisfação das equipes de trabalho. 

Em um mercado onde a eficiência logística é diferencial competitivo, esses números fazem toda a diferença no resultado.

Conforme você pôde observar neste artigo, a segurança e a estabilidade na elevação de cargas, muito além do fator custo, representam um investimento estratégico que protege pessoas, patrimônio e a continuidade do seu negócio. Logo, o momento de agir é antes que qualquer incidente aconteça.

Pronto para elevar o nível da sua operação?

Há mais de 30 anos a Scheffer oferece soluções completas em elevação de cargas — do projeto à instalação e suporte técnico. Fale com nossos especialistas e descubra como podemos tornar sua operação mais segura, estável e eficiente: WhatsApp: (42) 99128-2460

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Em logística, ganhar eficiência deixou de ser apenas uma meta operacional para se tornar, cada vez mais, uma exigência competitiva

Nesse sentido, dados do estudo State of Logistics Report 2024, da Kearney, demonstram que as empresas estão redesenhando suas redes de distribuição para reduzir custos, ampliar capacidade, ganhar agilidade e extrair mais valor da estrutura já existente. 

Ao mesmo tempo, o relatório aponta que a demanda por novos espaços esfriou à medida que as organizações passaram a buscar mais capacidade dentro da operação atual.

Leia também: Rastreabilidade em tempo real: a nova exigência da logística moderna e como alcançá-la

É justamente nesse cenário que o OEE na logística ganha relevância. Embora o indicador tenha nascido na manufatura, sua lógica se adapta muito bem a ambientes intralogísticos, especialmente em operações com esteiras, sorters, sistemas de armazenagem automática, picking e movimentação contínua. 

Além disso, um estudo acadêmico publicado em 2025 propôs, inclusive, o conceito de Overall Warehouse Effectiveness para reforçar a necessidade de indicadores integrados capazes de medir a eficiência real das operações de armazém.

O que é OEE na logística?

OEE significa Overall Equipment Effectiveness, ou Eficiência Global dos Equipamentos. Na prática, é um indicador que mede o quanto um sistema está entregando do seu potencial real, considerando três fatores:

Disponibilidade

Quanto tempo o equipamento ou sistema esteve efetivamente disponível para operar.

Performance

Se a operação rodou na velocidade esperada ou abaixo da capacidade projetada.

Qualidade

Se o processo entregou o resultado correto, sem falhas, retrabalho, perdas ou movimentações equivocadas.

A fórmula é simples:

OEE = Disponibilidade × Performance × Qualidade

Na logística, esse cálculo ajuda a identificar gargalos que nem sempre aparecem em análises superficiais. Um transportador pode estar funcionando, por exemplo, mas com paradas frequentes, velocidade reduzida ou alto índice de erro no fluxo.

Por que o OEE é importante na logística?

Monitorar o OEE na logística permite transformar percepção em dados. Em vez de tratar a baixa produtividade como um problema genérico, a operação passa a entender onde está a perda.

Os principais ganhos são:

  • maior visibilidade sobre a eficiência real dos ativos
  • redução de paradas e microparadas
  • melhoria no fluxo de materiais
  • apoio à tomada de decisão sobre automação e manutenção
  • aumento da produtividade sem ampliar área física

Como ler o OEE na logística?

Componente O que mede Exemplo na logística
Disponibilidade Tempo real de operação Paradas de esteiras, falhas em elevadores, manutenção não planejada
Performance Ritmo da operação Sistema rodando abaixo da velocidade nominal
Qualidade Saída correta do processo Erros de separação, perdas, retrabalho ou desvio de itens

Como implementar o OEE na sua operação?

A implementação começa com uma escolha objetiva: quais ativos ou processos mais impactam o fluxo logístico. Nem tudo precisa ser medido de uma vez.

O caminho mais prático envolve cinco etapas:

  1. Definir o ponto crítico da operação

Mapeie onde uma parada, lentidão ou erro gera maior impacto. Pode ser uma esteira, um transelevador, uma área de picking ou um sistema de separação.

  1. Padronizar os dados

Defina o que será considerado parada, queda de performance e falha de qualidade. Sem critério claro, o indicador perde valor.

  1. Medir continuamente

O OEE funciona melhor com acompanhamento recorrente. Quanto mais consistente for a coleta, mais fácil fica enxergar padrões.

  1. Cruzar indicador com causa

Não basta saber que o índice caiu. É preciso entender se a perda veio de manutenção, layout, gargalo operacional ou erro humano.

  1. Agir sobre o que trava o fluxo

A análise deve virar ação. Em muitos casos, isso leva à revisão de processo. Em outros, mostra que a automação é o próximo passo lógico.

Conforme vimos neste artigo, o OEE na logística é um indicador valioso para empresas que querem operar com mais previsibilidade, produtividade e inteligência. Quando bem aplicado, ele mostra onde a operação perde capacidade e quais decisões podem gerar ganho real de performance.

Em ambientes cada vez mais pressionados por velocidade, custo e precisão, medir eficiência deixou de ser diferencial. Passou a ser parte da estratégia.

Acesse o site e veja como as tecnologias de automação logística da Scheffer podem ser decisivas para potencializar os resultados do seu negócio: www.schefferlogistica.com.br 

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A logística interna é o coração operacional de qualquer empresa que lida com movimentação de materiais, estoques e informações dentro de suas instalações. Também chamada de intralogística, ela é responsável por coordenar processos que impactam diretamente na produtividade, nos custos e na capacidade de atender clientes com rapidez e precisão.

Antes de implementar novos sistemas para otimizar sua logística interna, é fundamental avaliar tanto os benefícios desejados quanto os desafios envolvidos. Neste artigo, exploramos os principais pontos a considerar (desde dados relevantes até fatores práticos de decisão).

Leia também: 3 tendências para a logística interna em 2026 que você precisa conhecer

Importância da logística interna

As empresas que investem em aprimorar seus sistemas de intralogística conseguem reduzir gargalos e melhorar o fluxo de materiais entre recebimento, armazenagem, produção e expedição. Isso repercute em toda a cadeia de suprimentos, influenciando desde a gestão de estoque até o atendimento ao cliente.

Um estudo recente publicado no International Journal of Automative Science and Technology mostrou que iniciativas baseadas na chamada Logística 4.0 podem reduzir custos operacionais em até 13,37% quando tecnologias como RFID são aplicadas em processos internos, mostrando o impacto direto de sistemas avançados na eficiência das operações.

O que considerar antes de escolher um novo sistema

Antes de selecionar e implementar sistemas (como WMS, ERP ou ferramentas de automação), avalie os seguintes aspectos:

Fatores para avaliação Por que importa
Integração com sistemas existentes Evita redundância e inconsistência de dados
Escalabilidade e flexibilidade Suporta crescimento e mudanças operacionais
Capacidade de automação Reduz retrabalho e erros de processo
Treinamento e adoção de usuários Garante uso efetivo da solução
Visibilidade em tempo real Permite decisões mais rápidas e precisas

 

Benefícios esperados com sistemas bem implementados

  • Maior precisão de estoque, reduzindo perdas e rupturas
  • Processos mais rápidos e padronizados, com menos retrabalho
  • Melhor integração entre áreas, alinhando operações com estratégia corporativa

Riscos de uma implementação mal planejada

Contudo, é importante observar que mesmo soluções tecnológicas avançadas podem falhar se não houver:

  • levantamento claro de requisitos
  • treinamento adequado de equipes
  • integração com práticas de gestão existentes
  • métricas claras de sucesso e acompanhamento pós-go-live

Conforme demonstramos neste artigo, implementar novos sistemas de logística interna é uma decisão estratégica que exige análise cuidadosa de processos, tecnologia e pessoas. Considerar a integração, a flexibilidade e os resultados esperados ajuda a garantir que a intralogística deixe de ser apenas uma função operacional e se transforme em um diferencial competitivo.

Quer aprimorar sua logística interna com soluções tecnológicas e consultoria especializada? Acesse o site e conheça tudo o que a Scheffer pode fazer por sua empresa: www.schefferlogistica.com.br 

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A pressão por eficiência operacional nunca foi tão alta. Custos crescentes, limitações físicas de espaço e exigência por maior produtividade colocam a logística interna no centro da estratégia industrial. 

Segundo estudo da McKinsey & Company, projetos bem estruturados de automação intralogística podem reduzir custos operacionais em até 30%, especialmente quando aplicados a movimentação interna, armazenagem e separação de pedidos.

Este dado chama atenção porque revela um ponto consideravelmente crítico. Muito além da ideia de produzir mais, o objetivo aqui é operar melhor dentro da mesma área disponível.

Leia também: 3 tendências para a logística interna em 2026 que você precisa conhecer

O que é automação intralogística?

A automação intralogística envolve o uso de tecnologias para otimizar o fluxo interno de materiais, informações e processos dentro de fábricas, centros de distribuição e armazéns. Isso inclui sistemas de transporte automatizado, sorters, elevadores, sistemas de armazenagem inteligente, softwares de controle e integração com sistemas de gestão.

O objetivo é simples: reduzir desperdícios, aumentar a previsibilidade operacional e eliminar gargalos que geram custos ocultos.

Onde estão os custos invisíveis da operação?

Empresas que operam com processos manuais ou pouco integrados normalmente convivem com perdas que não aparecem de forma explícita no balanço. Entre elas, estão:

  • Retrabalho
  • Erros de separação
  • Deslocamentos desnecessários
  • Baixa densidade de armazenagem
  • Dependência excessiva de mão de obra para atividades repetitivas

A automação intralogística atua exatamente nesses pontos. Ao organizar fluxos, reduzir interferências humanas e aumentar a verticalização do armazenamento, é possível extrair mais valor da área já existente.

Reduzir custos sem expandir espaço é possível

Um dos maiores mitos da logística interna é associar crescimento à expansão física. Na prática, projetos de automação intralogística permitem aumentar a capacidade operacional sem necessidade de novas áreas, obras ou mudanças estruturais complexas.

Soluções como transportadores inteligentes, sistemas de picking automatizado e armazéns verticais ampliam a densidade de armazenagem e aceleram a movimentação interna. O resultado é menos tempo de ciclo, menor custo por operação e maior controle do processo.

Automação como decisão estratégica

Em se tratando de automação intralogística, cada projeto deve ser encarado como uma decisão estratégica, o que inclui partir de uma análise profunda da operação, dos fluxos e das metas de negócio. Nossa expertise construída em três décadas de atuação no mercado aponta que não existe uma solução padrão. O que existe é engenharia aplicada à realidade de cada cliente.

Dessa forma, as empresas que investem nesse tipo de automação conseguem ganhos sustentáveis, escaláveis e alinhados ao crescimento do negócio.

Como a Scheffer pode apoiar essa transformação no seu negócio?

A Scheffer desenvolve soluções completas de automação intralogística, integrando engenharia, tecnologia e inteligência operacional. Cada projeto é pensado para reduzir custos, aumentar eficiência e extrair o máximo da área existente, sem comprometer a flexibilidade da operação.

Se o seu desafio é crescer sem expandir espaço e com controle real de custos, a automação intralogística é o melhor caminho a ser trilhado. Fale com um dos consultores da Scheffer e descubra como transformar sua operação com soluções sob medida.

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Você sabia que a integração entre automação, dados e pessoas se tornou um dos pilares estratégicos para operações industriais e logísticas que buscam eficiência, segurança e escalabilidade?

Um fluxo intralogístico contínuo depende exatamente dessa combinação equilibrada, em que tecnologias avançadas trabalham em conjunto com equipes capacitadas e indicadores confiáveis. 

Leia também: O impacto da Indústria 4.0 na cadeia logística: integração de dados, IoT e sistemas inteligentes

Segundo o estudo Warehouse Automation Outlook 2025, da Interact Analysis, empresas que alinham automação com gestão orientada por dados alcançam até 2,5 vezes mais eficiência operacional do que aquelas que automatizam sem integrar processos e pessoas, reforçando o peso da inteligência operacional na competitividade.

Automação como estrutura do fluxo

Sistemas automáticos de armazenagem, esteiras transportadoras, VLMs e soluções de movimentação representam a base física do fluxo intralogístico. Eles garantem velocidade, padronização e menor índice de falhas. No entanto, a automação só entrega seu potencial máximo quando está conectada às demais áreas da operação e a um ecossistema de dados confiável.

Dados como eixo de decisão

Também é importante observar que um fluxo intralogístico contínuo depende de decisões rápidas e precisas. Para isso, dados centralizados e atualizados em tempo real são essenciais. Entre as informações que permitem ajustes imediatos e prevenção de gargalos, estão: 

  • Níveis de estoque
  • Status de pedidos
  • Capacidade de picking
  • Utilização de equipamentos
  • Tempo de ciclo 

Nesse cenário, a integração entre automação e sistemas de gestão é o que transforma dados em inteligência operacional.

Pessoas como agentes de continuidade

Mesmo com tecnologias cada vez mais avançadas, as pessoas seguem no centro da operação. Equipes treinadas são imprescindíveis para interpretar dados, ajustar processos e garantir que a automação funcione de forma fluida. Ao mesmo tempo, a combinação entre competências técnicas e visão analítica cria um ambiente onde cada decisão fortalece a cadência operacional.

O resultado: um fluxo intralogístico sem interrupções

Quando automação, dados e pessoas trabalham juntos, o resultado é uma operação mais rápida, previsível e escalável. O fluxo se torna contínuo porque cada elemento retroalimenta o outro. A automação gera dados, os dados orientam decisões e as pessoas aprimoram processos.

Conforme este artigo demonstra, integrar automação, dados e pessoas é o caminho para operações realmente eficientes e preparadas para o futuro. 

Para empresas que desejam estruturar um fluxo intralogístico contínuo e alcançar alta performance, a Scheffer é a melhor opção do mercado, oferecendo soluções completas para transformar a logística interna com precisão, segurança e inteligência.

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Medir o ROI de um projeto de automação intralogística é uma das decisões estratégicas mais importantes para qualquer empresa que busca competitividade, escalabilidade e redução de custos operacionais. 

Em um cenário em que o mercado exige cada vez mais agilidade e precisão, compreender como mensurar os resultados de forma estruturada é fundamental para sustentar investimentos e garantir retorno claro ao negócio.

Leia também: Lean Six Sigma: o que é esta metodologia e como aplicá-la na logística?

O que é o ROI?

Antes de qualquer cálculo, é fundamental entender o que é o ROI. A sigla vem do inglês Return on Investment, ou Retorno sobre Investimento. Em termos simples, o ROI mostra quanto uma empresa ganha em relação ao que investiu. 

Por que o ROI é importante?

O ROI é importante porque transforma percepções em números concretos, permitindo avaliar se um projeto traz retorno real, comparar alternativas de investimento e tomar decisões estratégicas com segurança. No contexto da automação intralogística, o ROI revela se a tecnologia adotada está reduzindo custos, aumentando produtividade e fortalecendo a operação de forma sustentável.

Segundo o relatório Global Warehouse Automation Market 2025, da Research & Markets, empresas que adotam automação intralogística conseguem reduzir até 30% dos custos operacionais totais, além de elevar a eficiência dos fluxos internos. Esse dado reforça que o investimento, quando bem estruturado e mensurado, não apenas se paga como também fortalece a base operacional da companhia.

Identifique as métricas essenciais do ROI

O primeiro passo é estabelecer critérios objetivos. As métricas mais utilizadas incluem: 

  • Redução de horas trabalhadas
  • Diminuição de erros de separação
  • Custos evitados com retrabalho
  • Economia de espaço
  • Ganho de velocidade no atendimento dos pedidos. 

Dica da Scheffer: quanto mais claro for o ponto de partida, mais preciso será o resultado.

Calcule o ROI considerando todos os impactos

O cálculo tradicional do ROI segue a seguinte fórmula:

ROI = (Ganhos obtidos menos Custo do investimento) dividido pelo Custo do investimento.

No entanto, na automação intralogística, os impactos indiretos são igualmente relevantes. Entre eles estão estabilidade operacional, maior previsibilidade de entregas, redução de riscos de acidentes e aumento da capacidade instalada sem necessidade de expansão física.

Avalie ganhos de longo prazo

Projetos de automação intralogística tendem a trazer resultados crescentes ao longo dos anos. Soluções como armazenagem automática, sistemas de transporte interno e equipamentos de elevação reduzem gargalos e ampliam a eficiência à medida que o volume operacional cresce. Por isso, o ROI deve considerar não apenas o retorno imediato, mas também os ganhos acumulados em um horizonte de médio e longo prazo.

Compare o cenário atual com o potencial futuro

Uma avaliação de ROI realmente estratégica compara a operação como ela é hoje com o cenário ideal após a implementação. Identificar o grau de maturidade logística da empresa é imprescindível para determinar quais indicadores terão maior impacto e quais soluções farão mais diferença no dia a dia da operação.

Método, clareza e visão completa

Medir o ROI de um projeto de automação intralogística exige método, clareza e uma visão completa dos benefícios diretos e indiretos. Com dados confiáveis, processos estruturados e análise rigorosa, o investimento se torna uma alavanca para competitividade e expansão. 

As empresas que desejam elevar sua eficiência intralogística encontram na Scheffer a melhor opção do mercado para transformar sua logística interna com inteligência, precisão e alto desempenho.

Entre em contato agora mesmo com um dos nossos consultores e descubra como as nossas soluções podem potencializar os resultados da sua operação: WhatsApp: (42) 99128-2460.

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A automação logística deixou de ser apenas uma tendência para se tornar uma necessidade estratégica em empresas que buscam um diferencial competitivo. 

Segundo estudo da McKinsey & Company, empresas que adotam automação em processos logísticos podem reduzir em até 30% os custos operacionais e aumentar a produtividade em cerca de 25%

Esses números mostram o impacto direto da tecnologia na eficiência das operações.

Ao integrar tecnologias inteligentes nos processos de armazenagem, transporte e gestão de estoques, as organizações conseguem reduzir falhas humanas e elevar a eficiência operacional a novos patamares.

Leia também: Não basta reagir: é preciso antecipar. Como a IA deve tornar a logística interna mais inteligente?

Por que falhas humanas ainda são um desafio?

Mesmo com equipes qualificadas, a logística depende de atividades repetitivas e detalhistas, como conferência de produtos, preenchimento de relatórios e movimentação de mercadorias. Nesse cenário, erros podem ocorrer por:

  • Cansaço físico ou mental
  • Falta de padronização nos processos
  • Dificuldade de comunicação entre setores
  • Excesso de informações manuais para análise

Essas falhas, ainda que pequenas, podem gerar grandes impactos, como atrasos, perdas financeiras e insatisfação do cliente.

Automação logística: como funciona na prática

A automação logística atua como uma aliada para mitigar esses riscos. Ela se traduz em equipamentos, softwares e sistemas integrados que substituem tarefas manuais, oferecem maior precisão e agilizam operações.

Entre as principais aplicações da automação logística, estão:

  1. Sistemas de gestão automatizada de armazéns (WMS);
  2. Sensores e esteiras inteligentes para movimentação de cargas;
  3. Equipamentos automatizados para separação e embalagem;
  4. Relatórios em tempo real para análise de desempenho;
  5. Benefícios diretos da automação logística.

Para tornar esse tema mais didático, veja, na tabela abaixo, uma comparação simples entre processos manuais e processos automatizados:

Aspecto Processos Manuais Processos Automatizados
Conferência de produtos Sujeita a erros e retrabalho Precisão garantida com leitores óticos
Tempo de execução Mais demorado e variável Redução significativa e padronização
Custos operacionais Elevados com retrabalho e perdas Otimização de recursos e menos desperdício
Satisfação do cliente Impactada por falhas e atrasos Maior confiabilidade e entregas ágeis

Impacto na eficiência operacional

Empresas que investem em automação logística conquistam um diferencial competitivo: reduzem custos, ganham agilidade e criam processos escaláveis. Além disso, a integração de tecnologias permite que gestores tenham acesso a dados em tempo real, o que facilita a tomada de decisão e o planejamento estratégico.

Ao diminuir a dependência de tarefas manuais, a automação logística libera as equipes para funções mais estratégicas, valorizando o capital humano e criando um ciclo de melhoria contínua.

Como você pôde ver neste artigo, a automação logística é um caminho sem volta para operações seguras, eficientes e preparadas para o futuro. Nesse sentido, reduzir falhas humanas e aumentar a eficiência operacional já não é um mero diferencial, mas sim uma exigência em um mercado cada vez mais competitivo.

Quer saber como podemos transformar a sua operação de logística interna? Conheça nossas Soluções Que Movimentam o Mundo: www.schefferlogistica.com.br 

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Reconhecida como a maior rede de chocolates finos do mundo, a Cacau Show está presente em todos os cantos do Brasil, sendo referência de crescimento, inovação e proximidade com o consumidor. Trata-se de uma marca que não para de expandir, reinventando-se continuamente para levar experiência e qualidade a milhões de pessoas.

A Scheffer Logística e Automação tem orgulho de ser parte dessa trajetória. Há mais de 25 anos, nossa parceria com a Cacau Show vem se fortalecendo, conectando tecnologia, automação e eficiência logística a cada novo desafio enfrentado pela marca.

Scheffer e Cacau Show: uma parceria construída com confiança e inovação

Ao longo de mais de duas décadas, a relação da Scheffer com a Cacau Show ultrapassou consideravelmente a prestação de serviços. Transformou-se, na verdade, em um trabalho conjunto que acompanha o ritmo acelerado de expansão da marca, oferecendo soluções que sustentam a performance e a confiabilidade de suas operações.

Cada novo projeto é uma oportunidade de reafirmar essa confiança mútua e de traduzir inovação em resultados concretos.

Área em que o Cacau Park está sendo construído em Itu (SP)/Foto: Divulgação

O novo marco da parceria Scheffer e Cacau Show: vem aí o Cacau Park

Recentemente, essa parceria de sucesso ganhou mais um capítulo com a entrega do Cacau Park. O projeto foi desenvolvido para atender à crescente demanda da Cacau Show, incorporando tecnologias de automação que agregam ainda mais eficiência à sua operação:

  • Esteiras para movimentação de caixas de papelão até a área de paletização automática com robô
  • Transportadores motorizados para cargas paletizadas
  • Transelevador de dupla profundidade para armazenagem de cargas paletizadas
  • Sistema de carregamento e descarregamento automático de carretas

O Cacau Park simboliza a evolução constante da logística da Cacau Show e reforça como a automação é fundamental para sustentar o crescimento de empresas líderes em seus setores.

Projetos que marcaram essa história

Além do Cacau Park, a Scheffer já esteve à frente de diversas soluções para a Cacau Show, cada uma delas desenhada para atender a necessidades específicas de produção e distribuição:

Cacau Show Fábrica

  • 07 transelevadores de dupla profundidade em armazém autoportante para 15.000 posições de armazenagem.
  • 02 elevadores automáticos de 03 paradas com transportadores para cargas paletizadas.
  • 02 elevadores automáticos de 02 paradas com transportadores para cargas paletizadas.
  • Sistema de carregamento e descarregamento automático de carretas.
  • Transportadores de roletes motorizados, transportadores motorizados de correntes, mesas giratórias e mesas elevatórias.

Cacau Show CD Intensidade

  • 04 transelevadores de dupla profundidade em armazém autoportante para 23.772 posições de armazenagem.
  • 04 elevadores automáticos de 03 paradas com transportadores para cargas paletizadas
  • Sistema de carregamento e descarregamento automático de carretas

Cacau Show Mega CD

  • 02 elevadores automáticos de 03 paradas com transportadores para cargas paletizadas

Equipe da Scheffer formada por Carlos Taniguchi (Diretor de Operações), Afif Miguel Filho (CEO), Emerson Azevedo (Supervisor de Negócios) e Jeferson Alves (Gerente de Projetos) com Alê Costa, CEO e fundador da Cacau Show (ao centro): parceria de mais de duas décadas Foto: Divulgação

Mais do que tecnologia: resultados

Muito além de aumentarem a capacidade de armazenagem e a agilidade dos processos, essas soluções desenvolvidas pela Scheffer também elevam os padrões de confiabilidade e segurança das operações. Isso contribui para que a Cacau Show mantenha sua excelência, mesmo diante do aumento contínuo da demanda.

Conforme você pôde observar neste artigo, a parceria entre a Scheffer e a Cacau Show é a prova de que relacionamentos de longo prazo, baseados em confiança e inovação, geram resultados extraordinários. Com cada projeto, reafirmamos nosso compromisso de entregar tecnologia que transforma a logística interna em vantagem competitiva.

O Cacau Park é apenas o mais recente capítulo de uma história que segue em expansão. E que continuará a ser escrita com dedicação, inovação e propósito.

Entre em contato com um dos nossos consultores e veja como as nossas soluções também podem transformar a operação do seu negócio: (42) 99128-2460.

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Na logística interna, a escolha do transportador é uma decisão estratégica que impacta diretamente a eficiência, os custos e a segurança das operações. Um transportador inadequado pode gerar atrasos, avarias e até riscos à integridade dos colaboradores. Já a escolha correta garante agilidade, precisão e otimização do fluxo produtivo.

Neste artigo, você vai entender o que avaliar para escolher o transportador ideal e como essa decisão pode transformar os resultados da sua logística interna automatizada.

Leia também: Principais benefícios da paletização para a logística interna das empresas

Entenda as necessidades da sua operação

Antes de avaliar opções, é fundamental mapear o fluxo interno de materiais, volumes, distâncias percorridas e tipos de carga movimentados. Essa análise orienta a definição da capacidade, velocidade e formato do transportador, evitando investimentos inadequados ou subdimensionados.

Avalie a capacidade de carga e a resistência

O transportador deve suportar o peso e o volume das cargas com segurança e durabilidade. Considere não apenas o cenário atual, mas também possíveis expansões da produção. Transportadores subdimensionados comprometem a operação e aumentam custos de manutenção.

Considere a flexibilidade de layout

Em operações dinâmicas, é importante que o transportador permita ajustes de layout, mudanças de percurso e integração com outros equipamentos de automação. Modelos modulares oferecem mais flexibilidade e facilitam expansões ou adaptações.

Priorize tecnologia e integração

Na logística automatizada, o transportador ideal deve se integrar a sistemas de controle e monitoramento, permitindo rastrear o fluxo de materiais em tempo real e gerar dados para tomada de decisão. A automação reduz erros, aumenta a produtividade e garante mais segurança.

Avalie a segurança operacional

Um bom transportador deve ter dispositivos de segurança, como proteções, sensores e sistemas de parada de emergência. Isso preserva a integridade física dos colaboradores e atende às normas de segurança do trabalho.

Considere o custo total de propriedade

Não se limite ao preço inicial. Avalie o custo total de propriedade (TCO), incluindo instalação, consumo de energia, manutenção e vida útil do equipamento. Um transportador mais robusto e eficiente pode ter um investimento inicial maior, mas gera economia no médio e longo prazo.

Escolha fornecedores especializados e confiáveis

A parceria com um fornecedor que entenda profundamente de automação na operação logística é essencial. Prefira empresas que ofereçam tecnologia nacional, suporte técnico em todo o Brasil e soluções personalizadas para sua realidade.

Desempenho, segurança e custo-benefício

O transportador ideal para sua logística interna deve unir desempenho, segurança, integração tecnológica e custo-benefício. Investir tempo nessa escolha é garantir que sua operação tenha mais eficiência, menos paradas e maior competitividade.

A Scheffer desenvolve soluções completas para logística interna automatizada, incluindo transportadores projetados sob medida, tecnologia nacional e suporte técnico em todo o Brasil. 

A empresa conta com equipamentos dotados de tecnologia de ponta, como o Transportador de Roletes Motorizado, Transportador de Correntes Paralelas e Transportador de Esteira Modular, garantindo alta performance e adaptação às necessidades de cada cliente.

Entre em contato agora mesmo com um dos nossos consultores e veja como podemos transformar os resultados da sua logística interna:

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A competitividade no mercado atual exige que as empresas adotem processos cada vez mais ágeis, precisos e eficientes

Nesse sentido, a automação na operação logística deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica. 

Leia também: Armazéns industriais: dicas para otimizar sua gestão de operações

De acordo com o estudo 2024 MHI Annual Industry Report, elaborado em parceria com a Deloitte, empresas que adotam automação logística e tecnologias digitais podem reduzir até 40% dos custos operacionais e aumentar em até 35% a eficiência de seus processos, fortalecendo a competitividade e a capacidade de resposta ao mercado.

Se a sua empresa ainda opera de forma manual ou com sistemas limitados, há sinais claros de que é hora de investir em logística automatizada para evitar gargalos e perdas.

A seguir, apresentamos cinco sinais que indicam a urgência dessa transformação:

  1. Alto índice de erros operacionais

Erros de separação, conferência ou expedição de produtos geram atrasos, retrabalho e insatisfação dos clientes. Quando a operação depende excessivamente de processos manuais, a margem para falhas aumenta consideravelmente. A automação logística reduz drasticamente esses erros, garantindo rastreabilidade e maior precisão nas etapas do fluxo.

  1. Dificuldade em atender picos de demanda

Se sua operação sofre para se adaptar em datas sazonais, lançamentos de produtos ou aumento repentino de pedidos, a automação é um caminho inevitável. Sistemas automatizados e equipamentos inteligentes permitem escalabilidade sem comprometer a qualidade e o prazo das entregas.

  1. Falta de visibilidade e controle em tempo real

Sem dados atualizados, é impossível tomar decisões estratégicas rápidas. A logística automatizada oferece monitoramento contínuo, integrando informações sobre estoques, movimentações e desempenho de cada processo. Isso permite agir de forma proativa diante de imprevistos.

  1. Custos operacionais elevados

Manter processos manuais ou pouco integrados gera desperdício de tempo e recursos. A automação otimiza o uso da mão de obra, reduz deslocamentos desnecessários e melhora o aproveitamento do espaço, diminuindo custos e aumentando a eficiência geral da operação.

  1. Reclamações recorrentes de clientes

Entregas atrasadas, pedidos incorretos e falta de informações de rastreamento afetam diretamente a experiência do cliente e a reputação da marca. A automação contribui para melhorar os prazos, garantir precisão na preparação dos pedidos e oferecer transparência no processo de entrega.

Automação na operação logística: uma decisão estratégica

Caso a sua empresa enfrente um ou mais desses sinais, adiar a automação significa manter gargalos que comprometem resultados. Por outro lado, investir em automação na operação logística é uma decisão estratégica para ganhar eficiência, competitividade e escalabilidade.

A Scheffer desenvolve as melhores soluções de automação para logística interna do mercado, com suporte em todo o Brasil e tecnologia nacional, garantindo que sua operação alcance novos níveis de produtividade e controle.

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